quarta-feira, 30 de novembro de 2016

NOSSAS PRAÇAS E JARDINS


Sempre que saio a passeio pela terrinha, na intenção de captar algumas imagens interessantes para o Blog, ou mesmo em visita a outros espaços urbanos de cidades vizinhas, fico a observar e fazer comparativos com nossas PRAÇAS E JARDINS, algumas delas, diga-se de passagem, muito bem cuidadas, enquanto outras, por motivos diversos, quase que em estado de total abandono. Foi quando, coincidentemente, deparei-me com este artigo no Blog ADOTE UMA PRAÇA, o qual repassarei pra vocês agora:

“A constante preocupação das pessoas com a preservação da natureza e a responsabilidade social faz com que queiramos um mundo melhor para nós e nossos filhos, dessa forma a comunidade, órgãos governamentais, e iniciativa privada representada por empresas, cada vez mais buscam formas de preservação do meio em que vivemos.

Dentro do contexto da preservação do meio ambiente em que vivemos, temos as áreas naturais dentro dos centros urbanos como PRAÇAS e PARQUES que utilizamos para desfrutar de momentos de lazer junto a nossa família. Sabemos, entretanto, que o estado (poder público) não consegue dar a devida atenção (manutenção, limpeza, conservação e melhorias) para esse patrimônio tão importante devido às demais prioridades, por isso ele concede a possibilidade à iniciativa privada de ADOTAR uma área de preservação como uma PRAÇA ou um PARQUE.

Todos ganham com a preservação, primeiramente o cidadão que ficará feliz por desfrutar de um ambiente preservado, cuidado e limpo junto a sua família; em segundo lugar, a empresa que está adotando a área de preservação, pois estará engajada em um projeto para melhorara sociedade onde ela atua e será reconhecida por isso pelos membros da sociedade como uma empresa que se preocupa com o meio ambiente. Em terceiro lugar, o estado (município), pois estará preservando seu patrimônio com recurso da iniciativa privada, e assim poderá utilizar seus recursos escassos em projetos de primeira necessidade. ”

Penso que o programa “Adote uma Praça" chega como alternativa para que a iniciativa privada possa compartilhar a responsabilidade ambiental com o poder público em troca de benefícios mútuos.

Crônica e foto: Serjão Missiaggia

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

SE ESSA RUA FOSSE A MINHA



QUEM AÍ VIVEU EMOÇÕES NESSA RUA???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM CONTA ALGUM CASO DESSA CASA???

CASA DA SEMANA PASSADA - Embora Fernanda Macêdo e Fran Teixeira tenham "chegado primeiro", quem contou o caso da casa foi a Márcia Nerval: "Esta casa é o nº 104 da Rua Cel. José Dutra. Minha casa querida que, apesar de pequena, era muito bom morar ali. Maravilhosos amigos de infância, famílias queridas pra todo vida. AMEI. AMO. E AMAREI POR TODA MINHA EXISTÊNCIA".

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério ???


ONDE FICA ESSE LOCAL???

ACERTAODRES DA SEMANA PASSADA - O problema de apresentar desafios para o Maninho Sanábio é que, além de acertar, ele tem uma ótima memória. Preparamos uma foto de uma casa na rua do Descoberto quase esquina com a travessa Padre Condé que já havíamos publicado, mudamos o enquadramento, aplicamos um photoshop e, mesmo assim, ele foi o primeiro a acertar, seguido pela Fernanda Macêdo e Ana Emília Silva Vilela.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

NO NOSSO TEMPO É QUE ERA BOM?


Vira e mexe, vemo-nos apavorados com o rumo caótico dos fatos, dos escândalos, dos abusos e das violências dos dias atuais.

E mais, vendo os jovens caminharem pelas ruas conectados aos seus gadgets eletrônicos, somos tentados a suspirar e nos refugiar na nossa frase de velho preferida: NO MEU TEMPO É QUE ERA BOM!

Mas, será mesmo? Passando uma noite chuvosa digitalizando fotos antigas para o computador e reciclando vídeos de cassetes rebobináveis, percebo-me francamente decepcionado com velhos álbuns de família.

Não sei se já ocorreu com vocês morarem em algum outro lugar, como uma cidade de porte médio e, tempos depois, voltar para a querida cidadezinha natal, correr pra sua antiga casa, mais precisamente ao quintal de seus sonhos, e descobrir, meio sem graça, que aquele seu mundo maravilhoso da infância não passa de um lotezinho chinfrim e barrento, com pernilongos incômodos e muito mato?

Vendo o computador de meu filho, e seus jogos interativos de alta resolução gráfica, falo pra ele: filho, eu trocaria a minha infância inteira, meus brinquedos de plástico, meus robôs e até mesmo o meu amado autorama por quinze minutos de Tomb Raider 2013!

A verdade é que, à medida em que vamos envelhecendo, começamos a desconfiar que, afinal de contas, a vida não foi tão feliz assim. E, pra não dizer que foi totalmente inútil, começamos a lembrar dos “momentos inesquecíveis da minha infância”, dos “amores incríveis que vivi”, ou mesmo das minhas “fantásticas realizações profissionais”. Tudo balela...

Lógico, durante a vida tivemos alguns (poucos) momentos realmente maravilhosos: por exemplo, se você é uma criança pobre e tomou o seu primeiro refrigerante (um copo de Grapette) na cantina escolar do seu grupo, você sabe do que estou falando!

Por outro lado, numa determinada noite, que deveria ser gloriosa da nossa juventude, jogávamos animada partida de sinuca no Bar do Tcham, quando um bando de PMs armados invadiram o local (digo invadiram pois não foram chamados) e, simplesmente, jogaram todas as nossas bolas nas caçapas e disseram para irmos embora pois já era tarde.

Naquele tempo, se protestássemos, seríamos presos. Se fosse hoje, também.

E é por isso que não tenho pressa, nem em voltar no Túnel do Tempo nem em viajar ao infinito e além, para ser feliz.

Porque a felicidade, como já falei, transforma tanajura em helicóptero. Mas unicamente porque a felicidade vem ANTES da metamorfose. Caso contrário, tanajura continua sendo uma formigona bunduda. Mas também uma iguaria deliciosa da cozinha contemporânea.

Crônica: Jorge Marin
Foto     : lisafx disponível em http://stockfresh.com/

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

NOSSO CAVERN CLUB


Ao me posicionar em frente à casa de nosso irmão pitombense Sílvio Heleno pra tentar captar uma imagem da Pracinha do Chafariz, resolvi mesmo foi fazer uma visita ao velho e lendário BARRACÃO do Sr. Anjinho.

E como tem história aquele lugar!  Entre umas e outras coisas, coincidentemente, na época em que havia começado a febre PITOMBA, o local chegou a ser até um depósito de mangas. Hoje, fico pensando se não teria sido um recurso meio que desesperado do Sr. Anjinho, que, com sua conhecida sapiência, já não estaria profetizando um possível acampamento sonoro de nossa parte no referido lugar. Fundamentado ou não, sei apenas que não adiantou!

No local aconteceram nossos primeiros encontros, ou seja, os famosos ensaios descompromissados pra não tocar em lugar nenhum. Nosso negócio era fazer “BARUIADA” pra nós mesmos, e o que viesse depois seria mero detalhe. O imóvel era bem deserto naquela época, sendo assim, o máximo que nosso som alcançava era o Esplendor do Morro e entorno.

Um desses ensaios foi realizado por cima de mangas, sendo que algumas delas já estariam exalando um forte odor em decorrência de adiantado estado de maturidade.  E nós não estávamos nem aí pra isso, e muito menos com o telhado, que, certa vez, chegou a ir pelos ares em decorrência de uma forte chuva que caiu sobre a cidade. Pior que esse quase tornado, além de acabar com a energia elétrica, deixou a “PAREAJE”, que pra variar, era toda ela emprestada, ao relento. Foi aquele corre-corre no escuro, enquanto algumas “gotículas” ficavam passeando em cima da bateria e de um aparelho de guitarra que a Nely havia levado pro Silvio Heleno consertar.

Num outro ensaio, um de nossos fãs (tínhamos fãs!) saiu pela cidade convocando todos que encontrava pela frente, para um baile que estaria acontecendo no BARRACÃO. Por sinal, éramos a única banda do planeta que ensaiava em ritmo de baile com jogo de luz e tudo. Quando demos por nós, o barracão estava cheio, sendo que o arrasta-pé veio a terminar lá pelas tantas da madrugada.

Foi ali que sentei pela primeira vez numa bateria, se é que poderíamos chamar aquilo de bateria (bumbo, tarol e um prato com arrebites). Nosso guitarrista foi outro herói, pois, além de ter que cantar num microfone de gravador e num aparelho de voz em que seus alto-falantes ficavam passeando pelo chão, tinha como guitarra, um velho violão com captador elétrico. Sem contar que aquele estranho chifre de boi, servindo de instrumento pra nosso ritmista, era algo bastante inusitado.

Bem, irei parando por aqui, pois, além de ser algo repetitivo, não haveria postagem que abrigasse tantos causos hilariantes que ali aconteceram.
O Pitomba veio a ter mais tarde outra constituição, com inclusão de outros componentes, que enriqueceram o grupo, tanto no quesito musical, textos, composições e visual, mas, confesso que “A PRIMEIRA FORMAÇÃO E O COMEÇO DE TUDO, A GENTE NUNCA ESQUECE”.

Crônica: Serjão Missiaggia
Foto     : acervo do autor   

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

BELEZAS DA TERRINHA


ÁRVORE IMUNE DE CORTE

COMENTÁRIOS SOBRE A RUA BERNARDO DE MORAIS SARMENTO - A primeira a reconhecer a rua do Bairro Santo Antônio foi a Rosana Espíndola, mas quem disse o nome certinho da rua foi o José Carlos Nicodemos, que ainda fez questão de dizer: "Essa rua é minha. Moro na primeira casa de cor branca". A Diva Guazzi Knop também acertou.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

BRIGADU, GENTE!

BRIGADU, GENTE!
VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL