sexta-feira, 21 de julho de 2017

HOMEM TEM QUE AJUDAR NAS TAREFAS DOMÉSTICAS???


Luiz Carlos entra em casa ainda meio nervoso. O chefe é um babaca (sempre é). Deixa o sapato e as meias no tapete da sala e vai procurar se ainda resta uma cerveja na geladeira.

(Antes que a mulher dele, Sílvia, fale algo, vamos esclarecer essa coisa de “homem AJUDAR”. Como assim, ajudar??? O cara não mora lá??? Não vive naquele apartamento de dois quartos num bairro classe média??? Pra ele “ajudar”, era preciso que alguém fosse o responsável nomeado para executar todas as tarefas domésticas. Esse título está me parecendo meio machista. Enfim, vamos aguardar os comentários.)

- Vai deixar o sapato aí, amor? – Logicamente esse “amor” aí não tem nada a ver com aquele sentimento antigo dos amantes de Verona.
- Só um minuto pra pegar uma cervejinha e relaxar, coisa linda! – O “coisa linda” aí é autêntico, pois a mulher, de shortinho e camiseta, aparece para o bonitão como um tira-gosto. Homem, definitivamente, não tem noção do perigo!

- Acabei de chegar e já lavei toda a louça – diz ela – mas aquela caixa de gordura precisa ser limpa urgentemente! Vazou água no chão da cozinha inteira.
- Pensei que você estivesse lavando – responde o marido, bebericando a latinha e já com o controle da TV na mão.

O que vai se seguir aí é uma discussão interminável, onde a mulher, de forma meio cínica, tenta sensibilizar o marido de que ele deve ajudar nas tarefas domésticas porque ela está cansada, só ela que faz coisas em casa, ninguém ajuda e um tanto de coisas que vocês, leitoras bem resolvidas, não passam com seus maridos cooperativos e atenciosos.

Por seu lado, ele vai falar do chefe, da cobrança implacável, das metas, da falta de tempo até para assistir o seu Fluminense jogar (marido que dá atenção à mulher geralmente é tricolor). Ela, que trabalha numa empresa de consultoria de recursos humanos, vai direto ao foco:
- Você limpa a caixa de gordura, meu anjo? – Claro que ela não o considera um anjo, mas, depois do chororô, ameaçá-lo com uma faca do chefe, ou mesmo um chifre, não resultaria na desejada sinergia grupal.

Resultado: Luiz põe a latinha de lado, e limpa a tal caixa de gordura. Depois que o serviço estiver pronto, Sílvia CERTAMENTE vai reclamar que está mal feito, e talvez seja este um dos motivos pelos quais os maridos enrolem tanto pra fazer as tarefas domésticas. No entanto, é só uma teoria.

Enquanto ele pragueja, sentada na sala, “matando” o restinho da cerveja, Sílvia troca mensagens no Whatsapp com a amiga Marcela:
- Nossa, vc tá transformando o Luiz Carlos num verdadeiro Rodrigo Wilbert. Q orgulho, miga!!! – A resposta de Sílvia é surpreendente:
- Se eu fosse casada com o Rodrigo Wilbert, eu não deixava ele nem pôr o lixo pra fora!

Vai entender.

Crônica: Jorge Marin

MÚSICAS QUE O PITOMBA ESCUTAVA


ESSA CARTA A UM AMIGO, escrita por Chico Buarque em 1976, como anda atual, não???

quarta-feira, 19 de julho de 2017

E O LUAR VEIO AO ENCONTRO DA CANÇÃO


Vinte e três anos depois da última edição daquilo, que a meu ver, teria sido um dos maiores e melhores Festivais da Canção de Minas Gerais (FESTIMSAN), vimos com muita alegria, o luar ir surgindo de mansinho, espantando a chuva fina, pra compor o aconchegante e já perfeito cenário, do 1º CANTA SÃO JOÃO, Troféu Paulinho Cri. Um projeto idealizado pelo diretor municipal de cultura Ricardo Itaborahy.

Naquela oportunidade, assim como agora, todos abraçaram a ideia de maneira fantástica e a cidade, totalmente envolvida no evento, respirou CULTURA em forma de canção por dois dias. A mídia deu ampla cobertura, elevando ao resto do país, de forma altamente POSITIVA, o nome de nossa querida Garbosa.

Jamais poderemos esquecer que MÚSICA se traduz numa arma poderosíssima de aproximação e respeito entre as pessoas, transformando-se numa linguagem universal que ultrapassa de maneira esplêndida as barreiras do tempo e espaço.

Além de enaltecer essa MAGNÍFICA INICIATIVA do poder Público Municipal, junto à comissão de desenvolvimento de TARUAÇU, deixamos aqui nossos aplausos aos verdadeiros protagonistas desse evento, que foram os MÚSICOS, COMPOSITORES e suas CANÇÕES. Em especial, a Banda Joubert Costa, representante da cidade de Viçosa MG, que, juntamente com nosso conterrâneo e amigo tecladista Serginho Pavanelli, saiu vencedora com a canção “Do Outro Lado”.

E que as notas musicais continuem a ressoar lá no alto da serra.

Crônica: Serjão Missiaggia
Foto     : Face Prefeitura

segunda-feira, 17 de julho de 2017

BELEZAS DA TERRINHA


OLHA O FRIO 2 - SUBINDO PRA MISSA

Foto de hoje - Serjão Missiaggia

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM CONHECE CASOS DESSA CASA???

CASA DA SEMANA PASSADA - A casa da Dione e da dona Leonor Paes foi um fenômeno: quase 3.000 visualizações só no Blog, fora as demais mídias, dezenas de comentários e infinitas curtidas. Não dá para fazer um síntese melhor do que... um lugar abençoado!

Disse a Dione: "Nossa casa querida! Quantas histórias para contar!... 57 anos morando nela! Graças a Deus, muito mais histórias felizes do que tristes! Quantas comemorações! Animadas festas de aniversários, lindas noites de Natal, encontros de turma, carnavais onde fantasias se espalhavam por toda a casa, e a festa mais linda de todas: os 100 anos bem vividos de mamãe, comemorados em dezembro de 2015... Uma casa de portas abertas a todos os amigos que quiserem nos visitar".

Foto de hoje: Serjão Missiaggia

CASOS CASAS & mistério???


QUE LOCAL É ESSE???

ACERTADORES D SEMANA PASSADA - Marcelo Oliveira, Ana Emília Silva Vilela e Ilka Matta Gruppi foram os primeiros a reconhecer o busto do fantástico Dr. Augusto Glória na Pracinha do Botafogo.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

sexta-feira, 14 de julho de 2017

SERENATA ASSOMBRADA


Era uma sexta-feira da paixão de um certo ano que eu não sei bem porque nem o meu pai (que contou a história) me disse e nem eu perguntei. E não perguntei justamente porque, depois do que ouvi, fiquei tão impressionado que nem dormir eu dormi

Imagino que o meu pai teria uns dezoito anos, o que levaria o caso para o ano de 1940, mas poderia ser um pouco mais. O fato é que ficou difícil pra mim duvidar, porque meus dois tios também participaram da aventura, se é que podemos chamar de aventura: o tio Brás e o tio Geraldo.

Meu tio Geraldo eu nem cheguei a conhecer porque morreu jovem, mas o meu avô, na época um próspero comerciante que havia trazido a família de São José dos Cabritos para a cidade, ficou muito irritado com a ideia. Ora, onde já se viu, esses mininos resolverem fazer serenata, cê tá me intendendo, uma SERENATA em plena Sexta-Feira da Paixão!

Os tempos autorizavam plenamente que meu avô desse uma coça nos três, até mesmo com o relho. Mas, acredito que, pela santidade do dia, também os castigos físicos estavam proibidos.

Assim, saíram subindo pela Rua Cônego Reis com destino à Santa Rita. Acho que meu tio Brás, então adolescente, tinha uma namoradinha ali na Rua do Banheiro (Rua Major Joaquim Leite) e para lá se dirigiram afinando o violão. No repertório, segundo meu pai, Francisco Alves, Orlando Silva, Augusto Calheiros, Sílvio Caldas, uma verdadeira Rádio Nacional, que era a TV Globo da época.

Quase no finalzin da Cônego Reis é que o TREM se sucedeu. Meu pai, que vinha mais atrás pitando, escondido, um cigarrin de paia, percebeu que uma pessoa os seguia. Pensou tratar-se de uma criança porque, assim de rabo de olho, notou que era um pessoinha baixa e atarracada.

Quis chamar os dois irmãos na frente, mas a voz não lhe saía da boca, talvez por medo ou porque não era pra sair mesmo. Mas, os outros ainda não haviam notado a presença até que... começou a clariar. Mas não era um clarão de luz não, mesmo porque naquela subidinha nem luz não tinha. Os postes iam só até o final da Rua do Totó.

Quando se voltaram pra ver o que era aquela luz, é que foram perceber que aquele homúnculo que, a princípio, só o meu pai vira, agora era um homem alto, vestido de preto, de uns dois metros de altura, cachimbo no beiço e um caminhar tão esquisito que, se eles andassem mais rápido, os passin dele continuavam deixando ele coladin ni nóis, como disse o pai.

A essa altura, invés de imbicar pro lado da casa do sô Narciso Leite, ali antes do Pontilhão, voltaram os três correndo, e o violão eu nem sei, porque, até hoje, nunca tive coragem de perguntar pro meu pai onde ficou. Uma coisa é certa: se aconteceu eu não sei, mas que foi real, foi!

Crônica: Jorge Marin
Foto     : os irmãos Geraldo e Irenio (de paletó preto, meu pai).

MUSICAS QUE O PITOMBA ESCUTAVA


QUEM SE LEMBRA DE SAN FRANCISCO???

quarta-feira, 12 de julho de 2017

NOSSO PORTAL


Pegando uma carona nesta triste realidade que é o crescimento da violência urbana no Brasil, realidade esta que não vem poupando nem mesmo nossa terrinha, que resolvemos voltar com esta postagem publicada aqui mesmo no Blog pela primeira vez em 2014:

Sentado recentemente na rodoviária de Juiz de Fora, aguardando pela partida do ônibus pra São João, é que fiquei a lembrar de quando ia muito a Belo Horizonte, e do desejo que sentia de retornar, o quanto antes, à nossa querida Garbosa.

Tínhamos a agradável sensação de que nossa terrinha era o asilo inviolável e que, literalmente, seria, além de ponto final, também nosso porto seguro onde estaríamos protegidos e distantes de tudo aquilo que de ruim, rotineiramente, ficava a acontecer lá fora.

Hoje, diria que nem tanto o céu nem tanto o mar e, mesmo que a saudade ainda aperte e que nossa cidade continue encantadora como sempre, já não se pode, em toda plenitude, sentir aquela sensação tranquila de estar voltando ao berço intangível da outrora “despercebida” cidadezinha, cravada num cantinho de Minas Gerais.

A malha rodoviária, que tanto cresceu por este Brasilzão afora, vindo a encurtar as distâncias e trazendo tantos benefícios a inúmeras cidades, por outro lado, veio a transformar muitas delas, entre as quais nossa garbosa, numa verdadeira ROTA DE LIGAÇÃO. Se antes a nossa vizinha Descoberto era o ponto final, hoje nos tornamos um atraente atalho para o centro-norte do país, sendo que por aqui todos transitam, fazendo uso principalmente de nossas RUAS CENTRAIS e as diversas alternativas de entradas e saídas da cidade.

Os tempos mudaram muito. Sendo assim, por questão de CONTROLE e SEGURANÇA, poderíamos pensar em priorizar apenas duas entradas de acesso, se possível construindo um belo PORTAL, preferencialmente MONITORADO POR CÂMERAS, e as demais vias de acesso com certo grau de dificuldade (redutores de velocidade), visando as chegadas e, principalmente, as SAÍDAS de veículos. Com certeza, teríamos pelo menos, um pouco mais de controle de tudo aquilo que estaria ENTRANDO E SAINDO da cidade.

Esse PORTAL, quem sabe até vindo de uma parceria entre a iniciativa privada e o poder público, seria uma obra alusiva a uma determinada vocação da cidade, que poderia ser referente à INDUSTRIA DE CONFECÇOES, MÚSICA, FUTEBOL  e outros. Um símbolo eternizando e divulgando a marca de um povo, de preferência desenvolvido pelos próprios artistas Sanjoanenses.

Um PORTAL, que além de certo RESPEITO, mostraria que, dali pra frente VIVE UM POVO FELIZ E ACOLHEDOR, ARRAIGADO ÀS SUAS TRADIÇÕES, VALORES E PRECEITOS.

Crônica: Serjão Missiaggia

Foto      : Facebook

segunda-feira, 10 de julho de 2017

BELEZAS DA TERRINHA


OLHA O FRIO!!!

Foto de hoje: Serjão Missiaggia

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM CONTA ALGUM CASO DESSA CASA???

CASA DA SEMANA PASSADA - A casa do Dezinho, na Rua do Sapo, foi primeiramente reconhecida pela Ilka Matta Gruppi, pela Cristina Velasco Itaborahy e pelo Maninho Sanábio.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério???


ONDE FICA ESSE BUSTO??? DE QUEM É???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Marcelo Oliveira, Ana Emília Silva Vilela e Diva Guazzi Knop reconheceram o Morro dos Coquinhos e o loteamento atrás do Parque de Exposições.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

sexta-feira, 7 de julho de 2017

O MINEIRO QUE QUERIA SORRIR


O caso aconteceu em Sete Lagoas, mas poderia ter acontecido em qualquer cidade do interior de Minas. Reforço a qualificação “de Minas”, porque o mineiro tem uma habilidade particular e, ao mesmo tempo, geral, de contemporizar seus conflitos de forma bem-humorada, embora alguns digam que essa característica está com os dias contados.

Aliás, é preocupante a forma pela qual algumas pessoas mineiras do século XXI resolvem seus conflitos. É sempre na base do xingamento, da porrada e até mesmo ficando “de mal” no Face ou, deus-me-livre-e-guarde, bloqueando no Zap.

Mas, vamos ao causo! Chegando no Detran da cidade para renovar sua carteira de habilitação, que nós, mineiros, chamamos de CARTÊ DI MOTORIS, um fotógrafo foi repreendido pela MOÇA lá, que é como chamamos a auxiliar administrativa:
-              Ô MOÇO, pode sorrir não, SÔ!
-              MÉQUIÉ?
-              OCÊ riu no retrato - esclareceu ela.
-              I U QUI QUI TEM? - perguntou ele.
-              É que NUM pode, né. Tá no regulamento.

O fotógrafo protestou, pediu pra ver o tal regulamento, a moça disse que NUM podia MOSTRÁ, pois era um documento interno. A mulher do moço começou a se incomodar, pediu pra ele fechar a cara, ele achou um BISURDO.

Como a fila GARRÔ, as pessoas começaram a dar pitacos: uns achavam que que a pessoa tinha que parecer séria na foto pra fazer cara de bandido, pois aí era mais fácil pra polícia identificar. Mas quem falou que todo bandido é sério? E o CURINGA?

A esta altura o fotógrafo já estava explicando pra gerente, uma mulher feia e mal-humorada, que essa coisa de não sorrir era uma recomendação que os retratistas faziam antigamente, quando as fotos eram tiradas naquelas chapas enormes (ficou com medo de falar daguerreótipos e ela não INTENDÊ), que era pra pessoa não ficarem de boca torta durante a exposição da foto.

BÃO, pra INCURTÁ a história, o fotógrafo assinou um Termo de Responsabilidade e tirou a foto sorrindo.

Depois de divulgada a história, um grupo de deputados mineiros pensaram até em fazer uma lei regulamentando o sorriso, mas, sabem como é: mineiro é um bicho danado de orgulhoso. Depois que o político mineiro mais famoso, que queria ser Presidente e tudo, foi denunciado por corrupção e, o que é pior, foi solto, DUVI-DE-O-DÓ que tenha algum mineiro querendo sorrir.

Crônica: Jorge Marin

MÚSICAS QUE O PITOMBA ESCUTAVA


QUEM SE LEMBRA DE SEPTEMBER???

quarta-feira, 5 de julho de 2017

PRESERVANDO A TRADIÇÃO DE UM POVO


Foi diante deste breve período glacial que, por sinal, veio a coincidir justamente com a BELA festa junina (VIVA SÃO JOAO! VIVA SÃO PEDRO!) promovida pela Prefeitura Municipal ali na Avenida Tancredo Neves, que, proseando com um conterrâneo, comentava sobre o frio que fazia na garbosa nesta mesma época do ano.  Aí, ficamos a catalogar algumas festas em que ele (o frio!!!) era presença marcante, além de indispensável pra compor o cenário perfeito daqueles momentos festivos tão típicos de inverno.

Foi quando nos lembramos de como eram geladas aquelas noites de junho e julho em que aconteciam as festas juninas de Santa Rita, São José, Santo Antônio e, principalmente, os famosos baiões de Mangueira e Botafogo.

Mas, voltando à referida festa, gostaríamos de parabenizar aqui no Blog a Prefeitura Municipal, em especial a Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, pelo dinamismo e pela atenção especial às nossas TRADIÇÕES. Aliás, diga-se passagem, eventos como este deveriam ser sempre preservados com muito entusiasmo e seriedade.

Ambiente alegre, familiar e aconchegante, que nos remeteu sem dúvidas aos antigos baiões da terrinha.

Crônica: Serjão Missiaggia
Foto     : Facebook

segunda-feira, 3 de julho de 2017

BELEZAS DA TERRINHA


MANHÃ DE INVERNO.

COMENTÁRIOS SOBRE A RUA DO BURACO - Quem acertou 100% o desafio da semana passada foi a Tereza Pavanelli que, além de falar de onde a foto foi feita (do Santo Antônio), ainda contou um caso da rua: "dessa rua vinham as boiadas de fazendas da estrada de Descoberto. Brincávamos na Rua Expedicionário e as crianças da Rua do Buraco, que não conseguiam entrar em casa, corriam para a Expedicionário e nós, da outra rua, corriamos junto com elas. Só sei que era uma gritaria misturada com medo.  Kkkkk era muito bom!!!"

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM SABE ALGUM CASO SOBRE ESSA CASA???

CASA DA SEMANA PASSADA - As duas casas na interseção da Rua do Buraco com a subida do Ginásio (do João de Deus e do Arlindo Retratista) foram primeiramente reconhecidas por: Maria da Penha Santiago, Cida Costa e Vanda Helena Bressan Ghetti.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério???


QUE LUGAR ÉSSE AÍ??? QUEM SABE???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - "Comece o dia com segurança. Termine sem acidentes." O Maninho Sanábio bateu seu recorde de acertos. Essa é a frase que está na placa da Fábrica Santa Martha. Parabéns!!!

Foto de hoje: Serjão Missiaggia

sexta-feira, 30 de junho de 2017

APRENDENDO INGRÊS NO RUBRO BAR


Hoje o tema seria o Rubro Bar. Mas não só. De repente, me peguei lembrando de todos os encontros em que a música estava presente. E isso inclui também os hi-fis, as “brincadeiras dançantes” que tanto agitavam a vida de todos nós, adolescentes dos anos 70s.

Uma novidade supermoderna, as Rádios FM, lançavam os hits, que, em sua maioria eram temas das novelas da TV Tupi e da Globo. Normalmente, assim como acontece hoje, eram duas trilhas, uma nacional, com artistas brasileiros, e outra trilha, essa internacional, com artistas... brasileiros também.

Quem não se lembra de Terry Winter, Malcolm Forrest, Pete Dunaway, Mark Davis & Uncle Jack (ambos são o Fábio Júnior), Tony Stevens & Christie Burg (ambos Jessé), Morris Albert, Dave Maclean e Michael Sullivan? Pois é, TODOS brasileiros.

Mas, o mais engraçado em tudo isso era que a gente não sabia NADA de inglês. O Professor Biel até que tentava ensinar, mas éramos completamente analfabetos na língua da rainha.

Então aconteciam fatos muito curiosos, que só hoje, em tempos de Google Tradutor, é que a gente percebe. Ás vezes, esperávamos aquela música “lentinha” para sussurrar no ouvido da gata, o que pensávamos ser uma letra romântica dos Pholhas (quem se lembra de My Mistake?): “I was sent to prison / For having murdered my wife / Because she was living with him / I lost my head and shot her”. Ou seja, naquela pegação toda, estávamos dizendo mais ou menos assim: eu fui pra cadeira porque matei minha mulher, porque ela tava com outro, eu perdi a cabeça e atirei nela. Já pensaram se fosse hoje? A banda inteira seria enquadrada na Lei Maria da Penha!

Lembro-me que uma vez estávamos sentados na Pracinha do Coronel e, ouvindo a gente cantar, o Paulinho Cricri chegou, pegou um violão e começou a fazer a introdução de Something dos Beatles. Como os caras de Liverpool estavam numa fase meio mística, acreditávamos piamente que a letra tinha algo a ver com religião. Chegávamos até a cantar aquele “You know I believe and how” (você sabe o quanto eu acredito) do final em “Now I believe em God” (agora acredito em Deus). Muito católico, mas pouco correto. E o pior é que a música fala sobre "o jeito que ela anda".

Lógico que nada disso atrapalhou o sentimento, a loucura, a doçura e a beleza que eram aqueles anos maravilhosos na nossa terrinha garbosa.

Crônica: Jorge Marin

MÚSICAS QUE O PITOMBA ESCUTAVA


INESQUECÍVEL...

quarta-feira, 28 de junho de 2017

O POVO SE INSTRUI ENQUANTO PADECE


Hoje estava lendo sobre a LAVA JATO e esse monte de notícias sobre CAIXA DOIS, PROPINODUTOS, PEDALADAS FISCAIS, quando alguém na cozinha comentou sobre a LAVAGEM DE DINHEIRO, CONDUÇÃO COERCITIVA e DECLÍNIO DE COMPETÊNCIA.
  
Aí, já fazendo uso do amigo e velho dicionário e do moderno Google Tradutor, aproveitei pra fazer uma pesquisa sobre OFFSHORE, USUFRUTUÁRIO, TRUST, CORRUPÇÃO ATIVA E PASSIVA. Foi quando cheguei à conclusão de que não haverá ACORDOS DE LENIÊNCIAS ou DELAÇÕES PREMIADAS no mundo que deem jeito nisso.  

Mas, é justamente diante da PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA ou PRINCÍPIO DA CULPABILIDADE, que a coisa fica meio travada, e pra piorar ainda mais esta situação, ficamos à mercê desse mundão de gente com FORO PRIVILEGIADO, aproveitando até mesmo as facilidades impostas pelo IN DUBIO PRO REO.  E, na falta de elementos PROBATÓRIOS, o negócio é ficar aguardando os ACÓRDÃOS superiores.

Enquanto isso, O SALÁRIO, Ó! 

Crônica: Serjão Missiaggia

segunda-feira, 26 de junho de 2017

SE ESSA RUA FOSSE A MINHA


QUEM SE LEMBRA DE EMOÇÕES VIVIDAS NESSA RUA??? DE ONDE A FOTO FOI TIRADA???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

TODA CASA TEM UM CASO

ESSAS DUAS CASAS GEMINADAS CONSTITUEM UM ÚNICO IMÓVEL E DEVEM TER VÁRIOS CASOS - QUEM SE LEMBRA???


CASA DA SEMANA PASSADA - Maria da Penha Santiago foi a primeira a reconhecer. Mas o caso quem contou foi a Mika Missiaggia Velasco: "Na minha infância brinquei muito nesta casa. Vi e acompanhei a construção dela. Sr. Miguel Fam, dona Geni, Norminha, Miguelzinho, Eliane e Maria da Graça. As duas últimas, companheiras e tanto. As histórias são muitas; difícil descrevê-las, pois aí fazíamos teatros, jogávamos baralho e aguardávamos ansiosas a chegada do sr. Miguel para nos levar a passear de caminhão pela cidade. Ele chamava toda a meninada da rua. Subíamos na carroceria e seguíamos cantando pela cidade. Era uma festa! Nesta casa, havia uma coisa que sempre me chamava a atenção: uma geladeira completamente diferente de todas as que eu já havia visto até então. Era grande, para mim era enorme. Porta de madeira, vários compartimentos. Descobri depois que era geladeira usada em bares. E a gruta de Nossa Senhora no jardim? Ela nos encantava. Outra coisa que nos encatava era o piso desta casa Tão lindo, tão escorregadio que virava escorregador para nós. Lembro-me de cada detalha desta casa."

Também acertaram: Luiz Carlos Moura e a própria Eliane Tamiozzo Fam que disse que, de tanta saudade, nem passa por ali quando vai a São João.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério???


ESSE LUGAR AÍ TODO MUNDO CONHECE. MAS O MISTÉRIO É: O QUE ESTÁ ESCRITO NAQUELA PLAQUINHA, LÁ DENTRO???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA: RáRáRá! Pegamos todos desta vez. Ninguém acertou. Todo mundo achou que era na Pracinha do Botafogo. Mas a foto é do teto do casarão da Rua do Totó, ao lado da casa do Silvio Heleno Picorone. A igrejinha que aparece lá no alto é a do São José, pois a foto foi tirada da Avenida Tiradentes, na parte posterior da casa.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

sexta-feira, 23 de junho de 2017

O DIA EM QUE ENVELHECI NO MANGUEIRA


Definitivamente, éramos muito coloridos nos anos 70s!

Vendo a movimentação frenética das trupes de teatro do nosso fantástico Nepopó Festivao, revivi por alguns minutos aquela alegria mágica de fazer teatro.

O momento do qual me lembrei ocorreu aí no local dessa foto, na Galeria do Mangueira. Saíramos de um ensaio no Democráticos, descemos a Rua do Sarmento e entramos, não sei por quê, no Mangueira.

Cabelos longos, roupas coloridas, restos de maquiagem (que testáramos) em volta dos olhos:
- Quantos anos você tem, Jorge? – pergunta Betânia, a bruxinha boa, agora com jeans e pulseiras.
- Vinte e um – respondo, me “achando” por ser adulto.
- Pô, você é velho, cara!

Naquele momento, sem que eu soubesse, eu estava, mesmo, ficando VELHO. Um concurso público e um salário, na época, muito bom me levariam pra longe da minha querida Garbosa, do Grupo Fantasia, do Pitomba, do Jornal Novidade, da arte que poderia ter sido.

Outra coisa que eu não sabia, e que sei hoje é que, ao escolher viver uma vida, estamos, AUTOMATICAMENTE, abrindo mão de TODAS as outras que escolhemos NÃO viver.

Durante anos, envolvido pela ilusão de “vencer na vida”, seja lá o que for isto, sofri muito e tentei fugir de maneiras variadas do demônio do E-SE?. E se eu tivesse ficado? E se tivesse me dedicado à arte? E se o Pitomba fosse conseguisse gravar um LP?

Trinta e nove anos depois desse fato (quase ia dizendo DESSA CENA), meu filho número 2 está saindo de casa para uma outra cidade, um outro país. Mais calmo, esclareço:
- NÃO se atreva a vencer na vida! Você está indo para viver. Só isso! – E ele ri. Acho que, de tanto eu falar, ele já sabe que as escolhas são SEMPRE boas e ruins.

Talvez ele nem acredite nisso. Mas, para não me preocupar, diz que acredita.

Ele sai, todo sorridente, de brinco, óculos escuros e tatuagem. Aproveito que não tenho que bancar o pai bem resolvido e dou uma chorada.

Crônica: Jorge Marin
Foto     : Serjão Missiaggia

MÚSICAS QUE O PITOMBA ESCUTAVA


OS CARAS ESTÃO VINDO AÍ... U2.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

CORAL EL SHADDAI


Observando essa fotografia, lamentei que tivesse sido o único registro de um momento musical muito bacana que tive. Infelizmente, apenas alguns componentes do referido coral estariam presentes naquela noite, quando fomos musicalizar o casamento de uma amiga na capelinha de São José.

Fazíamos parte de um coral muitíssimo bem ensaiado, onde, além do instrumental, havia um belo jogo de vocal. Participávamos sempre de jograis, mas nosso principal objetivo eram as missas dominicais as 6:30 na Igreja Matriz. Missas essas, sempre celebradas pelo alegre e inesquecível amigo Geraldo Dornelas.

Numa bela madrugada, saímos em serenata pelas ruas da cidade para angariar alguns trocados na intenção de comprarmos um aparelho de guitarra. Como já possuíamos um contrabaixo elétrico e diversos instrumentos de percussão e ritmo, fazia-se necessário já há algum tempo, um aparelho para os violões. Foi quando conseguiríamos adquirir nosso famoso aparelho de marca Palmer.

Numa dessas serenatas, tivemos a difícil missão de ir tocar justamente na casa de nosso saudoso amigo e eterno maestro Neném Itaborahy. Pra lá seguimos, não sem antes fazermos uma parada técnica. A intenção seria darmos aquela minuciosa afinação nos instrumentos, pois haveria um ouvinte de ouvido absoluto naquela casa. Por sinal, este procedimento veio a durar quase meia hora, tanto era o desejo de perfeição ante a ansiedade de sermos observados pelo amigo maestro. Modéstia à parte, foi uma serenata belíssima. Pelo menos pra nós!

No outro dia, descendo despretensiosamente a Coronel José Dutra, alguém saindo da alfaiataria do inesquecível amigo Udson me chamou do outro lado da rua. Gelei de vez! Afinal de contas, tratava-se nada mais nada menos que nosso amigo Neném Itaborahy. Pior que, de imediato, veio perguntando se eu estaria na referida serenata. Aí que o trem lascou de vez!   Vem puxão de orelha aí, pensei! Quando, pra minha surpresa, após nos dar os parabéns, disse que teria sido umas das serenatas mais bonitas e afinadas que havia escutado. Pra completar, ainda comentou que toda vez que ia esperar sua esposa após a missa, procurava subir mais cedo pra ficar escutando as músicas.

Interessante que este fato nos faz também lembrar que teria sido justamente o coral El Shaddai que, na década de oitenta, ao introduzir um novo perfil musical com instrumentos elétricos e percussão, veio a se tornar uma grande novidade nas celebrações, dando início assim a esse ritmo alegre e descontraído tão comum nas missas atuais.

Mas, voltando aos elogios do maestro Neném Itaborahy, após agradecer em nome do coral, fui saindo feliz da vida.

Crônica: Serjão Missiaggia
Foto: acervo do autor

segunda-feira, 19 de junho de 2017

BELEZAS DA TERRINHA


RUA, ÁRVORE, ARTISTA... E LIVRO.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM SE LEMBRA DE CASOS DESSA CASA???

CASA DA SEMANA PASSADA - Antônio José Capanga, Vanda Helena Bressan Ghetti e Jairo Santiago foram os primeiros a reconhecer a casa do sr. Zé Braz e da dona Maura (hoje da Celinha) atrás da Igreja da Matriz.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério???


QUEM EXPLICA ESSA PAISAGEM???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Rita de Cássia Campos, Ana Emília Silva Vilela e Marcelo Oliveira foram os primeiros a reconhecer a grade de margaridas que circundava o antigo coreto da Praça Carlos Alves, hoje na Igreja do Rosário.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

sexta-feira, 16 de junho de 2017

TATUAGEM NA CABEÇA!


Mais um assunto polêmico... a tatuagem na testa.

Arte corporal que a cada dia ganha mais adeptos, a tatuagem, vista pelos nossos pais como coisa de bandido, vai aos poucos se difundindo entre os nossos jovens.

Nesta semana, no entanto, ao dar uma nova destinação para suas agulhas – a punição - um tatuador de São Bernardo do Campo abre um debate nacional que, como todos os outros, não vai dar em nada, mas serve para observamos a quantas andam os brasileiros e brasileiras.

A princípio, os comentários foram favoráveis ao tatuador, dizendo que, como o Estado não toma nenhum tipo de providência contra os bandidos, caberia a todos nós fazer justiça com as próprias mãos, no caso com as próprias agulhas.

Do outro lado, uma multidão defendendo o suposto ladrão que, no presente caso, é a vítima, dizendo que o moço tem problemas de uso de substâncias e não estava em seu juízo perfeito.

O problema dessas polêmicas é que elas são muito ilustrativas, não do que são ou pensam os seus personagens, mas sim DAS PESSOAS QUE COMENTAM. Dizem, dos dois lados: ah, mas eu queria ver se fosse com o seu filho! E esse argumento sempre me irrita muito, pois revela uma situação muito pessoal.

Ora, se um pai ou uma mãe testemunham uma violência com um filho seu, a sua reação é muito PARTICULAR, e vai do grito ao tiro, pois é uma situação EXTREMA.

Mas não foi o que ocorreu. Tivemos uma situação de possível furto de uma bicicleta, cujo presumido autor, menor de idade, foi constrangido por dois elementos, que o prenderam e torturaram. Pois aquilo que foi feito na testa do moço NÃO foi tatuagem: foi uma ferida feita propositalmente com um instrumento de tatuador com o objetivo de causar dor, ferimento e vergonha.

Frequentemente ouço argumentos de pessoas que acham que o melhor remédio para criar filhos honestos e “direitos” é infligir algum tipo de dor: coça, reguada, palmatória, chicote, varinha de marmelo e coisas do tipo.

Fazendo as contas, percebo que a geração que passou por esses castigos físicos, na faixa dos sessenta ou mais, nos deu figuras públicas que hoje ocupam a Presidência da República, ou ocupou a presidência da Câmara dos Deputados (hoje preso), ou ocupa a presidência do Senado (investigado) ou ocupa a presidência do STF.

Ou seja, se pancada melhorasse alguma coisa, bolinha de pingue-pongue usada seria vendida em joalheria.    

Crônica: Jorge Marin

MÚSICAS QUE O PITOMBA ESCUTAVA


RELEMBRANDO O BLACK SABBATH!!!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

FESTA DE SANTO ANTÔNIO


Enquanto, em pleno mês de junho, uma forte chuva começa a cair sobre a cidade, escuto na calçada um carro-propaganda chamando a população para a tradicional FESTA na capelinha de Santo Antônio. Barraquinhas, comidas típicas e muitas outras atrações acontecerão logo após a chegada da procissão.

Interessante que, por muitos anos, segundo narravam meus saudosos pais, logo após a inauguração da capelinha em 1924, essas procissões partiam do Caxangá, bem em frente à residência dos meus avôs. Havia por eles uma grande devoção ao santo padroeiro, sendo que o pequeno acervo que se encontra no interior da capelinha, a Via Sacra e uma das Imagens de Santo Antônio vieram com meu avô Chico Missiaggia da Itália, e foram doados logo após a inauguração da capela.

Esse pequeno acervo está todo ele escrito em Italiano, afixado em pequenas molduras de madeira (as molduras originais foram substituídas devido aos cupis). Infelizmente, devido à existência de outras imagens de Santo Antônio no interior da capelinha, não saberia precisar qual delas teria vindo com o meu avô da Itália.

Mas, voltando a essa tradicional festa junina, que sejam eternas nossas quermesses com as pedras da sorte, as brincadeiras do porquinho da índia, dos bilhetinhos a espera de boas prendas, além é claro, dos famosos “leidionça” e quentão. Por sinal, muito raramente observamos alguém voltar da festa sem aquele apetitoso frango assado.

Pra terminar, pensei em fazer um comentário sobre a demolição daquele pequenino e último coreto da cidade que existia ao lado da capelinha, mas ficará pra outra oportunidade.

Crônica: Serjão Missiaggia
Foto     : acervo do autor

segunda-feira, 12 de junho de 2017

SE ESSA RUA FOSSE A MINHA


QUEM SE LEMBRA DE EMOÇÕES VIVIDAS NESSA RUA???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM CONTA ALGUM CASO SOBRE ESSA CASA???

CASA DA SEMANA PASSADA - Aquela bela casa na subida do São José foi primeiramente reconhecida por: Rita de Cássia Campos, Ana Emília Silva Vilela e Graça Lima. Quem contou o caso foi a Luciana Resende de Oliveira Auad: "É a casa da Marília e do Otto, a primeira casa na subida do São José, à esquerda. Nas minhas memórias da infância, era casa de uma gente bonita, animada, festeira e que gostava de receber. Nos carnavais, a casa ficava uma festa, cheia dos familiares que moravam fora".

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério???


ONDE FICAM ESSAS MARGARIDAS???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - A foto do Bairro Jujuba, clicada da Rua Expedicionário Garcia Lopes (atrás da Fábrica), foi reconhecida em primeiro lugar por: Antônio Carlos Bezerra, Ana Emília Silva Vilela e Marcelo Oliveira.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia

sexta-feira, 9 de junho de 2017

RIFANDO A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA


Para quem se escandalizou com o acidente de Bento Rodrigues, na cidade de Mariana, em novembro de 2015, quando um mar de lama (real) varreu o distrito e poluiu os rios da região, então não sei que tipo de sentimento estão experimentando com este novo “mar de lama”, agora metafórico, vem solapando Brasília e escorrendo, via Internet, pelas telas de nossos computadores e celulares.

Enojados, e completamente sem esperanças, ainda vemos alguns coleguinhas nossos jogando lama uns nos outros, como crianças:
- O seu candidato é feio, ele não tem dedo!
- E o seu que tem um narizão? – coisas desse nível.

A presidenta foi “impeachada”, o novo presidente está sendo julgado e assistindo, pela TV, vídeos e áudios de seus encontros fortuitos com bandidos travestidos de empresários. Da Câmara dos Deputados, que tem 503 membros, 303 (vejam só!!!), repetindo, 303 estão sendo acusados de algum tipo de crime. Além disso, alguns ministros estão sendo presos, juntamente com o presidente do partido “salvador” que iria acabar com a corrupção no país.

E agora, nas eleições de 2018 (ou antes), quem poderá nos defender???

Em seu talk show na semana passada, Gregório Duvivier dá a solução, a partir de um livro publicado pelo escritor belga David Van Reybrouck: ao invés de fazer eleições, por que não SORTEAR A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA???

E, antes que alguém pense que o cara está louco ou zoando com a gente, ele lembra que, na Grécia antiga e também em alguns estados italianos da Renascença (Veneza e Florença), as eleições eram SEMPRE feitas por sorteio. Quando os Estados Unidos proclamaram sua independência, é que os chamados Pais da Pátria, os coronéis americanos, não permitiram que esse sistema fosse copiado lá, como queriam os revolucionários, dizendo que o “grande defeito” do sorteio é que ele era DEMOCRÁTICO, enquanto o sistema que hoje é usado (por nós também) é ARISTOCRÁTICO! Ou seja, no sorteio corre-se o RISCO de eleger alguém do povo.

Aí vão dizer: mas, e se o sorteado para ser Presidente não for uma pessoa preparada? Mas, será que tem gente preparada naquele Congresso? Na votação do impeachment da presidenta Dilma, nós só vimos aberrações. E tem mais: num sorteio, poderíamos ter na presidência um negro, um homossexual, um pastor, um padre, um militar, até mesmo um aposentado, quem sabe?

Por isso, para 2018 (ou antes), vou substituir minha camiseta de DIRETAS JÁ! para SORTEIO JÁ!

E, para aqueles que ainda estão reticentes, façam um teste. Abram a sua Lista de Amigos do Face e se perguntem: em quem eu confio mais, nessas pessoas ou nos políticos que estão lá em Brasília??? San Marco nos proteja!

Crônica: Jorge Marin

MÚSICAS QUE O PITOMBA ESCUTAVA


QUEM SE LEMBRA DOS STEALERS WHEEL???

quarta-feira, 7 de junho de 2017

COISAS DA TERRINHA


Ao sair na varanda de minha casa, me deparo de imediato com a barbearia de um amigo com três gaiolas. Duas penduradas na porta e uma terceira sobre o capô de um veículo estacionado bem em frente ao seu estabelecimento. Nelas, três fantásticos canários belgas que, por sinal, são aves de cativeiro, vão dando um show à parte, num interrupto e sonoro cantar. Um verdadeiro couvert artístico grátis ao sabor de um banho de sol matinal e de cabelos e barbas que vão sendo cortadas.

Dois banquinhos de madeira permanecem posicionados estrategicamente do lado de fora no passeio. A intenção é agradar àqueles que, não querendo sentar dentro do recinto a discutir futebol, política, pescaria e outros assuntos mais, optam mesmo por ficar vendo a banda passar.

Crônica e foto: Serjão Missiaggia 

segunda-feira, 5 de junho de 2017

BELEZAS DA TERRINHA


CÉUS DE SÃO JOÃO NEPOMUCENO...

COMENTÁRIOS SOBRE A RUA DO SARMENTO - Na semana passada, publicamos uma foto da descida do São José e, óbvio, TODO MUNDO se lembrou da Rua do Sarmento. Entre as centenas de comentário, dois se destacaram por lembrar os antigos carnavais da Garbosa.

Zezé do Couto Ciscoto disse: "Os carnavais nessa rua eram espetaculares. Nessa rua funcionavam a Casa Leite com sua tremenda liquidação anual e a Tipografia Rocha e Cia. Com seu Papai Noel misterioso em todos os Natais. Ah... a Brasileira era também parada obrigatória para os cavalheiros e a nata da sociedade sempre à procura das novidades... Como a vida fervilhava nessa rua!"

Eliane Tamiozzo Fam concordou: "Bons tempos!! Rua do Sarmento. Lembram-se das Batalhas de Confete?? Tem uma recordação que não me sai da cabeçoa: o Deque (pai do Dequinha) em cima da marquise da Tipografia com um saco imenso de confetes e jogando na rua... e os carros passando com todo mundo fantasiado..."

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

BRIGADU, GENTE!

BRIGADU, GENTE!
VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL