segunda-feira, 27 de março de 2017

BELEZAS DA TERRINHA


PROTEGENDO SÃO JOÃO.

COMENTÁRIOS SOBRE A RUA CAPITÃO BASÍLIO - Mais de mil e seiscentas pessoas observaram a rua publicada na semana passada. Uma parte dos observadores, liderados pela Fernanda Macêdo, Antônio Carlos Bezerra e Rita de Cássia reconheceram a rua, principalmente pela casa do Tonico Machado, enquanto um outro grupo jurava que era o Beco das Flores. No final das contas, a família Machado bateu o martelo. Dádiva e Tonho Machado falaram mais alto: MORRO DO MACHADINHO!

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM SABE ALGUM CASO DESSA CASA???

CASA DA SEMANA PASSADA - Continuando pela Rua do Descoberto, chegamos a outra casa da família Zampa (do sr. Fernando e dona Olívia, como informou o Carlos Antônio Zampa, neto do casal). Como havíamos publicado a casa do sr. Nelson, muita gente confundiu as duas casas. Outros que acertaram foram: o Marcelo Oliveira e a Rita Knop.

Mas coube à Ana Emília Silva Vilela contar o caso: "eu morava com o tio Jair e a tia Hercília Zampa (pais do Carlos Antônio), e todas as noites, após fechar a loja (Casa Matos), íamos visitar o sr. Fernando, D. Olívia, Quinha e Irene (da loja O Guri). Na maioria das vezes, chegava o sr. Nelson, o Orlando, e os assuntos eram sempre muito interessantes. Família de descendência italiana. A uma determinada hora, eu ia pra rua brincar. Tinha muitas crianças na rua e, quando eram 21 horas aproximadamente, o tio Jair chegava na janela e me chamava. Eu entrava para tomarmos café e depois íamos embora. Não esqueço o gosto do café da Dona Olívia. Aquela xícara delicada, fininha! Muita saudade daquele tempo".

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério???


ONDE FICA ESSE COQUEIRO???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Os três primeiros a reconhecer o prédio da Cooperativa, ao lado do Banco do Brasil, foram: Fernanda Macêdo, Márcio Velasco e Diva Guazzi Knop.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

sexta-feira, 24 de março de 2017

CARNE DE PAPELÃO


Tenho corrido de política como o diabo corre da cruz. Mas, aqui e ali, alguns fatos do dia a dia acabam nos causando revolta e não resisti: publiquei uma mensagem contra a reforma da previdência no Face.

Achando ter cumprido um dever cívico (embora seja apenas mais uma bobagem publicada nas redes sociais), volto para curtir o que eu realmente gosto, que são as músicas dos anos 70, filosofia, budismo, teatro, e piadas. Nisso recebo o inbox de um amigo com o seguinte comentário: “Se você é eleitor da Dilma, também é eleitor do Temer. Logo, não pode reclamar, pois é o SEU candidato que está detonando a classe trabalhadora”.

Fico pensando nessa lógica e chego à conclusão que não há resposta possível para esse questionamento. Se eu disser que não era isso que estava no programa de governo da minha candidata, vai dizer que eu sou ingênuo. Se eu disser que era isso que o candidato dele faria, vai me responder que não tem candidato e que, aliás, nem vota.

Surge, assim, uma coisa que detesto: a figura do APOLÍTICO. Não que a pessoa não possa detestar política. De repente, ela tem mais o que fazer e está mais preocupada com os seus assuntos pessoais do que com o destino dos outros. Na Grécia Antiga, esse tipo de pessoa, mais centrada em seus interesses particulares, era chamada de IDIOTA (do grego idiotes, que significa “indivíduo privado”).

Mas o que me irrita é o seguinte: se esse idiota (ainda no sentido grego) é apolítico, por que é que ele acha que tem que dar pitaco na postagem daqueles que querem participar de grupos que integram a pólis (cidade) e, por isso mesmo, chamado de políticos? Quando os políticos queriam, na Grécia, saber da opinião desses plebeus, chamavam-nos para uma opinião coletiva, o que se chamava (chama até hoje) PLEBISCITO.

A posição do apolítico é, a princípio, muito confortável, porque, seja qual for o acontecimento político do momento, ele critica. No entanto, como ele não opina, fica obrigado a sofrer TODAS as consequências dos seus não-atos. Afinal, quem não toma partido, toma... sei lá onde.

No tempo do golpe militar, me diziam “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Hoje sei que, na verdade, manda quem permitimos que mande e obedece quem tem medo. Carne de papelão, sangue de barata.

Crônica: Jorge Marin
Foto     : disponível em https://assimerahollywood.wordpress.com/2013/01/10/filmes-em-busca-do-ouro/

MÚSICAS QUE O PITOMBA ESCUTAVA


QUEM JÁ DANÇOU AO SOM DESSA MÚSICA???

quarta-feira, 22 de março de 2017

AINDA NOSSO TRÂNSITO


Foi acompanhando as noticias sobre os EXCESSOS de VELOCIDADE praticados por alguns motoristas na Rua Capitão Ferreira Campos e os recentes acidentes envolvendo motocicletas, que resolvemos falar um pouquinho mais sobre o trânsito. Por sinal, fato este que não é somente “privilégio” da referida rua, e sim de quase todo o centro da cidade.

Mas, ainda antes, abrimos aqui um pequeno parêntese para elogiar nossos MOTORISTAS, principalmente no que se refere às faixas de pedestres. Observa-se que, na sua quase maioria, são pessoas EDUCADAS, respeitadoras das leis e, acima de tudo, dos transeuntes, comportamento que não acontece na maioria das cidades brasileiras, e que é amplamente notado e comentado por aqueles que nos visitam.

Infelizmente, não poderemos dizer o mesmo quanto à totalidade de nossa imensa frota de MOTOCICLETAS. Aliás, uma maior FISCALIZAÇÃO no que tange à prática de se fazer a adulteração nos ESCAPAMENTOS ORIGINAIS com a nítida intenção de se provocar mais RUÍDOS aliado aos excessos de velocidade, já se faz por necessária há um bom tempo. Não podemos esquecer que overdose de barulho também se traduz numa forma de VIOLÊNCIA URBANA!

Mas, voltando ao trânsito, é nítido que, em função do perfil geográfico de nossa cidade, aliado ao crescente número de veículos, o espaço físico para trânsito no centro se tornou pequeno. Tem esquina, como é o caso da Rua Zeca Henriques com Fortes Bustamante, que, em função de seu congestionamento, vai se tornando em determinados horários, verdadeiro pavor aos transeuntes.

Não será difícil imaginar como ficará isso no futuro, principalmente se não se tentar, desde já, encontrar uma solução para DESAFOGAR um pouco o trânsito em algumas ruas centrais. Por sinal, achamos bastante sensato e oportuno quando, na primeira reunião da câmara, um vereador sugeriu a contratação de uma empresa especializada em Engenharia do Trânsito, com a finalidade de promover a melhoria do tráfego nas Ruas Centrais da cidade. Sem esquecermos, claro, de termos também, aqui mesmo na terrinha, pessoas altamente CAPACITADAS para tal.

Enfim, qualquer boa intenção ou ideia de pouco ou quase nada adiantarão se não vierem, antes de tudo, também acompanhadas de uma MAIOR FISCALIZAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO no trânsito.

Crônica e foto: Serjão Missiaggia (a foto é de Outubro  de 2013!)

segunda-feira, 20 de março de 2017

SE ESSA RUA FOSSE A MINHA


QUEM SE LEMBRA DE HISTÓRIAS VIVIDAS NESSA RUA???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia

BRIGADU, GENTE!

BRIGADU, GENTE!
VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL