quarta-feira, 30 de agosto de 2017

A CIDADE FICOU MAIS TRISTE


Eu estava começando a preparar uma postagem pra esta semana, quando, ao abrir a net, deparei-me com a triste noticia do falecimento do alegre e amigo de todos, LANDINHO. De imediato, única coisa que pensei foi que a cidade ficaria mais triste sem seus causos e irreverência. E justamente num momento em que tantas outras coisas vêm nos entristecendo.

Por sinal, ninguém dava corpo a uma anedota como ele, tamanha naturalidade e jeito peculiar ao fazê-lo. Literalmente tirava leite de onça, quando, na simplicidade de uma piada, arrancava risadas de todos em sua volta. Interessante que sempre tinha uma chacota especial guardada na cartola pra cada momento. E foi na simplicidade de uma dessas piadas que teríamos nos encontrado pela ultima vez. Era uma tarde noite dentro de uma panificação, quando apareceu contando:

“Um sujeito chegou à padaria e pediu uma caçarola. O balconista imediatamente respondeu dizendo que a referida caçarola seria de ONTEM. Então me vê uma brevidade, retrucou o comprador! Novamente, a resposta do balconista foi de que a brevidade também seria de ONTEM. Já meio irritado, o freguês pediu então que lhe trouxesse uma daquelas cocadas, quando, para sua surpresa, o balconista, novamente, respondeu: Essa cocada também é de ONTEM! O comprador, já bastante exaltado e sem um pingo de paciência, disse então ao balconista: Afinal de contas, como se faz pra encontrar algo de HOJE nesta padaria? Para sua surpresa, o atendente prontamente lhe respondeu: É só o senhor passar aqui AMANHÃ!”

Assim tão bem comentou Carolina Celma em seu face:  “Hoje tem festa no céu, muita alegria, casos e piadas. Pra quem ficou, uma tristeza mesclada de alegria, pelos momentos divertidos que proporcionou a todos”. 

Crônica: Serjão Missiaggia
Foto     : Facebook

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

BELEZAS DA TERRINHA


OLHAI POR NÓS!!!

COMENTÁRIOS SOBRE A TRAVESSA PADRE CONDÉ: O primeiro a reconhecer a rua foi o Marcelo Oliveira, bem cedinho. Depois chegaram: a Elma Oliveira, que já morou lá, e a Ana Emília Silva Vilela, que contou algumas histórias: "Já fui muito na casa da amiga Fátima Abreu. No saudoso alfaiate Adauto. Lembro também do sr. Brás Bento e sua esposa. Morou também nesta rua, porém por pouco tempo, o sr. João Dutra e sua esposa Lúcia, minha grande amiga e costureira. Por ser praticamente parte da rua do Descoberto, que é a minha preferida, não só conheço como tenho histórias. No final da rua do Descoberto até a esquina da Travessa, sempre tiveram muitas famílias
"Furiati". A travessa tinha como vizinho, antigamente, o quintal do Ginásio do Sr. Ubi; hoje, já com várias casas, mudou aquela paisagem que era comum aos nossos olhos. A subida para o Santo Antônio parecia ser o lugar mais alto da cidade. Lá na subida, o Centro Espírita.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM CONTA ALGUM CASO DESSA CASA???

CASA DA SEMANA PASSADA - O casarão dos Pimenta, na praça da Matriz, foi primeiramente reconhecido por: Rita Lima, Sandra Mattos e Terreza Pavanelli.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia

CASOS CASAS & mistério?


DE ONDE ESSA FOTO FOI TIRADA???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Cleidyson Alves Cúrcio, Elda Leite e Beth Itaborahy foram os primeiro a reconhecer o casarão do sr. José Leite de frente para a Escola Municipal Dr. Augusto Glória.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

JOGA PEDRA NA PROFESSORA!


A vida de cronista está muito difícil nestes dias atuais. É inevitável que a crônica, que muitos amigos esperam (como, antigamente, tínhamos o hábito de tomar um cafezinho juntos na padaria), tenha que passar pelo Face, para a divulgação do Blog.

E aí começa a dificuldade. De cara, vejo a cena triste do rosto da professora espancada no Paraná. Isto, por si só, já me causa uma tristeza profunda. Não sei se sou apenas eu, mas tenho uma imensa admiração pelas minha ex-professoras. Uma das (poucas) alegrias que tenho no Face é justamente poder reencontrá-las, curtir suas ideias atuais e, o que é mais legal, até divergir das ideias de algumas.

Por isso, tenho comigo que professor é alguém que merece respeito, admiração e gratidão. E olha que já tive professoras extremamente severas!

Não resisto e resolvo fazer um comentário. Quando, para minha surpresa, a postagem, feita por um sujeito que se diz pastor e deputado, afirmar que a professora MERECEU apanhar porque é esquerdista e feminista.

Ora, minha gente, essa história de “merecer apanhar” é uma coisa extremamente perigosa. Às vezes, acho que gente burra e preconceituosa MERECE apanhar. Mas, nem por isso, vou sair por aí apedrejando marias madalenas só porque ela fez o que eu talvez deseje, mas não tenho coragem de fazer.

Sei que, dentro de nós, de cada um de nós, há uma semente de ódio que, uns mais outros menos, é capaz de explodir com uma provocação, mas penso que há um limite que NÃO pode, e NÃO deve, ser ultrapassado. A isto chamo de dimensão sagrada.

Nessa dimensão, que não tem nada a ver com religião, mas com a convivência humana, coloco os professores, assim como os velhos, as crianças, pais e avós, e autoridades. Ontem, numa missa de ação de graças de um curso universitário, ouvi uma formanda reclamar porque “aquele chato do padre” disse que não iria admitir roupas excessivamente decotadas e transparentes. Ora, mesmo quem não reconhece nenhum tipo de autoridade num padre, TEM que saber que, como administrador daquele ambiente, que muitos consideram sagrado, ele pode ditar as regras a serem cumpridas no local. E quem quiser frequentar TEM que segui-las. Mas, que fique claro, ninguém é OBRIGADO a frequentar.

Lendo todos aqueles comentários, de ódio contra a professora, de ódio contra os que têm ódio, de ódio contra os que têm ódio dos que não têm ódio, dou razão à minha mulher, que me diz sempre: “não precisamos de um golpe militar, precisamos é de um golpe de civilidade”. Urgente!

Crônica: Jorge Marin
Foto     : Facebook

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

AQUELE TEMPO TAMBÉM, QUE ERA BOM


Pegando uma carona na bela postagem do parceiro Jorge, em que desenvolve um interessante diálogo com o tempo, e revendo essa fotografia, que por sinal é uma de minhas favoritas, confesso que adoro recordar aqueles fatos engraçados e pitorescos que foram acontecendo ao decorrer de nossa vida. E esta é uma das razões de estar sempre fazendo aleatoriamente, aqui na nossa página, postagens sobre isso.

Não escondo que sou um saudosista juramentado, principalmente de tudo aquilo que veio nos trazer felicidade ao longo desta nossa caminhada, e do imenso prazer que sinto ao poder recordar o passado com leveza e satisfação.

Apenas não gosto da frase: “Aquele tempo que era bom”, preferindo sempre dizer “Aquele tempo TAMBÉM, que era bom”. Penso que não existe melhor lugar do mundo do que AQUI e AGORA e que a grande magia é estarmos vivendo e curtindo cada instante do momento presente.

E é assim, desta forma, que prazerosamente ficamos a recordar vez ou outra aqui no Blog, um pouco dos CARRINHOS DE ROLIMÃ, FUTEBOL NA CALÇADA, DAS PIPAS, SINUCA DO CIDA, “MURIN” DO ADIL, CINE BRASIL, GINÁSIO DO SÔBI, SERENATAS, AS ETERNAS “BUBIÇAS” DO CONJUNTO PITOMBA, DAS FANFARRAS, DAQUELES AMIGOS ESPECIAIS QUE DEIXARAM SUA MARCA E QUE, INFELIZMENTE, JÁ NÃO SE ENCONTRAM MAIS ENTRE NÓS, além de um monte de outras coisas divertidas que tivemos o sagrado privilégio de viver e estar vivendo aqui nesta terra de Deus.

Crônica: Serjão Missiaggia
Foto     : Facebook (Silveleno Picorone, Nely Gonçalves e Paulinho Cri-Cri)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

SE ESSA RUA FOSSE A MINHA


QUEM VIVEU EMOÇÕES NESSA RUA???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

BRIGADU, GENTE!

BRIGADU, GENTE!
VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL