segunda-feira, 31 de julho de 2017

SE ESSA RUA FOSSE A MINHA


QUEM SE LEMBRA DE ALGUMA EMOÇÃO VIVIDA AQUI???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

TODA CASA TEM UM CASO


SE TODA CASA TEM UM CASO, IMAGINEM ESSE CASARIO AÍ. ALGUÉM SABE???

CASA DA SEMANA PASSADA - A casa da família Áglio foi, primeiramente, reconhecida pela Fernanda Macêdo, depois pelos próprios familiares: Camila Áglio de Abreu e Cassiano Áglio, que fez seu depoimento no melhor estilo da língua de Pompeu: "brasa de pompeu cataguais".

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério???


ONDE FICA ESSA PAISAGEM SANJOANENSE???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Os primeiros a reconhecer o mistério da semana passada, na Rua Abrahim Camilo Ayupe, foram: Maninho Sanábio, Aline Áglio e Thiago Radd Lima. Ana Emília Silva Vilela, embora comentando em quarto lugar, deu a melhor descrição: "casa da família Ayupe. A casa foi dividida em duas. Em uma delas, morou o sr. Rubens Pinton. A Aparecida Cabelereira também já morou lá na parte onde esteve a Bete Joias".

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

sexta-feira, 28 de julho de 2017

MINHA AVÓ ERA IRMÃ DO MEU PAI


Anteontem, lembrando o Dia dos Avós, falei com meu filho:
- Não esquece da vovó, hein filho!
- Vou mandar um zap pra ela, pai.

Lógico... as avós de hoje são bem diferentes daquelas nossas avós do passado. Mais gatinhas, com suas leggings e tatuagens, mais parecem atrizes aguardando um novo filme para estrelar. No entanto, aquela dose irrestrita de amor, aquela capacidade de “estragar” docemente os netos permanece a mesma.

Lembro-me que, quando menino, uma das minhas grandes frustrações era, justamente, não ter avó. Ambas haviam falecido antes do meu nascimento.

No entanto, hoje, mais de cinquenta anos depois, é que percebo que eu tinha, sim, uma AVÓ. Irmã mais velha do meu pai, ela se tornou, com a morte da mãe, a cuidadora da casa, do meu avô Ernesto, e dos irmãos, principalmente do meu pai que, mesmo depois de casada, continuou por uns tempos morando na casa dela.

O nome dela era pra ser uma homenagem ao Pai do Céu: Deusiana. Mas, por artes e destartes de um oficial de cartório da roça, tornou-se Doseana. E, para todo mundo a partir dali, a Doze.

Quando nasci, a Doze já era a Dona Doze, bem mais velha do que o meu pai e nossa vizinha numa casa parede e meia. Ela era uma pessoa reclusa: tinha aquilo que hoje chamamos de síndrome do pânico. Fosse nos dias atuais ela tomaria remédio e teria que ser diagnosticada, mas, naqueles tempos de Deus mais perto, a solução era um chá de camomila com erva-cidreira e uma novena pra Santa Rita de Cássia.

Resultado dessas rezas, ou não, eu vim pro mundo bagunçar a vida tranquila da Dona Doze, que se tornou minha madrinha: não permitia que ela passasse a aposta do jogo do bicho pelas frestas do barracão do sô Antônio Sachetto porque eu queria ir lá, ao vivo, ver aquele globo prateado onde as bolinhas com os números giravam.

Assim como minha madrinha, eu também tinha meu próprio estigma: era o “asmático”, graças a umas duas crises de bronquite que obrigaram o Sandu a ir lá em casa.

Do nosso medo de sair de casa, nasceu essa relação de confiança que nos permitiu irmos, juntos, viver a vida: minha madrinha me levava para cantar num circo montado pelas crianças da rua no terreiro da casa dos Morales (eu cantava músicas do Silvinho), íamos ver a montagem dos circos, parques e ciganos no campo do Mangueira, ou apenas passar horas e horas debaixo da goiabeira e dos pés de manga.

Hoje, mais experimentado na vida, posso dizer, sem sombra de dúvida, que fui a cura para os males da alma da minha madrinha-vó, e que ela foi o anjo que me levou para viver, no momento em que eu mais precisava de vida. Saudade.

Crônica e foto: Jorge Marin

MÚSICAS QUE O PITOMBA ESCUTAVA


FOMOS "COBRIR" ESSE SHOW PARA O JORNAL "NOVIDADE".

quarta-feira, 26 de julho de 2017

MEU QUINTAL É MAIOR DO QUE O MUNDO


Não poderia haver melhor título para este pequeno texto, que não fosse uma das belas máximas de Manoel de Barros. Considero-a uma perfeita alusão para se referir à pequenez desse nosso reduto verde, cravado em apenas oito metros quadrados, no coração da terrinha. Se bem que, no meu caso, seria mais apropriado substituir as palavras “MEU QUINTAL” por “MINHA ÁREA DE SERVIÇO”.

Nesse mundão, sou rei. São detalhes, são segredos, que somente eu sei. Um verdadeiro reino habitado por trinta e duas espécies diferentes de vegetais, entre frutas, ervas medicinais e cheiro. Por incrível que pareça, até minhas mudinhas de Atemoia e Goji Berry já começam a mostrar que não estão de brincadeira. Pior que as meninas, começaram a crescer e, pra ser sincero, ainda não sabemos o que fazer para mantê-las nesse espaço tão reduzido. Por sinal, os pezinhos de goiaba, maracujá, romã e manga-espada já começaram a invadir o terreno do vizinho.

Pra completar esse nosso inusitado e micro reduto ecológico tupiniquim, começamos a adotar uma família de abelhas-mirins que, repentinamente, resolveram invadir uma das minhas gavetas de peças da oficina. Confesso que não abro essa gaveta há quase um ano, somente pra não incomodá-las em seu novo habitat. Afinal de contas, além de estarem produzindo mel, estão fazendo a polinização do entorno.

Trem bão sô, ficar remexendo o mato e sentindo cheiro de terra molhada entre essências de manjericão, sálvia, mirra e alecrim.


Crônica e foto: Serjão Missiaggia

segunda-feira, 24 de julho de 2017

BELEZAS DA TERRINHA


OLHA O FRIO 3 - DESCENDO O LARGO

Foto de hoje: Serjão Missiaggia

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM CONTA UM CASO DESSA CASA???

CASA DA SEMANA PASSADA - A casa da dona Silvinha Henriques, na Praça Dr. Loures, foi primeiramente reconhecida por: Rita de Cássia Campos, Lucimar Soares de Mendonça e Ruth Dias.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério???


ONDE FICA ESSA FACHADA???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Os primeiros a reconhecer a porta da marcenaria do sr. Sylvio Rigolon foram: Renée Cruz, Angélica Girardi e Hedwiges Torres.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin


sexta-feira, 21 de julho de 2017

HOMEM TEM QUE AJUDAR NAS TAREFAS DOMÉSTICAS???


Luiz Carlos entra em casa ainda meio nervoso. O chefe é um babaca (sempre é). Deixa o sapato e as meias no tapete da sala e vai procurar se ainda resta uma cerveja na geladeira.

(Antes que a mulher dele, Sílvia, fale algo, vamos esclarecer essa coisa de “homem AJUDAR”. Como assim, ajudar??? O cara não mora lá??? Não vive naquele apartamento de dois quartos num bairro classe média??? Pra ele “ajudar”, era preciso que alguém fosse o responsável nomeado para executar todas as tarefas domésticas. Esse título está me parecendo meio machista. Enfim, vamos aguardar os comentários.)

- Vai deixar o sapato aí, amor? – Logicamente esse “amor” aí não tem nada a ver com aquele sentimento antigo dos amantes de Verona.
- Só um minuto pra pegar uma cervejinha e relaxar, coisa linda! – O “coisa linda” aí é autêntico, pois a mulher, de shortinho e camiseta, aparece para o bonitão como um tira-gosto. Homem, definitivamente, não tem noção do perigo!

- Acabei de chegar e já lavei toda a louça – diz ela – mas aquela caixa de gordura precisa ser limpa urgentemente! Vazou água no chão da cozinha inteira.
- Pensei que você estivesse lavando – responde o marido, bebericando a latinha e já com o controle da TV na mão.

O que vai se seguir aí é uma discussão interminável, onde a mulher, de forma meio cínica, tenta sensibilizar o marido de que ele deve ajudar nas tarefas domésticas porque ela está cansada, só ela que faz coisas em casa, ninguém ajuda e um tanto de coisas que vocês, leitoras bem resolvidas, não passam com seus maridos cooperativos e atenciosos.

Por seu lado, ele vai falar do chefe, da cobrança implacável, das metas, da falta de tempo até para assistir o seu Fluminense jogar (marido que dá atenção à mulher geralmente é tricolor). Ela, que trabalha numa empresa de consultoria de recursos humanos, vai direto ao foco:
- Você limpa a caixa de gordura, meu anjo? – Claro que ela não o considera um anjo, mas, depois do chororô, ameaçá-lo com uma faca do chefe, ou mesmo um chifre, não resultaria na desejada sinergia grupal.

Resultado: Luiz põe a latinha de lado, e limpa a tal caixa de gordura. Depois que o serviço estiver pronto, Sílvia CERTAMENTE vai reclamar que está mal feito, e talvez seja este um dos motivos pelos quais os maridos enrolem tanto pra fazer as tarefas domésticas. No entanto, é só uma teoria.

Enquanto ele pragueja, sentada na sala, “matando” o restinho da cerveja, Sílvia troca mensagens no Whatsapp com a amiga Marcela:
- Nossa, vc tá transformando o Luiz Carlos num verdadeiro Rodrigo Wilbert. Q orgulho, miga!!! – A resposta de Sílvia é surpreendente:
- Se eu fosse casada com o Rodrigo Wilbert, eu não deixava ele nem pôr o lixo pra fora!

Vai entender.

Crônica: Jorge Marin

quarta-feira, 19 de julho de 2017

E O LUAR VEIO AO ENCONTRO DA CANÇÃO


Vinte e três anos depois da última edição daquilo, que a meu ver, teria sido um dos maiores e melhores Festivais da Canção de Minas Gerais (FESTIMSAN), vimos com muita alegria, o luar ir surgindo de mansinho, espantando a chuva fina, pra compor o aconchegante e já perfeito cenário, do 1º CANTA SÃO JOÃO, Troféu Paulinho Cri. Um projeto idealizado pelo diretor municipal de cultura Ricardo Itaborahy.

Naquela oportunidade, assim como agora, todos abraçaram a ideia de maneira fantástica e a cidade, totalmente envolvida no evento, respirou CULTURA em forma de canção por dois dias. A mídia deu ampla cobertura, elevando ao resto do país, de forma altamente POSITIVA, o nome de nossa querida Garbosa.

Jamais poderemos esquecer que MÚSICA se traduz numa arma poderosíssima de aproximação e respeito entre as pessoas, transformando-se numa linguagem universal que ultrapassa de maneira esplêndida as barreiras do tempo e espaço.

Além de enaltecer essa MAGNÍFICA INICIATIVA do poder Público Municipal, junto à comissão de desenvolvimento de TARUAÇU, deixamos aqui nossos aplausos aos verdadeiros protagonistas desse evento, que foram os MÚSICOS, COMPOSITORES e suas CANÇÕES. Em especial, a Banda Joubert Costa, representante da cidade de Viçosa MG, que, juntamente com nosso conterrâneo e amigo tecladista Serginho Pavanelli, saiu vencedora com a canção “Do Outro Lado”.

E que as notas musicais continuem a ressoar lá no alto da serra.

Crônica: Serjão Missiaggia
Foto     : Face Prefeitura

segunda-feira, 17 de julho de 2017

BELEZAS DA TERRINHA


OLHA O FRIO 2 - SUBINDO PRA MISSA

Foto de hoje - Serjão Missiaggia

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM CONHECE CASOS DESSA CASA???

CASA DA SEMANA PASSADA - A casa da Dione e da dona Leonor Paes foi um fenômeno: quase 3.000 visualizações só no Blog, fora as demais mídias, dezenas de comentários e infinitas curtidas. Não dá para fazer um síntese melhor do que... um lugar abençoado!

Disse a Dione: "Nossa casa querida! Quantas histórias para contar!... 57 anos morando nela! Graças a Deus, muito mais histórias felizes do que tristes! Quantas comemorações! Animadas festas de aniversários, lindas noites de Natal, encontros de turma, carnavais onde fantasias se espalhavam por toda a casa, e a festa mais linda de todas: os 100 anos bem vividos de mamãe, comemorados em dezembro de 2015... Uma casa de portas abertas a todos os amigos que quiserem nos visitar".

Foto de hoje: Serjão Missiaggia

CASOS CASAS & mistério???


QUE LOCAL É ESSE???

ACERTADORES D SEMANA PASSADA - Marcelo Oliveira, Ana Emília Silva Vilela e Ilka Matta Gruppi foram os primeiros a reconhecer o busto do fantástico Dr. Augusto Glória na Pracinha do Botafogo.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

sexta-feira, 14 de julho de 2017

SERENATA ASSOMBRADA


Era uma sexta-feira da paixão de um certo ano que eu não sei bem porque nem o meu pai (que contou a história) me disse e nem eu perguntei. E não perguntei justamente porque, depois do que ouvi, fiquei tão impressionado que nem dormir eu dormi

Imagino que o meu pai teria uns dezoito anos, o que levaria o caso para o ano de 1940, mas poderia ser um pouco mais. O fato é que ficou difícil pra mim duvidar, porque meus dois tios também participaram da aventura, se é que podemos chamar de aventura: o tio Brás e o tio Geraldo.

Meu tio Geraldo eu nem cheguei a conhecer porque morreu jovem, mas o meu avô, na época um próspero comerciante que havia trazido a família de São José dos Cabritos para a cidade, ficou muito irritado com a ideia. Ora, onde já se viu, esses mininos resolverem fazer serenata, cê tá me intendendo, uma SERENATA em plena Sexta-Feira da Paixão!

Os tempos autorizavam plenamente que meu avô desse uma coça nos três, até mesmo com o relho. Mas, acredito que, pela santidade do dia, também os castigos físicos estavam proibidos.

Assim, saíram subindo pela Rua Cônego Reis com destino à Santa Rita. Acho que meu tio Brás, então adolescente, tinha uma namoradinha ali na Rua do Banheiro (Rua Major Joaquim Leite) e para lá se dirigiram afinando o violão. No repertório, segundo meu pai, Francisco Alves, Orlando Silva, Augusto Calheiros, Sílvio Caldas, uma verdadeira Rádio Nacional, que era a TV Globo da época.

Quase no finalzin da Cônego Reis é que o TREM se sucedeu. Meu pai, que vinha mais atrás pitando, escondido, um cigarrin de paia, percebeu que uma pessoa os seguia. Pensou tratar-se de uma criança porque, assim de rabo de olho, notou que era um pessoinha baixa e atarracada.

Quis chamar os dois irmãos na frente, mas a voz não lhe saía da boca, talvez por medo ou porque não era pra sair mesmo. Mas, os outros ainda não haviam notado a presença até que... começou a clariar. Mas não era um clarão de luz não, mesmo porque naquela subidinha nem luz não tinha. Os postes iam só até o final da Rua do Totó.

Quando se voltaram pra ver o que era aquela luz, é que foram perceber que aquele homúnculo que, a princípio, só o meu pai vira, agora era um homem alto, vestido de preto, de uns dois metros de altura, cachimbo no beiço e um caminhar tão esquisito que, se eles andassem mais rápido, os passin dele continuavam deixando ele coladin ni nóis, como disse o pai.

A essa altura, invés de imbicar pro lado da casa do sô Narciso Leite, ali antes do Pontilhão, voltaram os três correndo, e o violão eu nem sei, porque, até hoje, nunca tive coragem de perguntar pro meu pai onde ficou. Uma coisa é certa: se aconteceu eu não sei, mas que foi real, foi!

Crônica: Jorge Marin
Foto     : os irmãos Geraldo e Irenio (de paletó preto, meu pai).

quarta-feira, 12 de julho de 2017

NOSSO PORTAL


Pegando uma carona nesta triste realidade que é o crescimento da violência urbana no Brasil, realidade esta que não vem poupando nem mesmo nossa terrinha, que resolvemos voltar com esta postagem publicada aqui mesmo no Blog pela primeira vez em 2014:

Sentado recentemente na rodoviária de Juiz de Fora, aguardando pela partida do ônibus pra São João, é que fiquei a lembrar de quando ia muito a Belo Horizonte, e do desejo que sentia de retornar, o quanto antes, à nossa querida Garbosa.

Tínhamos a agradável sensação de que nossa terrinha era o asilo inviolável e que, literalmente, seria, além de ponto final, também nosso porto seguro onde estaríamos protegidos e distantes de tudo aquilo que de ruim, rotineiramente, ficava a acontecer lá fora.

Hoje, diria que nem tanto o céu nem tanto o mar e, mesmo que a saudade ainda aperte e que nossa cidade continue encantadora como sempre, já não se pode, em toda plenitude, sentir aquela sensação tranquila de estar voltando ao berço intangível da outrora “despercebida” cidadezinha, cravada num cantinho de Minas Gerais.

A malha rodoviária, que tanto cresceu por este Brasilzão afora, vindo a encurtar as distâncias e trazendo tantos benefícios a inúmeras cidades, por outro lado, veio a transformar muitas delas, entre as quais nossa garbosa, numa verdadeira ROTA DE LIGAÇÃO. Se antes a nossa vizinha Descoberto era o ponto final, hoje nos tornamos um atraente atalho para o centro-norte do país, sendo que por aqui todos transitam, fazendo uso principalmente de nossas RUAS CENTRAIS e as diversas alternativas de entradas e saídas da cidade.

Os tempos mudaram muito. Sendo assim, por questão de CONTROLE e SEGURANÇA, poderíamos pensar em priorizar apenas duas entradas de acesso, se possível construindo um belo PORTAL, preferencialmente MONITORADO POR CÂMERAS, e as demais vias de acesso com certo grau de dificuldade (redutores de velocidade), visando as chegadas e, principalmente, as SAÍDAS de veículos. Com certeza, teríamos pelo menos, um pouco mais de controle de tudo aquilo que estaria ENTRANDO E SAINDO da cidade.

Esse PORTAL, quem sabe até vindo de uma parceria entre a iniciativa privada e o poder público, seria uma obra alusiva a uma determinada vocação da cidade, que poderia ser referente à INDUSTRIA DE CONFECÇOES, MÚSICA, FUTEBOL  e outros. Um símbolo eternizando e divulgando a marca de um povo, de preferência desenvolvido pelos próprios artistas Sanjoanenses.

Um PORTAL, que além de certo RESPEITO, mostraria que, dali pra frente VIVE UM POVO FELIZ E ACOLHEDOR, ARRAIGADO ÀS SUAS TRADIÇÕES, VALORES E PRECEITOS.

Crônica: Serjão Missiaggia
Foto      : Facebook

segunda-feira, 10 de julho de 2017

BELEZAS DA TERRINHA


OLHA O FRIO!!!

Foto de hoje: Serjão Missiaggia

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM CONTA ALGUM CASO DESSA CASA???

CASA DA SEMANA PASSADA - A casa do Dezinho, na Rua do Sapo, foi primeiramente reconhecida pela Ilka Matta Gruppi, pela Cristina Velasco Itaborahy e pelo Maninho Sanábio.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério???


ONDE FICA ESSE BUSTO??? DE QUEM É???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Marcelo Oliveira, Ana Emília Silva Vilela e Diva Guazzi Knop reconheceram o Morro dos Coquinhos e o loteamento atrás do Parque de Exposições.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

sexta-feira, 7 de julho de 2017

O MINEIRO QUE QUERIA SORRIR


O caso aconteceu em Sete Lagoas, mas poderia ter acontecido em qualquer cidade do interior de Minas. Reforço a qualificação “de Minas”, porque o mineiro tem uma habilidade particular e, ao mesmo tempo, geral, de contemporizar seus conflitos de forma bem-humorada, embora alguns digam que essa característica está com os dias contados.

Aliás, é preocupante a forma pela qual algumas pessoas mineiras do século XXI resolvem seus conflitos. É sempre na base do xingamento, da porrada e até mesmo ficando “de mal” no Face ou, deus-me-livre-e-guarde, bloqueando no Zap.

Mas, vamos ao causo! Chegando no Detran da cidade para renovar sua carteira de habilitação, que nós, mineiros, chamamos de CARTÊ DI MOTORIS, um fotógrafo foi repreendido pela MOÇA lá, que é como chamamos a auxiliar administrativa:
-              Ô MOÇO, pode sorrir não, SÔ!
-              MÉQUIÉ?
-              OCÊ riu no retrato - esclareceu ela.
-              I U QUI QUI TEM? - perguntou ele.
-              É que NUM pode, né. Tá no regulamento.

O fotógrafo protestou, pediu pra ver o tal regulamento, a moça disse que NUM podia MOSTRÁ, pois era um documento interno. A mulher do moço começou a se incomodar, pediu pra ele fechar a cara, ele achou um BISURDO.

Como a fila GARRÔ, as pessoas começaram a dar pitacos: uns achavam que que a pessoa tinha que parecer séria na foto pra fazer cara de bandido, pois aí era mais fácil pra polícia identificar. Mas quem falou que todo bandido é sério? E o CURINGA?

A esta altura o fotógrafo já estava explicando pra gerente, uma mulher feia e mal-humorada, que essa coisa de não sorrir era uma recomendação que os retratistas faziam antigamente, quando as fotos eram tiradas naquelas chapas enormes (ficou com medo de falar daguerreótipos e ela não INTENDÊ), que era pra pessoa não ficarem de boca torta durante a exposição da foto.

BÃO, pra INCURTÁ a história, o fotógrafo assinou um Termo de Responsabilidade e tirou a foto sorrindo.

Depois de divulgada a história, um grupo de deputados mineiros pensaram até em fazer uma lei regulamentando o sorriso, mas, sabem como é: mineiro é um bicho danado de orgulhoso. Depois que o político mineiro mais famoso, que queria ser Presidente e tudo, foi denunciado por corrupção e, o que é pior, foi solto, DUVI-DE-O-DÓ que tenha algum mineiro querendo sorrir.

Crônica: Jorge Marin

MÚSICAS QUE O PITOMBA ESCUTAVA


QUEM SE LEMBRA DE SEPTEMBER???

quarta-feira, 5 de julho de 2017

PRESERVANDO A TRADIÇÃO DE UM POVO


Foi diante deste breve período glacial que, por sinal, veio a coincidir justamente com a BELA festa junina (VIVA SÃO JOAO! VIVA SÃO PEDRO!) promovida pela Prefeitura Municipal ali na Avenida Tancredo Neves, que, proseando com um conterrâneo, comentava sobre o frio que fazia na garbosa nesta mesma época do ano.  Aí, ficamos a catalogar algumas festas em que ele (o frio!!!) era presença marcante, além de indispensável pra compor o cenário perfeito daqueles momentos festivos tão típicos de inverno.

Foi quando nos lembramos de como eram geladas aquelas noites de junho e julho em que aconteciam as festas juninas de Santa Rita, São José, Santo Antônio e, principalmente, os famosos baiões de Mangueira e Botafogo.

Mas, voltando à referida festa, gostaríamos de parabenizar aqui no Blog a Prefeitura Municipal, em especial a Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, pelo dinamismo e pela atenção especial às nossas TRADIÇÕES. Aliás, diga-se passagem, eventos como este deveriam ser sempre preservados com muito entusiasmo e seriedade.

Ambiente alegre, familiar e aconchegante, que nos remeteu sem dúvidas aos antigos baiões da terrinha.

Crônica: Serjão Missiaggia
Foto     : Facebook

segunda-feira, 3 de julho de 2017

BELEZAS DA TERRINHA


MANHÃ DE INVERNO.

COMENTÁRIOS SOBRE A RUA DO BURACO - Quem acertou 100% o desafio da semana passada foi a Tereza Pavanelli que, além de falar de onde a foto foi feita (do Santo Antônio), ainda contou um caso da rua: "dessa rua vinham as boiadas de fazendas da estrada de Descoberto. Brincávamos na Rua Expedicionário e as crianças da Rua do Buraco, que não conseguiam entrar em casa, corriam para a Expedicionário e nós, da outra rua, corriamos junto com elas. Só sei que era uma gritaria misturada com medo.  Kkkkk era muito bom!!!"

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM SABE ALGUM CASO SOBRE ESSA CASA???

CASA DA SEMANA PASSADA - As duas casas na interseção da Rua do Buraco com a subida do Ginásio (do João de Deus e do Arlindo Retratista) foram primeiramente reconhecidas por: Maria da Penha Santiago, Cida Costa e Vanda Helena Bressan Ghetti.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério???


QUE LUGAR ÉSSE AÍ??? QUEM SABE???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - "Comece o dia com segurança. Termine sem acidentes." O Maninho Sanábio bateu seu recorde de acertos. Essa é a frase que está na placa da Fábrica Santa Martha. Parabéns!!!

Foto de hoje: Serjão Missiaggia

BRIGADU, GENTE!

BRIGADU, GENTE!
VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL