segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

BELEZAS DA TERRINHA


Entardecer...

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM SE LEMBRA DE ALGUM CASO DESSA CASA???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério???


QUE LUGAR É ESSE???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

SAUDADE DE OUTROS CARNAVAIS


Do que é que você tem saudade no Carnaval? Será da juventude perdida? Da loucura remediada? Ou da noite não dormida?

Será saudade de algum corpo jovem, sem nome, sem roupa, sem-vergonha? Ou somente saudade estética, da evolução atlética, da fantasia dramática ou do protesto político?

Pode ser que seja uma saudade do hino do Trombeteiros, do Democráticos, ou da bateria do Esplendor ou da Esaca ou Caxangá. Sei lá... saudade pode ser de tanta coisa.

Dizem que saudade é falta de algo que se teve e hoje não se tem. Será que é a falta do nosso antigo corpo, da nossa alma barulhenta ou do nosso espírito irrequieto?

Será que é saudade da inocência de outros tempos? Ou da perda da inocência há tempos? Saudade do que se viveu ou saudade do que poderia ter vivido se quisesse?

O certo é que saudade é sempre... falta. E se é falta é desejo. De beijo? De seguir dançando o cortejo? De uma assembleia de paetês?

Se não sabes do que é essa saudade, então vou dizer. Não se arrepie! Saudade é saudade de nada. Saudade é esse não-dormir na madrugada, e poder, com toda a força do coração, desejar. Não é desejar o bem que já se teve ou o ótimo que não se obteve. Nem tampouco voltar no tempo ou fugir dos contratempos.

Saudade é puro desejo. Agora. No seu peito.

Poesia: Jorge Marin

MÚSICAS QUE O PITOMBA ESCUTAVA


SOFRÊNCIA PÓS-CARNAVAL.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

O VELHO CARNAVAL DA TERRINHA


Como já disse por diversas vezes aqui mesmo no blog, mesmo não sendo um folião inveterado, sempre gostei desta época de carnaval, principalmente em função da alegria e dos muitos amigos e familiares que encontramos, e que sempre aparecem na cidade neste período.  

Boas prosas rolam e os momentos sempre se tornam agradáveis e descontraídos. Coisa que, infelizmente, não vinha acontecendo nos últimos anos em função de muitos fatores.
                                        
A partir do momento em que algumas MEDIDAS OPORTUNAS vindas do poder público começaram a se tornar realidade, dentre as quais o alento aos nossos ouvidos, no que tange aos excessos sonoros que nada lembravam o carnaval, tudo começou a voltar como antes. Com pouquíssimas exceções, desfrutamos de músicas genuinamente carnavalescas, onde em alguns lugares pontuais, as marchinhas e sambas-enredos foram uma constante. Nada contra as demais tendências, mas acho que cada coisa tem sua hora e lugar.

E, claro, associando a tudo isso, a feliz iniciativa de se tentar resgatar o VERDADEIRO CARNAVAL, sendo que o retorno e a chegada de NOVOS BLOCOS, a meu ver, foi o ponto alto da festa.

Tivemos pouquíssimas ou nenhuma ocorrência nos CIRCUITOS, e isso foi uma grande vitória. Folião ou não, redescobriu-se o prazer de estar novamente pelas ruas da cidade curtindo cada momento. Vislumbramos um carnaval LEVE, ALEGRE, ORGANIZADO e que deixou boa impressão, principalmente para aqueles GENUÍNOS turistas.

Chamou-nos à atenção o retorno de FANTASIAS NOS BLOCOS, onde pudemos contemplar a volta de muitas FAMÍLIAS passeando com suas CRIANÇAS pelas calçadas e praças.

Como gran finale, o BLOCO DO BARRIL mais uma vez chegou arrastando multidões e, de maneira bem mais TRANQUILA e SEGURA, trouxe muita IRREVERÊNCIA e ALEGRIA.

As INTENÇÕES foram DIGNAS DE APLAUSOS.  A semente está sendo plantada e, com certeza, poderá trazer ainda mais frutos no futuro, sendo o principal deles o retorno maciço de nossos CONTERRÂNEOS à terrinha neste período.

Aos organizadores envolvidos, MIL!


Crônica e foto: Serjão Missiaggia

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

SE ESSA RUA FOSSE A MINHA


QUEM JÁ VIVEU GRANDES CARNAVAIS NESSA RUA???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

BRIGADU, GENTE!

BRIGADU, GENTE!
VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL