segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

BELEZAS DA TERRINHA


ÁRVORE-PATRIMÔNIO.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

TODA CASA TEM UM CASO


ESSA CASA TEM UM CASO. QUEM CONTA???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & detalhes???


QUE LUGAR É ESSE??? QUEM SABE???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

MEDO DE MULHER


A gente envelhece, e como acha que, por ter vivido, como adolescentes, a geração 70, da loucura, do rock, da pílula, do amor livre, iríamos nos transformar nuns velhinhos muito loucos, tipo Stan Lee nos filmes da Marvel, ou bonitões igual ao Robert Redford que, aos 81, continua arrancando suspiros da mulherada.

Tudo mentira! Primeiro que vivemos, realmente, a louca década de 70, mas a única sacanagem da qual participamos foi o Golpe Militar. Lembro que estávamos jogando sinuca no Bar do Tcham e chegavam os “hômi”. Aí, meus amigos, jogavam todas as nossas bolas na caçapa e mandavam a gente ir embora. Bom que não eram, realmente, as "nossas" bolas, mas as bolas da sinuca. No cinema então, nem é bom falar: pra ver uma pontinha do quadril nu da Brigitte Bardot tínhamos que quase deitar no chão da Rua Capitão Francisco Ferreira pra olhar de um buraquinho na porta do Cine Brasil.

Aí tiramos uma certa onda hoje, dizendo pros nossos filhos que fizemos isso, desrespeitamos aquilo, tomamos todas (esta parte é verdade), quando, na realidade, éramos uns bundões, não muito diferentes, aliás, do que os adolescentes e jovens de hoje. Namorávamos pra casar, quando, na verdade, queríamos mesmo era transar. Mas era uma bocozice tão grande que tínhamos medo de falar com as meninas que queríamos transar porque elas, tipo, iam achar que nós estávamos achando que elas eram galinhas. E elas também não reconheciam que estavam a fim porque achavam que a gente ia achar que elas eram galinhas. Puritanismo galináceo!

Mas, graças a Deus, o tempo passou e viramos coroas, mas o mundo, dizem, teve uma evolução de costumes, seja lá o que for isso. De qualquer maneira, antes de contar o que me aconteceu, quero deixar registrado que eu nunca vou deixar de reconhecer que, desde o “nosso tempo”, as meninas têm sido mais massacradas do que nós, vítimas de desigualdades, violências e de todo o tipo de babaquice que nós, homens, vimos repetindo através dos séculos.

O problema é que, ao que parece, elas resolveram ir à forra, e, como sou muito “sortudo”, acabei pagando o pato.

Venho eu, todo serelepe, véi “se achando”, com minha camisa do Botafogo, num ônibus urbano adaptado para deficientes, sentado numa daquelas cadeirinhas de acompanhante e lendo as mensagens no meu zap. Aí, entra uma morena muito bonita, jovem, carregada de sacolas. Imediatamente, viciado em gentileza com mulheres (até com as feias), levanto-me e a convido para sentar. A reação da moça é de espanto completo:
— Por que?
— Por que o quê? — devolvo a pergunta.
— Por que o senhor está me cedendo o lugar? O que o senhor quer comigo?

Gente, não vou contar aqui a conversa toda que tive para provar que, como idoso, o que eu queria era SÓ ser gentil. Pelo menos, é o que eu acho. Mas, confesso, foi mais difícil lidar com aquela situação do que com aquela tropa de choque de 1972 que não queria que eu jogasse sinuca.

Crônica: Jorge Marin

MÚSICAS QUE O PITOMBA ESCUTAVA


EITA TEMPO BÃO!!!

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

OS TRÊS PERÍODOS DO GRUPO PITOMBA


Aproveitando a excelente “deixa” de nosso amigo Jairo Santiago, quando, numa das postagens anteriores, nos questionou sobre uma fotografia do grupo e seus respectivos integrantes, que iremos tentar de maneira simples e sucinta posicionar nossos leitores sobre as três fases daquela que foi a primeira banda de Rock Progressivo da terrinha.

NA PRIMEIRA FASE, o Pitomba, tinha como componentes Silvio Heleno (guitarra solo), Dalminho ( base e vocal), Márcio Velasco (contrabaixo), Renê Ladeira (ritmo e vocal), Renatinho (iluminação) e Serjão (bateria).  Épocas das brincadeiras dançantes, repertório com músicas comerciais, além de alguns compromissos a troco do lanche, e infinitos “pegas.” Época inesquecível, divertidíssima e de muitos causos hilariantes que ficarão pra sempre na memória.    

NUMA SEGUNDA FASE, ante as famosas hibernações do grupo, quatro componentes do Pitomba (Silvio Heleno, Dalminho, Marcio e Serjão) passaram a integrar o Conjunto da Nely. Muitos bailes e viagens memoráveis, nossos primeiros trocados, novas amizades e momentos não menos divertidos, como o que foi narrado na última postagem.

Na TERCEIRA E MAIS RECENTE FASE, uma tendência ao Rock Progressivo começaria a se tornar presente. Foi quando tivemos a inclusão de novos componentes (Zé irmão da Nely, Paulinho Manzo, Jorge Marin, Godelo, Bellini, Iko Velasco e Capanga) juntamente com remanejamentos de músicos no que tange a instrumentos.

Zé foi para bateria, Renesinho Ladeira para guitarra solo, Serjão para guitarra base, Beline para o vocal, Silvio Heleno para o teclado, Jorge na apresentação, composição de letras e textos, Paulo Manzo apresentação áudio visual, Godelo sonorização e gravação, Renatinho efeitos especiais e Ilko e Capanga suporte geral. Dalminho nesta época estava morando em Belo horizonte.

Foi um breve e rico período, onde começaríamos a realizar alguns trabalhos somente com canções e instrumentais autorais. Cito dois exemplos: uma apresentação audiovisual na Boate Kako do clube Democráticos e o famoso show ao vivo na sede social dos Trombeteiros, onde se fez presente um imenso e vibrante público. Infelizmente, desta ultima formação, já não se encontram mais entre nós os saudosos e inesquecíveis Zé e Godelo.

Um fato pitoresco que aconteceu nesta última apresentação foi a audácia de termos reunido quase toda aparelhagem da cidade, e, fazendo uma ligação em série, termos conseguido uma incrível potência.

Lamentavelmente em nenhuma dessas fases havia a facilidade que temos hoje para captar imagens fotográficas ou mesmo filmagem. Com certeza, seria um filão de ideias para bons e divertidos filmes.

Crônica: Serjão Missiaggia
Foto     : acervo do autot  


segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

SE ESSA RUA FOSSE A MINHA


QUEM SE LEMBRA DE EMOÇÕES VIVIDAS AQUI NESSA RUA???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

BRIGADU, GENTE!

BRIGADU, GENTE!
VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL