sexta-feira, 28 de abril de 2017
PITOMBA BLOG - 8 ANOS!!!
HOJE O BLOG COMPLETA 8 ANOS DE EXISTÊNCIA!!! - O nosso presente aos seguidores, curtidores e amigos é uma seleção das melhores fotos que vimos publicando desde 2012. Apreciem sem moderação.
quarta-feira, 26 de abril de 2017
PITOMBA BLOG (QUASE) 8 ANOS!!!
NOSSO ANIVERSÁRIO TÁ CHEGANDO!!! - Mais uma aventura do Grupo Pitomba, o PITOMBA Blog decolou na estrada virtual no dia 28 de abril de 2009. VEJAM ALGUMAS PESSOAS E MOMENTOS QUE NOS INSPIRARAM!!!
segunda-feira, 24 de abril de 2017
TODA CASA TEM UM CASO
QUEM SABE CASOS DESSA CASA???
CASA DA SEMANA PASSADA - A casa no Largo da Matriz, logo depois da Casa Paroquial, foi primeiramente reconhecida pelo Sylvio Neves Júnior: "esta casa foi a moradia, por muitos anos, da minha querida tia Helena de Almeida. Em minha infância, vivia aí colhendo frutas no pomar". Falando diretamente do outro lado da rua, a Renée Cruz informou: "o primeiro morado foi o Gute Brandão, pai da Neuzinha Brandão, ex-professora do Judith Mendonça". A Diva Guazzi Knop confirmou.
Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin
CASAS CASAS & mistério???
QUE LUGAR É ESSE??? QUEM SABE???
ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Maninho Sanábio e Graça Lima acertaram: a placa fica na Praça Daniel Sarmento, a praça da Santa Martha.
Foto de hoje: Serjão Missiaggia
sexta-feira, 21 de abril de 2017
A BALEIA AZUL TÁ SOLTA!!!
A Baleia
Azul tá solta! Obrigando nossos filhos e netos a suicidarem, fazendo chantagens
e coagindo os adolescentes a se cortarem e mutilarem. Se entrarmos no jogo, ou
alguém de nossa família entrar, um grupo de hackers altamente especializados
passará a nos seguir e descobrirão todos os nossos passos para infernizar as
nossas vidas.
Mas, será
que é tudo isso mesmo?
Todos os
dias, é raro o dia em que não recebemos mensagens alarmistas, com fotos
chocantes. As mães correm para buscar seus filhos marmanjos nas escolas, pais
fazem minuciosa revista nos históricos dos filhos na Internet.
Pessoalmente,
vejo tudo isso como uma grande histeria coletiva, mas reconheço que existem
alguns perigos.
A verdade
é que a ocorrência começou na Rússia em novembro de 2015, quando uma
adolescente de 15 se jogou do alto de um edifício, deixando um bilhete com a
anotação “fim”, no que depois foi identificado como um jogo de suicídio,
comandado por um grupo cujo administrador determinava 50 desafios diários até
culminar com a morte no último dia.
Outros
casos, na verdade mais dois, se seguiram na cidade de Krasnoyarsk, uma cidade de quase um milhão de
habitantes, na Sibéria, onde tudo começou e, a partir daí, centenas de
suicídios têm sido ligados ao tal jogo.
Mas,
vamos parar para pensar: será que uma pessoa saudável, física e emocionalmente,
pode ser “convencida” a se matar mediante uma conversa on-line? E,
principalmente, será que todos esses suicídios estão ligados mesmo ao jogo? Um
suicídio ocorrido em Juiz de Fora, na noite de anteontem foi, imediatamente,
ligado ao fenômeno Baleia Azul. A polícia desmentiu, assim como uma suposta
ameaça de envenenamento a estudantes de determinada escola. Tudo não passou de
uma brincadeira de mau gosto viralizada no WhatsApp, segundo representantes da
Polícia Civil que conduziram um inquérito para apurar a influência do desafio
na cidade.
É fato
que pessoas se suicidam. A Rússia é, tradicionalmente, um país com grande número
de suicídios. Quem pesquisar as causas pode chegar a vários resultados, como o
alcoolismo, problemas mentais ou depressão. Isso num país que não tem uma
estrutura de saúde mental nem qualquer tipo de grupo de apoio a jovens. E, o
que é pior, com a divulgação dada pela mídia ao Baleia Azul, outros jovens,
propensos a cometer tais atos, acabam agindo por pura imitação.
As
recomendações que chegam nos nossos zaps dizem que devemos acompanhar o que
nossos filhos fazem ou assistem nas redes sociais. Porém, isso JÁ é nossa
obrigação! Com baleia ou sem baleia.
Crônica:
Jorge Marin
Foto : Getty Images
quarta-feira, 19 de abril de 2017
AINDA NOSSO CALÇAMENTO EM PEDRAS
Observando o trabalho de recuperação do calçamento que está sendo realizado
pela Prefeitura Municipal em algumas ruas centrais da cidade, gostaríamos de
chamar a atenção novamente para o nosso CENTENÁRIO E ARTESANAL CALÇAMENTO EM
PEDRAS. Por sinal, é muito comum depararmos ultimamente com noticiários,
dando conta da preocupação de várias cidades, entre elas algumas europeias,
para com seus CALÇAMENTOS EM PEDRAS. E isso vem acontecendo não somente na PRESERVAÇÃO,
como também na sua RECUPERAÇÃO. Lamentavelmente, devido ao chamado “progresso”,
verdadeiras preciosidades estão sendo ocultadas debaixo de outras modalidades
de pavimentação.
Seria fantástico se também preservássemos esse nosso PATRIMÔNIO, pois,
afinal de contas, ao longo de décadas, foram pedras fixadas ao chão uma a uma
por verdadeiros artistas. Além é claro de não esquecermos que, antes, teriam
sido cuidadosamente talhadas por outros não menos competentes artesãos. Na
oportunidade, chamamos a atenção para os detalhes desse tão despercebido
MOSAICO em forma de bandeira no calçamento frente à prefeitura e de outras
esquinas da cidade. Se restaurados, ficariam IMPONENTES e ainda mais BELOS!
Acreditamos que, com este tipo pavimentação, a
manutenção de nossa rede pluvial e de esgotos ficaria bem mais fácil e
possivelmente a custos menores, haja vista que, constantemente, inúmeros
buracos são feitos em nossas ruas para se realizar tais trabalhos. Por outro
lado também, nosso solo continuaria respirando um pouco melhor, e a
impermeabilização não seria tão violenta, principalmente quanto ao escoamento
das águas e à oxigenação das poucas árvores que ainda temos. As
inundações urbanas estão aí e não nos deixam mentir. Outra grande vantagem dos pavimentos de bloquetes
ou pedras é que, depois de algum tempo aparecem fungos e gramíneas inseridas
entre as juntas, ou seja, nas partes que normalmente são preenchidas com areia.
Estas colônias de vegetais que aí proliferam podem ser imperceptíveis para
muitos, mas, ao contrário do que parece, desempenham funções importantes
para o meio-ambiente.
Esses CALÇAMENTOS EM PEDRAS resistem aos séculos e são testemunhos de
uma prática eficiente de se urbanizar as cidades e garantir o bem-estar dos
moradores. Todos os calçamentos dos tipos paralelepípedos e bloquetes são
considerados pavimentos ECOLOGICAMENTE CORRETOS. O calor, se comparado por
exemplo a uma cobertura asfáltica, será SEMPRE substancialmente menor e sua
manutenção, com certeza, bem menos onerosa.
Quem sabe, num audacioso trabalho de restauração, poderíamos - a médio e
longo prazo - ir elevando e recalçando cada rua da cidade? Principalmente
aquelas mais centrais, por sinal as mais antigas. Com certeza, poucos
continuarão a reclamar dos buracos, lombadas e trepidações.
Seria interessante, em vez de pensarmos pra futuro em uma mini-usina de
asfalto, não se construísse uma indústria de bloquetes? Além de gerar diversos
empregos, NÃO POLUIRIA o ambiente. Seria interessante voltarmos a investir na
capacitação de profissionais em calçamentos, os famosos calceteiros, pois, além
de gerar empregos, essa tecnologia artesanal tão importante não morreria e
poderia ser passada de geração em geração.
Crônica e foto: Serjão Missiaggia
segunda-feira, 17 de abril de 2017
TODA CASA TEM UM CASO
QUEM CONTA CASOS DESSA CASA???
CASA DA SEMANA PASSADA - Sônia Furiati foi a primeira a reconhecer: "esta é a casa da família Fontana, avós do Kadu Fontana". Logo depois, a Fernanda Macêdo falou: "casa da avó da Patrícia Fontana Rodrigues e do Ricardo Fontana". E a própria Patrícia confirmou: "muito amor por esta casa e por tudo que vivi aí".
Como sempre, a Ana Emília Silva Vilela tem um caso interessante: "morei na casa ao lado. Neste portão ficava assentado o sr. Pepino, era assim que eu o conhecia. Não sei o nome dele. Eu tinha uns 12 anos e morava na casa da Nilda Noronha, costureira famosa, hoje a casa é do sobrinho dela, o Jairo. E essa casa era a casa dos Fontanas. Depois, o Bar do Tim (pai do Kadu), e depois a casa da mãe do Kadu, Ângela Fontana. Eu gostava muito de conversar com ele. Muito simpático, educado, e me fazia recordar o meu avô, que eu me separei dele para ir estudar. como eu tinha muita saudade do meu avô, eu gostava de ver e conversar com o sr. Pepino. Lembro também da mãe de dona Ângela e da irmã que foi casada com o sr. Rômulo. Não podendo esquecer que bem ao lado tinha a simpatia do Tim e o seu delicioso pastel."
Foto de hoje: Serjão Missiaggia
CASOS CASAS & mistério???
ONDE FICA ESSA PLACA???
ACERTADORES DA SEMANA PASADA - A data da foto da Rua dos Estudantes é 1985. Acertaram: Alex S. S. Ivan e João Bosco Torres.
Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin
sexta-feira, 14 de abril de 2017
VIOLÊNCIA TEM ATESTADO?
Lendo
aqui a famosa Lista de Fachin, percebo porque as pessoas preferem se afastar da
realidade e ficar em casa assistindo o tal do BBB. Na verdade, não sei qual dos
dois programas apresenta mais baixaria.
Pessoalmente,
prefiro ficar distante do lixo humano, mas, às vezes, é inevitável, pois todas
as redes, todas as mídias, e todos os taxistas não param de falar no assunto.
Vejam o
caso da expulsão de Marcos Harter do zoológico global. Como no episódio do ator
José Mayer, a emissora não poderia soar mais omissa. Dizendo que dependeria de
uma “opinião técnica”, e também do testemunho da vítima (e agora milionária)
Emily, a TV Globo parece ter esquecido que o programa é um REALITY Show, e
preferiu ignorar a realidade.
Ah, podem
se esquivar, dizendo: “mas a própria vítima, em alguns momentos, justificou a
atitude do parceiro, dizendo que ele ‘estava nervoso’”. Mas eu me pergunto duas
coisas: primeiramente, se todo mundo vê hematomas no corpo de uma pessoa, e a
ouve reclamando de dor, há necessidade de um parecer técnico?
O que nos
leva ao segundo questionamento: será que essa pessoa, agredida, não consegue
expressar, bem alto, um sonoro NÃO? E o pior é que, muitas vezes a pessoa vai
se “acostumando” à violência, e sua autoestima fica tão detonada que ela, não
somente deixar de reclamar, como, pasmem, passa a justificar o agressor.
E aqui
abro um parêntese para denunciar outra coisa: parece que as pessoas estão
perdendo a noção do que seria VIOLÊNCIA. E não falo apenas da violência do
homem contra a mulher, mas a violência cotidiana entre seres humanos. Por
exemplo, um empurrão É VIOLÊNCIA, um aperto no braço ou beliscão É VIOLÊNCIA,
um xingamento ou humilhação pública também É VIOLÊNCIA.
E chegamos, finalmente, àquele tipo de
violência que no BBB pode, que é a dominação psicológica. Esse tipo de
violência, pela qual muitas mulheres (até feministas) suspiraram e deram
gritinhos no filme “50 Tons de Cinza”, pode trazer marcas piores do que os
“roxos” das agressões físicas.
No
entanto, no caso da dominação, e no filme havia também a dominação física (o
sadomasoquismo), há um código entre os parceiros que evita que eles se matem.
Esse código é o NÃO. Quando o dominado(a) sente que a dor está muito forte, ou
que pode ameaçar a sua integridade física, ele(a) diz: NÃO! E o que faz o(a)
dominador(a)? Imediatamente, ele(a) PARA.
Então,
fico pensando, se num estado de extrema perversão sexual, o agredido, ou
agredida, é capaz de dizer NÃO, e o agressor, ou agressora, PARA, então temos
muito o que aprender a respeito de VIOLÊNCIA DOMÉSTICA. E depois ensinar pra
Globo.
Crônica:
Jorge Marin
Foto : O Globo
quarta-feira, 12 de abril de 2017
SER MINEIRO
Estava com uma postagem prontinha pra hoje, quando recebi este
e-mail de meu velho mano Dárcio. Não poderia deixar de repassá-lo a vocês, além
é claro, de dizer: “Este Drummond não era mesmo fácil!”
Somos o que somos, uai! Mineiros, com muito orgulho.
“Ser Mineiro é não dizer o que faz, nem o que vai fazer,
é fingir que não sabe aquilo que sabe,
é falar pouco e escutar muito,
é passar por bobo e ser inteligente,
é vender queijos e possuir bancos.
Um bom Mineiro não laça boi com imbira,
não dá rasteira no vento,
não pisa no escuro,
não anda no molhado,
não estica conversa com estranho,
só acredita na fumaça quando vê o fogo,
só arrisca quando tem certeza,
não troca um pássaro na mão por dois voando.
Ser Mineiro é dizer "uai", é ser diferente,
é ter marca registrada,
é ter história.
Ser Mineiro é ter simplicidade e pureza,
humildade e modéstia,
coragem e bravura,
fidalguia e elegância.
Ser Mineiro é ver o nascer do Sol
e o brilhar da Lua,
é ouvir o canto dos pássaros
e o mugir do gado,
é sentir o despertar do tempo
e o amanhecer da vida.
Ser Mineiro é ser religioso e conservador,
é cultivar as letras e artes,
é ser poeta e literato,
é gostar de política e amar a liberdade,
é viver nas montanhas,
é ter vida interior,
é ser gente.”
Poesia: Carlos Drummond de Andrade
Pintura:
Carlos Madeira, disponível em http://www.conhecaminas.com/2016/08/afinal-o-que-e-ser-mineiro.html
“Ser Mineiro é não dizer o que faz, nem o que vai fazer,
é fingir que não sabe aquilo que sabe,
é falar pouco e escutar muito,
é passar por bobo e ser inteligente,
é vender queijos e possuir bancos.
Um bom Mineiro não laça boi com imbira,
não dá rasteira no vento,
não pisa no escuro,
não anda no molhado,
não estica conversa com estranho,
só acredita na fumaça quando vê o fogo,
só arrisca quando tem certeza,
não troca um pássaro na mão por dois voando.
Ser Mineiro é dizer "uai", é ser diferente,
é ter marca registrada,
é ter história.
Ser Mineiro é ter simplicidade e pureza,
humildade e modéstia,
coragem e bravura,
fidalguia e elegância.
Ser Mineiro é ver o nascer do Sol
e o brilhar da Lua,
é ouvir o canto dos pássaros
e o mugir do gado,
é sentir o despertar do tempo
e o amanhecer da vida.
Ser Mineiro é ser religioso e conservador,
é cultivar as letras e artes,
é ser poeta e literato,
é gostar de política e amar a liberdade,
é viver nas montanhas,
é ter vida interior,
é ser gente.”
Poesia: Carlos Drummond de Andrade
segunda-feira, 10 de abril de 2017
TODA CASA TEM UM CASO
QUEM CONTA ALGUM CASO DESSA CASA???
CASA DA SEMANA PASSADA - A foto da Igreja Metodista, na Rua Daniel Sarmento, foi sucesso absoluto: milhares de visualizações e comentários. Tantos que vamos reproduzir os mais emocionados:
Márcio Velasco - "Até que enfim alguém fotografou e postou a Igreja Metodista, instituição que está em nossa cidade há mais de 100 anos. Sendo a primeira igreja protestante daqui. Muito bom!". Na verdade, já são 113 anos; 114 neste ano, como o Senhor há de querer.
Maria Ângela Ayupe Resende - "Meu casamento foi aqui, na minha querida Igreja Metodista!! Foi muito lindo!! O Dr. Homero tocando e o Biel cantando!! Magnífico!! Arua ficou cheia de gente, pois a igreja era bem pequena! Mas... linda como sempre!! ... Linda foto da minha igreja querida, onde congrego há mais de 50 anos!!! Igreja de meus pais!! Amo minha igreja, na sua simplicidade, mas, principalmente, na sua majestade, onde brilham a fé e a palavra de Deus!! Amo demais!!"
Sílvio Heleno Picorone - "Lembro que, ainda na década de 70, eu e o Serjão fomos pedir emprestada uma bateria e fomos muito bem recebidos pelo pastor que, após a reunião da junta, prontamente nos emprestou e com a qual tocamos várias vezes."
Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin
CASOS CASAS & mistério???
VAMOS VER QUEM ACERTA DE QUE ANO É ESSA FOTO???
ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Show de perfeccionismo: Maninho Sanábio, primeiro a responder o desafio da semana passada afirmou que se tratava da "entrada da garagem da casa que fica ao lado da Capela Nossa Senhora Aparecida... onde o chico Capoeira mora". Alguns minutos depois, voltou a analisar a cena e reconheceu que era a entrada principal, não a da garagem. Certíssimo!!! Evanise Rezende também acertou.
Foto de hoje: Cartão postal da época
Trat.imagem: Jorge Marin
sexta-feira, 7 de abril de 2017
E AGORA, JOSÉ?
O José
Mayer, quem diria, foi pego com a boca na botija, ou com a mão onde não devia.
O fato é que, revendo a atitude do ator, que concordo ter sido condenável, abre
aquela questão ética sempre exemplificada pelo professor Cortela como o grande
problema que todos têm em torno dos verbos QUERO, DEVO e POSSO.
Ou seja,
explica o professor, “tem coisas que eu quero mas não devo, tem coisas que eu
devo mas não posso, e tem coisas que posso mas não quero”. Por essa lógica,
tornada simples pelo mestre, você só terá paz de espírito quando aquilo que
você quer é o que você pode e o que você deve.
Mas...
sem querer polemizar, mas já entrando de gaiato num assunto extensamente
debatido, pergunto: isso sempre é possível? Ou seja, no nosso dia a dia, no
emprego, na escola, na igreja, ou em lugares ainda menos controláveis como uma
balada, quem de nós, principalmente nós homens, não deu uma escorregada, falou
uma besteira, ou mesmo magoou ou desrespeitou uma mulher?
Falo isso
não no sentido de justificar o injustificável, mas somente porque tenho achado
a reação ao episódio um verdadeiro massacre ao ator. E, o que é pior, por mero
modismo, e não pela questão maior, que é a seguinte: TODAS as pessoas, de TODAS
as orientações sexuais, TÊM a obrigação de respeitar TODOS.
Senão
vejamos: uma atriz, da mesma emissora superpoderosa do ator, afirmou que “é,
ele não se emenda”. Ou seja, o ator, com ela ou com o conhecimento dela, JÁ
HAVIA praticado atos desse tipo. Então, por que todas essas atrizes, produtoras
e funcionárias não o denunciaram ANTES?
Talvez
porque a emissora, que se acha perfeita e politicamente correta, pudesse tentar
evitar o escândalo (como, aliás, o fez, a princípio), e também não tomasse nenhuma
atitude contra o ator, estratégia que também foi adotada ANTES que os veículos
de comunicação rivais denunciassem o ocorrido.
Estou
tratando desse assunto aqui porque quem lê os jornais ou acessa o Facebook,
fica com a sensação de que desrespeitar mulher é uma coisa inédita que NUNCA
foi feita numa emissora de TV, quando a realidade é bem oposta. Outra sensação
é de que TODAS as mulheres são vítimas, quando há muitas megeras por aí. Pra
não ir muito longe, podemos citar o caso da esposa supostamente agredida a
pontapés por um também famoso cantor que, no exame de corpo de delito, não
apresentou um hematoma sequer.
Finalmente,
reitero aqui que as pessoas têm que arcar com as consequências dos seus atos
impensados. Mas não pude deixar de rir de uma ex-colega que me confidenciou: “Ele
mexeu comigo também. Desde os meus dezesseis anos, quando vejo esse homem na
TV, eu não consigo dormir”. E a previdência, Ó...
Crônica:
Jorge Marin
Foto : Fina Estampa / TV Globo
quarta-feira, 5 de abril de 2017
NOSSA EXPOSIÇÃO
Foi acompanhando através da mídia o belo trabalho de reforma do nosso
parque de exposições, juntamente com as primeiras manifestações de entusiasmo e
apoio a esse tradicional evento, que a memória me trouxe a tona novamente aquela
que teria sido a SIMPLICIDADE de nossa primeira exposição.
O ano era 1972 e tudo teria sido muito envolvente. A participação das pessoas havia se
traduzido em algo fantástico.
O calor da população irradiava de tal maneira que a cidade parecia estar se preparando para sediar os jogos olímpicos.
Não havia um lugar, esquinas, colégios, clubes, fábricas, em que o assunto não fosse o mesmo, ou seja, a chegada do grande momento.
Nas semanas que antecediam as primeiras exposições, o local já havia se tornado um imenso canteiro de obras e um verdadeiro ponto de encontros. Pessoas curiosas e felizes acompanhavam cada martelada. Era como se tudo estivesse sendo montado no terreiro da casa de cada um de nós.
Saíamos muitas vezes do colégio e corríamos para lá. Durante o dia, ou mesmo durante a noite, velhos, jovens, crianças, alunos, professores, moradores vizinhos faziam do local uma praça de confraternização. Nada poderia sair errado. Parecia que, inconscientemente, estávamos ali assegurando que tudo aconteceria da melhor forma.
Muitas firmas se fizeram presentes na primeira Exposição, sendo que os boxes eram muito bem organizados e decorados com bom gosto e entusiasmo.Todos se uniram para a beleza e o sucesso da primeira Exposição.
Um delicioso café (Santa Cecília) era distribuído a todos aqueles que
marcavam presença enquanto a Voz de São João, através de uma de suas
impressoras instalada no próprio recinto da exposição, imprimia o mini-Voz de
São João, jornalzinho este que era distribuído gratuitamente.
Tudo era muito simples e rústico, mas de incrível
bom gosto e criatividade. A matéria-prima empregada, principalmente nos
acabamentos, quase sempre era em bambu.
Assim também descreveu Bambino, em sua coluna na
Voz de São João:
“O que impressiona e exalta o nosso
contentamento é de como o São-Joanense participa e demonstra sua valiosa boa
vontade. Quando convocado para as árduas tarefas de interesse coletivo, como
foi na 1ª Exposição; tudo se processou com a infalível prata da casa e o
habitual desprendimento, colocando a cidade à disposição do hóspede, que se
torna sensível aos interesses da Garbosa, numa manifestação simpática pela causa”.
Termino
aqui um pequeno histórico daquela que foi nossa primeira Exposição. Uma festa criada
para o povo, onde a ideia principal era justamente a plenitude de
acessibilidade a todos.
Independente de grandes atrações, tudo acontecia de
maneira gratuita, onde o local se transformava em um ambiente de encontros,
diversão das famílias, brincadeiras e muito mais. Nada contra os grandes shows,
mas, quem sabe, agora, com a ADEQUAÇÃO DO ESPAÇO, se possa tornar viável, numa
determinada época do ano, a realização de eventos alternativos, trazendo com
isso, artistas e bandas de renome e transferindo a portaria paga para estas oportunidades.
Penso eu que, se bem planejadas, poderiam ser um importante captador financeiro
e turístico para o município.
De imediato, achei bastantes sensata e oportuna a
ideia de um internauta, quando, em seu facebook, comentou sobre a possibilidade
de se estipular um dia da semana para portaria ser revertida ao HOSPITAL.
Afinal, se os tempos são outros, temos também, que nos ADEQUAR.
Crônica e foto: Serjão Missiaggia
segunda-feira, 3 de abril de 2017
TODA CASA TEM UM CASO
ESSA É UMA CASA ESPECIAL, COM CERTEZA CHEIA DE CASOS E HISTÓRIAS INTERESSANTES.
CASA DA SEMANA PASSADA - A primeira a reconhecer foi a Márcia Nerval: "é a casa da Luci Rosana Cruz, fica no São José". Logo em seguida, a própria Luci afirmou: "minha humilde residência, com a vista mais bonita aos meus olhos de São João Nepomuceno. Nasci, cresci e me casei, amo de paixão". A Riza Marin de Almeida foi a terceira a acertar.
Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin
CASOS CASAS & mistério???
ONDE FICA ESSE LUGAR???
ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Aquele coqueiro "impossível de acertar" (segundo o Serjão), foi reconhecido pelo Maninho Sanábio: pracinha do Coronel José Brás. Eita cabra bom!!!
Foto de hoje: Serjão Missiaggia
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BRIGADU, GENTE!

VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL