segunda-feira, 18 de setembro de 2017

SE ESSA RUA FOSSE A MINHA


QUEM SE LEMBRA DE EMOÇÕES VIVIDAS AQUI???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM SE LEMBRA DE ALGUM CASO DESSA CASA???

CASA DA SEMANA PASSADA - A primeira a acertar foi a Fernanda Macêdo: "Avenida Carlos Alves... Essa é a casa da Dona Cora. Ia visitá-la junto com minha mãe ou minha avó, depois passávamos na casa da Dona Zizinha!!! Boas lembranças da minha infância". Também acertaram: Rita Knop Messias e Maria da Penha Santiago.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério ???


O QUE QUE É ISSO MINHA GENTE???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Márcio Velasco, Diva Guazzi Knop e Graça Lima foram os primeiros a acertar: Igreja do Rosário.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

EM 1965, EU ERA O FUTURO DO BRASIL


Era o ano de 1965 e estávamos todos na fila: eu, Helinho, Renatinho, Rogério Baleia, Mazola, Francisco e um bando de outros colegas. Cantávamos o Hino Nacional. Éramos o futuro do Brasil, dizia a nossa querida diretora, a Dona Terezinha de Almeida.

Entrávamos para as nossas salas cantando a plenos pulmões algum “sucesso” do nosso hinário. Aquela pobreza total que só mesmo quem viveu os anos 60s é capaz de relatar: livros encapados com papel amarelo da congeladora, aquele lapisão vermelho e aqueles sapatos poídos e arranhados.

Futuro do Brasil, quem diria? Saí louco de vontade pra contar para o meu pai as novidades. Meu avô é quem foi me buscar naquele dia, e eu fui falando de cara:
- Vô, cê sabe que eu sou o futuro do Brasil? – eu nem lembro o que ele respondeu.

Chegando em casa, minha mãe estava com uma revista O Cruzeiro lendo: era sobre a Revolução Redentora de 1964, que estava completando 1 ano. Antes de contar sobre a tarefa que a diretora havia me dado, ela comentou:
- Agora sim, com os militares no poder, acabou a politicagem, a roubalheira, a pouca-vergonha. Deus ouviu nossas orações contra o comunismo.

Meu pai estava na Fábrica de Tecidos Sarmento, na fiação.

Fui almoçar com o coraçãozinho batendo forte: não só eu era responsável pelo futuro do Brasil (gente, o Brasil é muito grande, pensava), como também agora temos os militares para nos ajudar.

Não tem como nada dar errado.

Pois é.

Crônica: Jorge Marin
Foto     : acervo do autor

MÚSICAS PARA ESCUTAR NO ROCK'N RIO


ELES ESTARÃO NA ABERTURA HOJE... MAROON 5!

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

NA ÉPOCA DO BOLOTE


Acompanhando esta onda de violência que vem assolando nossa cidade, por sinal, “privilégio” este que se estende aos demais municípios brasileiros, ficamos, vez ou outra, a recordar dos bons tempos do Bolote.

Bolote, para aqueles que não se lembram, principalmente esta geração mais nova, foi nosso delegado por um bom tempo na década de setenta.

Sinceramente, com este Código Penal, não tenho a mínima dúvida de que pouco ou quase nada nosso ex-delegado poderia fazer nos dias de hoje, fato este que não o impediria, austero como era, de incomodar muito bandido e aqueles que insistissem em colocar seus direitos acima dos DEVERES. Para ele, as LEIS, por mais SIMPLES que fossem, estavam aí para serem CUMPRIDAS e RESPEITADAS.

Lembro-me que, certa vez, mais ou menos com meus dez anos de idade, resolvi pegar uma pedra e atirar no córrego aqui em frente de casa. Coincidentemente, naquele momento, estava passando  o Bolote com sua famosa charrete. Ao ver-me degradando o córrego, mesmo que fosse com uma simples pedra, parou a charrete e gritou:
- Ah, Italiano! Se eu te pego! - Corri em disparada pra dentro de casa, e,  mesmo sendo de maneira um tanto terrorista, aprendi daquele episódio em diante que, de pedra em pedra, estaria contribuindo pra poluir o córrego. E assim, nunca mais o fiz.

Coitado daquele que andasse no passeio de bicicleta ou que fosse menor de idade consumindo bebidas alcoólicas, ou mesmo frequentando determinados lugares.  Que danificasse um patrimônio público ou perturbasse o sossego alheio com qualquer tipo de poluição sonora. Imaginem vocês que, por várias vezes, fomos pedir uma licença pra fazer serenata. E olhe que era uma serenata disciplinada e de sonoridade bela! Tínhamos consciência disso, mas esse procedimento nos fazia refletir ainda mais, que serenata seria uma coisa, e baderna durante a madrugada, seria outra.

Coisinhas sutis e até banais, mas que não nos deixaram esquecer que, antes de tudo, teríamos que ficar atentos aos nossos DEVERES para se conviver COLETIVAMENTE.

Tenho sim, saudade dos bons tempos de Bolote!

Crônica: Serjão Missiaggia
Foto     : Facebook

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

BELEZAS DA TERRINHA


ESTAÇÃO SÃO JOÃO.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

BRIGADU, GENTE!

BRIGADU, GENTE!
VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL