segunda-feira, 30 de novembro de 2015
BELEZAS DA TERRINHA
DESCENDO DA MISSA...
DEPOIMENTOS SOBRE A RUA DO SARMENTO - Muita gente se lembrou, com emoção, da eterna RUA DO SARMENTO. Publicamos os cinco primeiros depoimentos:
Regina Florindo: "Esta era a famosa RUA DO SARMENTO! Onde, na década de 60, as moças, inclusive eu, subíamos e descíamos, enquanto os rapazes ficavam na beira do passeio! Isto, é claro, era nos sábados e domingos, pra conseguir arrumar um namorado e ir passear com ele na RUA DA PACIÊNCIA! Mas só até umas 9 horas. Meu pai ficava esperando em casa!"
Eleomar dos Santos Antunes: "Esta foto me faz lembrar justamente os dias de carnaval QUANDO A CIDADE FICAVA LOTADA E OS DESFILES DAS ESCOLAS DE SAMBA ERAM AÍ. Eeeeita tempo bom. Ficava apertado para ver, mas era muito bom."
Ângela Márcia Moraes e Evanise Rezende lembraram do Natal na vitrine da Tipografia (decorada pela Luciana Pullier e pela dona Bunita), do Papai Noel em tamanho natural e das cartinhas com pedido de presentes para a família,
Márcio Sabones: "Quando jogava basquete no Polivalente e a fome de bola era grande, subíamos o morro do São José correndo debaixo de sol quente nas tardes de sábado, para não ser o próximo na pelada. Hoje em dia, só de olhar o morro eu já fico cansado."
Segunda que vem tem mais rua !!!
Foto: Serjão Missiaggia
CASOS CASARÕES & seus detalhes misteriosos ???
QUEM SE LEMBRA DESSA CASA AÍ ???
ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - nossa intenção era apenas mostrar um casarão e homenagear uma das campeãs do nosso CASOS CASARÕES, mas ela - Evanise Rezende - se antecipou e resolveu falar da rua inteira. Vejam:
"Até que enfim... minha rua André Gotti... onde passei grandes momentos... Vovó Bide... Saudoso sr. Roney Cruz, com dona Hilma, pessoas que fizeram parte de nossas vidas... Sr. Fragoso... Tem também o galpão da Abem que tanto foi importante para nossas crianças e hoje tá parado... Sr. Cléber também morou ali... Hoje moro na casa da dona Neguinha, também grandes amigos da família."
Outras duas moradoras, Márcia Maria Rodrigues e Maria da Penha Santiago, também comentaram sobre a rua e seus moradores.
Foto: Serjão Missiaggia
CASOS CASAS & mistério ???
QUE LUGAR É ESSE ???
ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Maninho Sanábio, Marcelo Oliveira e Márcio Velasco reconheceram o anjinho da Igreja do Rosário.
Foto: Serjão Missiaggia
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
TRONCO A FORMAR PONTE SOBRE UM RIO
Hoje saio
da minha rotina de crônicas para uma aventura. E é uma aventura na selva. Ou em
mata maravilhosa à margem de rio.
Explico:
vou falar, pela primeira vez aqui no Blog, de um livro.
Mas não
pensem que é um livro como esses livros que se abre e lê e fecha. É um livro de
ver! Mas também não é um livro de figuras nem de colorir nem de ler o que as
figuras significam.
Aliás,
pensando bem, eu já nem sei se esse livro de César Brandão, artista
sandumonense, é, por assim dizer, um livro. Na verdade, são fotos de objetos
que, reunidos, criam uma fábula que... nada tem a ver (ou será que tem?) com os
objetos.
Quem
acompanha a trajetória de Brandão sabe que ele trabalha nas margens das
possibilidades artísticas, ora no desenho, na pintura, em instalações, filme e
fotos. Além disso, os objetos que utiliza sempre evocam uma certa perplexidade
porque são brutos, toscos e inesperados. Exatamente iguais às gambiarras que
usávamos quando se usava brincar em quintais.
Em “Tronco
a formar ponte sobre um rio”, o livro, os objetos remetem muitas vezes às “tranqueiras”
dos quartos de criança: são frutos, bichos, balas, vagens, arames e barbantes.
Tudo isso
é fotografado sobre rabiscos, garatujas e rascunhos. E, de repente, assim como
acontecia quando brincávamos com besouros e caixas de fósforos, surge uma história:
um povo assiste, passivo, faminto e marginalizado (na margem de cá), à
exuberância e fartura da margem de lá. Impossível enfrentar a violência, a
extensão e os predadores do rio.
Mas, a
natureza, ainda mais avassaladora, recompõe, como sempre faz, o equilíbrio.
Ao que se
vê, trata-se de um livro infantil, mas só porque feito com a matéria de que são
feitas as ARTES das crianças. No entanto, pode-se dizer que é um trabalho
artístico feito para todos que são ou já foram crianças.
Brandão,
que ainda faz artes, porém sem medo do perigo, corre ligeiro sobre esse
Tronco... ao equilíbrio dos próprios pés. E voa.
Resenha:
Jorge Marin
Foto : disponível em http://www.omotiro.com.br/projetos-2/
(site da editora)
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
ATAQUE EM "MASSA"
Sei que poucos
terão paciência de ler esta croniqueta, mas, ao encontrar-me com um IRMÃO DE ARMAS
que não via há quase quarenta anos, e ter ficado por um bom tempo relembrando
passagens engraçadas de nosso período de TIRO DE GUERRA, é que resolvi postá-la
na integra.
Fim de mais um
dia de instrução e eu, fatigado e morrendo de fome, via meu nome ser estampado
na escala do quadro-negro da sala de instrução do Tiro de Guerra 04-151.
Não acredito!
Logo hoje? E justamente na véspera do meu aniversário?
Pra piorar
ainda mais a situação, era uma sexta-feira e uma pequena festa já havia sido
programada por parentes, amigos e namorada.
Bem! Nem tudo
estava perdido, pensei. Pelo menos, estamos na véspera e não no dia. E assim,
muito a contragosto, lá pelas cinco e trinta da tarde, vesti a velha farda,
calcei meu coturno, firmei o manual pelo sovaco, peguei meu pão com queijo e
minha garrafa térmica de chá mate e me mandei em direção à avenida. Enquanto
seguia solitariamente por aquela rua detrás da fábrica, procurava ao mesmo
tempo ir me consolando na justificativa de que meu aniversário seria apenas no
outro dia.
E que noite
cansativa foi aquela! Pois, coincidentemente, fui premiado com a companhia de
três irmãos atiradores (sentinelas) que faziam de tudo, principalmente nada.
Por sinal, verdadeiros amigos que ficarão guardados com muito carinho na
lembrança.
Foi uma das
madrugadas mais frias que passei, pois, enquanto ali cumprindo meus deveres de
Cabo da Guarda, já quase congelado, via o dia amanhecer.
Havíamos
trabalhado na faxina até pouco mais das onze da noite, pois nada poderia sair
errado. Como todo atirador que se preza, sabia de antemão que, antes mesmo do
dia clarear, salvo em caso de GUERRA, lá estaria nosso comandante a passar em
revista a tropa, ou melhor, o dedo em cada centímetro dos móveis à procura de
vestígios de poeira. Dobrar a guarda em caso de alguma alteração no serviço nos
fazia tremer na base. Era complicado para nós, principalmente se estivéssemos
no comando naquela noite.
Administrar a
limpeza da sede, especialmente quando tínhamos a companhia de alguns atiradores
que só queriam mesmo era bagunçar, dava mesmo vontade de chorar. As horas iam
se passando, o cansaço só aumentando e o serviço não rendia.
E se um
daqueles três vasos sanitários do banheiro não ficasse brilhando como espelho e
cheirando a Pinho Sol? Aí é que a coisa ficava feia pro nosso lado. Isso pra
não falar que ainda tínhamos que fazer a limpeza da área externa, varrendo o
passeio, regando as árvores, molhando com o auxilio de um regador a calçada, além
de dar um trato no pátio, limpar a secretaria e a sala do Sargento (essa então!).
Mas, confesso que a preocupação maior era com aquele bendito banheiro e seus
três imponentes vasos. Teve cabo da guarda que já chegou a passar quase que a
noite toda acordado apenas pra ficar vigiando uma possível sabotagem dos
atiradores, pois era muito comum alguns abdicarem de consultar a alça de mira e,
na hora de encarar o vaso, errar o alvo propositalmente só pra sacanear. No outro
dia era aquele cheiro de banheiro biológico tendo que ser limpo às pressas e em
poucos minutos. Isso nunca aconteceu em minha guarda, mas reinava a expectativa
de que um dia isso poderia acontecer.
Nossa missão
era manter tanto a parte interna quanto a externa da sede impecavelmente limpas
e, se possível, melhores do que nossa própria casa. E isto quase sempre
acontecia.
Mas, voltando àquela
gélida manhã de sábado, tudo transcorria até então dentro da mais perfeita
harmonia, enquanto eu, feliz da vida, não via o momento em que o sargento pudesse
chegar para eu poder passar a guarda com tranqüilidade e sem alteração. Sabíamos de antemão que um oficial graduado do
exército estaria sendo aguardado para uma visita de inspeção, razão pela qual,
naquela noite, por várias vezes, tivemos visitas surpresa do Sargento. O negócio
era certificar-se que a limpeza estaria
além da expectativa.
E o dia amanhecera
trazendo consigo o meu esperado aniversário. Quando faltavam pouco mais de
cinco minutos para a chegada do nosso instrutor, eis que se aproxima de mim, repentinamente,
o atirador de número 40. Bastante pálido e segurando a barriga com as mãos, já
quase de joelhos, implorava para que eu o deixasse usar o banheiro. Disse que
havia comido uma galinha com quiabo e que tinha dado um “revertério” danado.
Como assim? - perguntei!
Num faz isso comigo não! O home tá chegando aí pra passar em revista a sede. O
banheiro tá um brinco e será um dos primeiros a ser checado. Corre ali debaixo
daquela goiabeira no terreno baldio ao lado e deixa acontecer naturalmente. Eu
mesmo já fui lá várias vezes, concluí.
- Num dá tempo
37, dizia ele enquanto, de pálido, passou a ficar vermelho. E seja o que Deus
quiser, pensei. Vai dar “merda” mesmo!
Pelo menos, faço uma boa ação. Pedi que pelo menos fosse o mais rápido e
objetivo possível, pois era norma do TG não deixar nenhum atirador usar o
banheiro antes da inspeção, exceto o cabo da guarda e os três sentinelas.
Enquanto isso,
com um olho no banheiro e outro no relógio, um tanto ansioso, não via a hora em
que o atirador 40 acabasse de cumprir sua difícil missão.
Mas comecei a
perceber que o negócio no banheiro ia de mal a pior. Um odor nada agradável
começava a tomar conta de toda a sede, enquanto o 40 não parava de gemer.
E tinha que
comer quiabo com frango justamente no dia de minha guarda? Ou melhor:
descarregar a galinha enquiabada na hora de entregar meu serviço? E no dia de
meu aniversário?
A coisa tava
tão braba que não haveria tática de guerra, grupo de choque ou de combate que
desse jeito. Pelo menos, que eu soubesse até então nada constava ou fazia referência
em nosso manual de instrução. Era artilharia pesada mesmo, e acompanhada de
barulhos que mais pareciam arma de repetição. Uma busca incessante pela
sobrevivência, diante de agentes químicos, que, cheirando a pólvora, se
espalhava para todas as direções. Verdadeira guerra fria entre irmãos!
Ai não teve
jeito e, com um pedaço de toalha camuflando o nariz, avancei pelo front e, indo
de encontro ao fogo cruzado, perigosamente me aproximei daquela trincheira
mortal. Comecei a implorar pela rendição do amigo “inimigo” insistindo que
arriasse logo a munição e deixasse meu vaso em paz. Pensei em arrombar a porta,
mas um engraçadinho, de sacanagem, havia gritado lá fora que o sargento já estava
subindo as escadas. Nesta altura do campeonato, os gases letais já haviam
arrasado meio quarteirão e, literalmente, provocado uma evacuação em massa da
tropa, ou seja, evacuaram todos da sala para o pátio, restando na linha de frente
somente eu, o atirador 40 e o cheiro. No desespero, cheguei a pensar numa ação
evasiva pelos francos, mas preferi não abandonar o irmão.
Meu Deus! E se
o home chega aqui agora? - pensava eu, enquanto o atirador 40 não parava de bombardear
meu vaso. Mas, quando tudo parecia resolvido, eis que meu amigo aliviado aponta
a cara no corredor e diz:
- Obrigado 37,
você me salvou! Só que tem uma coisa: joguei tanto papel que entupi a privada! Pensei:
danou tudo! Lá se foi meu aniversário! Naquela altura da batalha, o negócio era
enfiar a mão e tentar desentupir de qualquer jeito. Nada seria pior do que
dobrar a guarda e justamente no dia da minha festa.
Nisso, escutei
estacionar o Fusquinha do nosso comandante em frente à sede. Gelei de vez! A
seguir, ouvi o barulho do trinco do portão se abrindo. Agora, só mesmo São
Raimundo pra me salvar, imaginei. Deixei o banheiro de lado e, como se nada
estivesse acontecendo, fui mais do que depressa ao seu encontro me apresentar. É
tudo ou nada, pensava comigo, enquanto caminhava para recebê-lo.
Após deparar-me
com o Sargento no corredor de entrada, fui de imediato lascando aquela
continência dizendo a célebre e famosa frase:
- Atirador 37
do TG 04-151! Serviço sem alteração!” E
as pernas tremiam, pois sabia que teria que conduzi-lo em revista a cada setor
da sede, inclusive ao banheiro! E assim sucedeu.
Após verificar
a guarita, o corredor de entrada, a secretaria e sua sala, começou a se dirigir
em direção ao banheiro. E eu sempre caminhando ao seu lado, procurando ir
fazendo apresentação de cada cômodo da sede. Na verdade, quem começava a ficar
com vontade de ir ao banheiro era eu, principalmente quando me lembrei que, de
praxe e para simples averiguação, ele costumava dar sempre uma puxada naquelas
cordinhas dos vasos. Já pensou o retorno daquela aguaceira nos seus pés? Num
quero nem pensar!
À medida em que
nos aproximávamos do banheiro, minhas pernas tremiam ainda mais. Uma discreta
vontade de também visitar aquela trincheira salvadora só ia aumentando.
Foi aí que
surgiu uma ideia salvadora, ou seja, procurei entrar no banheiro antes dele e
me posicionar bem de frente à porta daquele que teria sido o vaso recém
bombardeado. Algo me dizia que ele iria averiguar os outros dois, mas não iria
olhar aquele em que eu estava. E não deu outra. Ao passar por mim, dirigiu-se
aos outros dois puxando de imediato a cordinha de descarga. Foi quando atinei
que teria me estrepado de vez, pois, de tão nervoso e apressado, não havia
percebido que, ao me posicionar, havia me enganado e ficado perfilado na porta
errada. Já era tarde demais!
Só escutei o
barulho da descarga e a sensação de que algo iria transbordar a qualquer
momento. Para minha sorte, ele. naquele dia, foi superligeiro e, retirando-se
rapidinho, nem mesmo observou como estaria o funcionamento. Saindo por último,
ainda pude escutar aquele aguaceiro começar a escorrer pelo banheiro. Fechei a
porta mais que depressa e deixei a coisa detonar sozinha lá dentro.
A seguir nos
dirigimos para o pátio. Ao perfilarmos para a famosa chamada, pude perceber que
o atirador 40 havia desaparecido. Alguém, naquele momento, cochichou ao meu
ouvido que ele havia se dirigido a um posto avançado e que teria se
entrincheirado no terreno baldio ao lado, bem debaixo de uma goiabeira pra
acabar de descarregar seu resto de munição pesada.
Pra finalizar,
gostaria de dizer que fui um dos felizardos em ter tido a oportunidade de
servir o Tiro de Guerra. Ali conheci amigos verdadeiros (Irmãos de Armas), tive
meus primeiros contatos com uma disciplina rígida que, por sinal, muito veio a
me ser benéfica no futuro. Solidifiquei meu respeito à hierarquia sem deixar de
lutar pelos meus direitos e acertos. Pratiquei o dom da humildade nos momentos
de baixar a cabeça e apenas escutar.
Presto aqui
também uma singela homenagem ao nosso eterno comandante José Carlos, que, por
longos anos, soube conduzir com muita dedicação, honradez e amor, nosso
inesquecível TG 04-151.
Aos meus irmãos
de Armas que se espalharam por este Brasil afora, deixo meu caloroso abraço. Com
certeza, cada um de vocês guarda na mochila muitas histórias pra contar.
Crônica: Serjão
Missiaggia (Nov. 2010).
Foto : acervo do autor
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
SE ESSA RUA FOSSE A MINHA
QUEM SE LEMBRA DE ALGUMA HISTÓRIA INTERESSANTE NESSA RUA ???
Foto: Serjão Missiaggia, publicada no Blog em 01/07/2013.
CASOS, CASARÕES & seus detalhes misteriosos ???
QUEM CONHECE ALGUMA HISTÓRIA DESSE CASARÃO ???
CASARÃO DA SEMANA PASSADA - a primeira a reconhecer foi a Fernanda Knop Zampa que descreveu: "casa da minha avó Iracema Trezza Knop, fica na Avenida Carlos Alves, onde eram feitos os melhores doces e quitutes da região, principalmente o canudinho de doce de leite. Hoje quem mora é minha tia Maria do Rosário. Grandes lembranças!". Rita Lima, que morava na casa ao lado, também lembrou com saudades da casa.
Também reconheceram a casa: Ana Luísa Knop, Rita Gouvêa Knop, e a Eneida Knop que, embora não tenha ficado entre as três primeiras, contou que sua mãe Conceição Knop Henriques mantém sua casinha nos fundos e fez a declaração mais apaixonada à casa: "minha vida, minha família, minha história... quantas lembranças !!!".
Foto: Serjão Missiaggia
CASOS CASAS & mistério ???
QUE LUGAR É ESSE AÍ ???
ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Marcelo Oliveira, Renée Cruz e Zezé do Couto Ciscoto foram os primeiros a reconhecer a casa da dona Nhalice, hoje da Angélica Nicodemos.
Foto: Serjão Missiaggia
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
SOMOS TODOS TERRORISTAS?
Vamos para
a Internet e vemos ódio, mortes, sujeira (real e figurada) e um tanto de
conversa fiada. Para cada tragédia, uma propaganda; para cada morte, um perfil
e para cada sujeira, uma lição de moral.
A verdade
é que, com o passar dos anos, vamos nos acostumando com essa lengalenga e
sempre temos a tendência de dizer: é, o mundo vai mesmo de mal a pior, nunca as
pessoas foram tão ruins e nunca os políticos foram tão ladrões.
Vocês
concordam? Eu não! Quem vai chegando aos sessenta anos sabe que essa história
de fim do mundo é do tempo de nossos avós. Dizer, então, que as pessoas nunca
foram tão ruins, é papo de quem não lê a História e nunca ouviu falar de Nero,
Hitler e Khmer Rouge. E político ladrão, eu acho até que é pleonasmo.
Discutimos,
debatemos, chegamos até a disputar qual tragédia é pior, a nossa mineira ou a
dos franceses. No fim das contas, perplexo e parado em frente ao Facebook,
chego a uma conclusão: nós somos parte de tudo isso!
Mas, como
assim? Quer dizer que eu sou igual a um jihadista alucinado que, vendo um lugar
com pessoas felizes, sai atirando e matando todo mundo?
E, talvez
porque esteja ficando caduco, eu respondo que sim. O que passa pela cabeça de
uma pessoa que odeia? Primeiro, ela se sente separada dos demais, tipo: eu não
sou tão fútil quanto o fulano, ou não tão esquerdista quanto o fulano, ou não tão
gay quanto fulano. Reconhecem esses pensamentos? São muitas vezes pensamentos
nossos que, pela falta de uma metralhadora real, usamos a metralhadora cheia de
mágoas de que o Cazuza falava, e despejamos nosso ódio no face, no trabalho, no futebol, na esposa ou no esposo ou nos
filhos.
No fundo,
no fundo, é um ressentimento: as pessoas são diferentes de nós, e o pior é que
TODAS as pessoas são diferentes de nós. Aí, como normalmente nos julgamos super
do bem (esta é também a mentalidade do terrorista), nos achamos no direito de
criticar ou então, o que é mais doloroso, dar conselhos para que a pessoa deixe
de ser o que é e seja assim tão boa e legal como nós somos.
Então,
qual seria a solução? Há algo que possamos fazer para que as coisas mudem? Nessa
hora, me lembro muito bem de uma lição do nosso querido Betto Vampiro que, numa
aula de OSPB, disse que a cidade de Londres poderia ser varrida em 15
minutos... se cada um varresse em frente à sua própria casa.
Então,
como não temos expertise para abrir o Mar Vermelho, vamos fazer o que sabemos
fazer de melhor: defender com orgulho a recuperação do Rio Doce, e também do
Bataclan. Além disso, ir a um show do Emmerson Nogueira, conversar fiado no Bar
Central e, quem sabe, tirar a esposa pra dançar, na cozinha, às duas da tarde,
de avental.
Crônica:
Jorge Marin
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
LAMENTO DAS ÁGUAS
Ao deparar-me com esta letra escrita em 2003 para concorrer
ao festival da canção de Goianá, confesso ter ficado um tanto assustado e bastante
triste pelo seu tom profético. Mesmo
já publicada aqui no blog, achei que seria interessante postá-la novamente.
LAMENTOS DAS ÁGUAS
Amigo que passas em águas escuras,
tão frágil procuras o caminho do mar,
vidas inocentes, tantas mortes prematuras,
de mentes insanas, dementes impuras.
Nas entranhas das pedras um cheiro feroz,
matando você, matará todos nós,
cobiça semeando sede, onde havia rede só existe dor.
Algoz é o que seremos do futuro,
banidos e nulos se o suor nossas mãos não molhar,
filhos da indiferença, cativos do futuro,
do pouco ou quase nada que ainda restar.
É preciso renascer,
respirar alienado da gana universal,
é preciso sobreviver,
libertar a nascente pequenina,
que lá do alto, bem do alto da colina,
irá descer e desaguar águas límpidas e cristalinas,
que nos farão viver.
Letra: Serjão Missiaggia
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
BELEZAS DA TERRINHA
PAISAGEM SANJOANENSE
DEPOIMENTOS SOBRE A RUA DO BURACO - na semana passada, publicamos uma foto da Rua Comendador João Medina (Rua do Buraco) e muitos moradores e amigos de moradores se manifestaram: Evanise Rezende, Natércia Gianinni (que se lembrou das famílias italianas Marotti e Pacci) e Sueli Medina.
Dorinha Missiaggia fez um depoimento: "muitas e boas lembrança tenho da Rua do Buraco! Saudades das brincadeiras de rua, dos amigos, dos vizinhos, dos quintais enormes, dos bois invadindo terreiros, casas e a padaria (que adorava), das festas religiosas e do catecismo na Capelinha de Santo Antônio, da dona Benzedeira, dos pães e, principalmente, os picolés de Creme, Creme Holandês, Coco e principalmente o 1º CREMOSO (era com pedaços de ameixa) na Padaria do Popó. Ah! Se esta rua fosse minha, eu eternizava também para sempre a casa 334 onde vivi minha infância e parte da adolescência".
O Márcio Velasco contou o causo do lençol voador "que desceu voando lá da capelinha e quase pegou um amigo nosso, coisa sinistra que só acontecia na Buraco Street".
Semana que vem, tem mais rua!
Foto: Serjão Missiaggia
CASOS CASARÕES & seus detalhes misteriosos
QUEM SABE ALGUMA HISTÓRIA DESSA CASA ???
CASARÃO DA SEMANA PASSADA - a primeira a acertar foi a Evanise Rezende, que comentou: "nessa casa morava o sr. Guido, sogro do Perereca (sr. Laércio Fajardo Barbosa). No fim do ano, nós, crianças, descíamos do São José para pegar uvas, lá tinha uma uveira. Nós adorávamos, era uma infância muito boa. Acho que o pé de uva, ainda existe, Cláudio?" (Cláudio, atual morador, é neto do sr. Guido e da d. Julieta).
A segunda e a terceira acertadoras foram: Márcia Maria Rodrigues e a Rita Knop Messias, que acrescentou: "tio Guido criava abelha e pai ia ajudar tirar o mel e o bolo da tia Julieta era uma delícia".
Foto: Serjão Missiaggia
CASOS CASAS & mistério ???
QUE LUGAR É ESSE ???
ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - na semana passada, caprichamos no mistério; e pensamos que ninguém iria matar a charada. Pois não é que o Maninho Sanábio conseguiu reconhecer o jardim que existe na Avenida Carlos Alves depois da pista de skate? Parabéns!
Foto: Serjão Missiaggia
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
MEDO DO (SEGUNDO) SEXO
"Ninguém nasce mulher: torna-se mulher.
Nenhum destino biológico, psíquico, econômico, define a forma que a fêmea
humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora
esse produto intermediário entre o macho e o castrado que qualificam o
feminino".
Coloco, de propósito, essa frase de Simone
Beauvoir, que foi uma das questões do último Enem, e que, estranhamente, foi
considerada por muita gente como ofensiva, demoníaca, e até mesmo como um
convite para a homossexualidade, o que, se for mesmo (embora eu ache exatamente
o contrário), não vejo problema alguma, já que convite aceita quem quer.
Pois bem, mas essa polêmica suscitou outros
desdobramentos, como é o caso da proibição, pelo Congresso Nacional, de
qualquer tipo de referência, dentro das escolas, sobre gênero e orientação
sexual. Ou seja, homens se beijam nas novelas, moças desfilam abraçadas nos
shoppings, as paradas gays existem em todas as grandes cidades brasileiras,
mas, na hora em que as crianças perguntarem para as professoras, elas estão
proibidas, pelos nossos congressistas, de falar. Se surge um menino efeminado
na classe, então, é um deus-nos-acuda: vai pra sala da coordenadora e, de lá,
direto para o psicólogo!
Eu também não sou partidário dessa história de
vídeos “educativos” que o pessoal chamou pejorativamente de “kit gay”, onde uma
série de filmezinhos ridículos deveriam ser mostrados às crianças, com um
conteúdo de clara apologia a uma “superioridade” homossexual.
Sou de um tempo, e esse tempo é agora, em que
homem é homem e mulher é mulher. Mas isso não significa que eu vá ignorar as
inúmeras orientações sexuais das pessoas. O gênero, até o final dos tempos, vai
continuar sendo “menino” e “menina”. Agora, se o menino vai ficar com outro
menino, ou com duas meninas, ou com um extraterrestre, isso é um assunto da
ordem da intimidade daquelas pessoas.
Muitos leitores e leitoras do Blog se casaram
virgens; alguns hoje acham isso ridículo, outros citam como exemplo para seus
filhos e filhas. Padres e freiras renunciam à sua sexualidade e a sublimam pois
este é um voto para servir à sua vocação religiosa. Ou seja, são também opções
sexuais, mas todo mundo acha “normal”, embora a maioria das pessoas faça sexo
(pelo menos, é o que eu acho).
Penso que a preocupação exagerada com esse
assunto “sexo” pode ser bem reveladora de alguma insegurança, algum medão
recalcado, ou só falta de serviço mesmo. Tenho um filho em idade escolar e acho
que o esclarecimento deve ser proporcional à dúvida, mas a omissão da
informação causa a curiosidade que, em tempos de Internet, pode ser esclarecida
de variadas formas, muitas delas perigosas e preconceituosas.
“É preciso erguer o povo à altura da cultura e
não rebaixar a cultura ao nível do povo." Mais uma da Simone!
Crônica: Jorge Marin
Foto: Alassea Ancalimon, disponível em http://www.deviantart.com/art/Choices-IV-298373581.
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
UMA PRAÇA NOSSA HISTÓRIA
Mas, ainda antes, gostaria de comentar um pouco sobre esse
nosso PATRIMÔNIO e seu ENTORNO. Se repararmos bem, juntamente com a Praça do
Coronel e largo da Matriz, trata-se de um dos últimos redutos românticos e
antigos de nossa cidade. Olhando com um pouco mais de atenção, perceberemos que
a referida praça é contornada por alguns casarios antigos, formando um conjunto
arquitetônico muito bonito, tendo como protagonistas o imponente Prédio da
Antiga Fiação e Tecidos Sarmento, prédio esse que, além de manter sua fachada
praticamente original, ainda conserva no início de sua entrada interna, trecho
dos pequenos trilhos que serviam de passagem aos trolinhos da extinta Estrada
de Ferro Leopoldina. Lamentavelmente, os poucos metros que ainda restavam do
lado de fora não puderam ser preservados.
Acredito que poucos sabem,
principalmente os mais jovens, que nessa estreita passarela entre gradis, existiam
trilhos que levavam os famosos trolinhos até o interior da fábrica e que aquele
exuberante repuxo da praça, juntamente com seu verde e os magníficos detalhes
em ferro, foi por décadas o cartão de visita da cidade.
Hoje, fico tentando imaginar seu apogeu e de como deveria
ser ainda mais bela. Vontade de ter podido compartilhar um pouco de seu verde,
sua paz e sentir na íntegra o seu aconchego. Uma viagem no tempo que, devido a
tantas transformações, somente nos é permitida hoje através de fotografias. Por
sinal, transformações essas que foram sutilmente, ao longo de décadas, levando um
pouquinho de nossa HISTÓRIA.
Crônica e foto: Serjão Missiaggia
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
SE ESTA RUA FOSSE A MINHA !!!
NOVIDADE!!! Estamos lançando hoje esta nova seção para relembrar fotos de ruas já publicadas aqui no Blog e para que os moradores nos ajudem a contar histórias do local. Diferentemente das outras seções, onde divulgamos os primeiros acertadores, aqui publicaremos os relatos mais interessantes e que mais contribuam para uma descrição das histórias daquela rua. A primeira delas foi publicada aqui em novembro de 2012.
QUEM CONHECE ALGUMA HISTÓRIA DESSA RUA AÍ ???
Foto: Serjão Missiaggia.
CASOS CASARÕES & seus detalhes misteriosos ???
QUEM SABE ALGUMA HISTÓRIA DESSA CASA AÍ ???
CASARÃO DA SEMANA PASSADA - reconheceram a casa da Dona Olga na Rua Nazareth: Angélica Girardi, Evanise Rezende e Maria da Penha Santiago.
Foto: Serjão Missiaggia
CASOS CASAS & mistérios ???
ONDE FICA ESSE JARDIM ???
ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Os primeiros a reconhecer a placa da casa em ruínas ao lado do Fórum foram: Maninho Sanábio, Jacques Ângelo Rigolon e Márcio Velasco.
Foto: Serjão Missiaggia
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
AMOR TRANSTORNO MENTAL
Constantemente,
falamos aqui no Blog das nossas experiências quando jovens em São João
Nepomuceno. Uns faziam teatro, tocavam violão, dirigiam o carro do pai, fumavam
pra caramba, ou, simplesmente, sentavam no murinho do Adil e zoavam até altas
horas.
Mas,
sobre o que ainda não falamos ainda é a questão amorosa. Naquele tempo,
diferente de hoje quando meninos e meninas apostam quantas bocas vão beijar
numa única noite, nós, estranhamente, queríamos que uma outra pessoa se
apaixonasse por nós.
O mais
curioso desse (hoje) bizarro costume é que não queríamos que qualquer um ou
qualquer uma se apaixonasse. Não, senhor, tinha que ser aquela pessoa que nós achávamos
que era o máximo. E não adiantava nenhum colega vir dizer que “aquela menina é
muito magrinha” (na época, usava-se amar as gostosonas), pois ainda assim,
achávamos aquela Olívia Palito uma Vera Fisher.
Cá pra
nós, essa ideia do outro se apaixonar por nós pode ser muito boa... pra nós,
mas, se invertermos as coisas, será que nós estaríamos dispostos a nos
apaixonar perdidamente por outra pessoa, mesmo esta não ficando nem aí pra nós?
Conheço gente por aí, até hoje, e inclusive o autor que vos fala, que diria:
sim!
Na década
de 70, era até comum esse pensamento, pois, achávamos que, se tantos
escritores, e músicos, fizeram sucesso, é porque tinham um amor não
correspondido. Além disso, a sensação era muito boa: lá vem aquela menina que
(acho eu) é o máximo! Quando ela passa, eu fico mais bobo, falo mais alto,
tenho taquicardia, sudorese, gagueira. Possivelmente, nestes novos manuais de
transtornos mentais, já deve ter algum remédio para curar o apaixonamento.
No fundo,
no fundo, era uma grande ilusão: se ocorresse, e ocorria às vezes, daquela
menina (que eu considero o máximo) se apaixonar por mim, na verdade não seria
eu mesmo que estaria apaixonado por mim, num episódio clássico de narcisismo?
Sim, porque ela não era ela, mas sim aquilo que acho que ela era, percebem a
diferença?
Hoje,
embora dê um certo nojinho essa troca sucessiva e desenfreada de saliva e
restos alimentares, quem sabe não tenhamos chegado à conclusão definitiva de
que apaixonar-se é mesmo uma doença? E, falando por mim, incurável?
Crônica:
Jorge Marin
Foto : Slevin Aaron, disponível em http://www.deviantart.com/art/0060-I-love-photoshop-178214684.
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
AINDA NOSSA MOBILIDADE URBANA
Nos
tempos atuais, tem se falado muito em políticas de trânsito, enquanto os
transeuntes, entre os quais se incluem principalmente nossos cadeirantes,
idosos e crianças, quase sempre ficam esquecidos ou simplesmente relegados a um
segundo plano.
Por
sinal, alguém já observou (e isso não se restringe apenas à nossa terrinha)
como é raro ver atualmente uma mãe passear com seu filho recém-nascido em um
daqueles carrinhos de bebê pela cidade? Era uma prática muito comum até pouco
tempo, pois a MOBILIDADE URBANA e A POLUIÇÃO SONORA assim o permitiam, além é
claro, de boas SOMBRAS, também!
Mas isso
é outra história, assim como a CONSCIENTIZAÇÃO de cada morador na conservação
de seus PASSEIOS e a não OCUPAÇÃO dos mesmos para outros fins. Seria injusto de
nossa parte deixar de comentar sobre as inúmeras passarelas e rampas de acesso aos
passeios e praças para cadeirantes, que foram construídas em vários pontos
movimentados da cidade.
Mas, voltando
ao assunto sobre MOBILIDADE URBANA, fico sempre intrigado (com certeza muitas
outras pessoas, também) com aquele minúsculo e eterno passeio ao lado da Praça
Carlos Alves. Cheguei até a pensar em
TRADIÇÃO, mas parece que a impossibilidade de se fazer possíveis modificações
no local devido à falta de espaço ou pela cômoda e simples opção de se poder
também passar pelo interior da galeria ao lado, sejam os motivos.
De uma
forma ou de outra, essa estreita passagem, que se estende desde nosso mais
tradicional bar até a esquina do Beco da União, se tornou algo perpétuo, haja
vista que até do lado oposto da referida praça, mesmo com um movimento
infinitamente menor, já existe UM BOM E AMPLO PASSEIO.
Interessante
que esse espaço é o coração da cidade, para onde tudo se converge e um volume
imenso de pessoas, muitos dos quais visitantes ficam a transitar. Fenômeno esse
que se agrava, principalmente, aos sábados e feriados, fazendo com que os
pedestres, muitos dos quais já espremidos por veículos ali estacionados, são
obrigados a saírem do passeio e fazer a travessia no meio da rua. É só observar
a foto acima e ver a dificuldade dos transeuntes.
Enfim, não podemos esquecer que mobilidade urbana também
demanda calçadas confortáveis, niveladas, sem buracos e obstáculos, porque um
terço das locomoções realizadas nas cidades brasileiras é feita a pé ou em
cadeiras de rodas.
De toda forma, é preciso
ampliar os debates quanto às ações públicas na melhoria da qualidade dos
deslocamentos por parte das populações.
Crônica e foto (de 2013):
Serjão Missiaggia
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
CASOS CASARÕES & seus detalhes misteriosos ???
QUEM CONHECE ALGUMA HISTÓRIA SOBRE ESSA CHARMOSA CASA ???
CASARÃO DA SEMANA PASSADA - as duas casas da Rua Nova foram reconhecidas por muitas pessoas. As três primeiras foram: Rita Aparecida Camillo Alves, Angélica Girardi (que completou "onde morou D. Deja, D. Mariinha e hoje mora o José Geraldo enfermeiro) e Maninho Sanábio.
A Eliane Fajardo, que chegou um pouquinho depois do Maninho, disse que "na casa laranja morou o senhor Odilon barbeiro, na outra D. Dinha, esposa do Carlos Trombini".
Foto: Serjão Missiaggia
CASOS CASAS & mistério ???
ONDE FICA ESSA PLACA AÍ ???
ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - a foto do cachorro que já havia sido publicada, mas que postamos novamente com algumas "maquiagens", foi imediatamente reconhecida pelo Maninho Sanábio (o homi é terrível!). Mas ele... errou! A foto, na verdade, foi tirada da Praça da Bandeira, no morro da Matriz.
Foto: Serjão Missiaggia
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