segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

CASOS CASA(RÕES) & seus detalhes misteriosos ???


QUEM CONHECE ALGUMA HISTÓRIA DESSE CASARÃO ???

CASARÃO DA SEMANA PASSADA - a casa da Dona Neuza do Carmo Bastos Rocha que, para nossa alegria, foi compartilhada pela mesma no Facebook, foi reconhecida por várias pessoas. Carolina Taui Furiati fez uma declaração de amor à casa: "a mais bonita e garbosa!... Minhas férias... infância... adolescência... 'minha paisagem interior' onde regressei inúmeras vezes já adulta - e por entre as suas árvores, ficou inevitavelmente parte de mim. EU, daqui, sentindo o cheiro e sabor das melhores lembranças!".

Também reconheceram e fizeram elogios à casa: Jacques Ângelo Rigolon, Maria Ângela Ayupe Resende, Alessandra Novaes Barbosa, Regina Célia Ribeiro Sampaio, Gelci Cizinha Girardi Mendonça de Oliveira, Da Paz da Silva Coletta, Ivan Moura Portugal, Regina Sá, Érika Freitas, Cristina Bedendo, Marcelo Oliveira, Rita Gouvêa Knop, Sônia Maria Itaborahy, Graça Lima, João Batista Martins Aglio, Lúcia Rodrigues de Mendonça, Finéias Rodrigues, Silva Avianna e Helena Furiati.

Finalmente, a palavra da dona da casa: "obrigada, Pitomba. Que prazer ver minha casa no seu blog. Quanta honra, pois ela é a casa dos meus sonhos, de toda a história de minha vida. Desde o noivado, 1956, o Orozimbo comprou-a para ali iniciarmos nossa família! Meu pai dizia que ela fora construída em 1926... Tempos que já lá vão...".

Nós é que agradecemos e também nos sentimos honrados, principalmente por serem palavras vindas de uma pessoa que, durante toda a vida, é conhecida por todos como Bonita.

Foto: Serjão Missiaggia

CASOS CASAS & mistério


QUE LUGAR É ESSE ???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Aline Costa foi a primeira a reconhecer o busto de Daniel Sarmento publicado na semana passada. Segundo ela, era comum subir nas árvores da pracinha na sua infância.

Tambèm acertaram: Ronilson Barbosa, Sebastião Luiz Costa e Rita Gouvêa Knop.

Foto: Serjão Missiaggia

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

REDAÇÃO NOTA 1.000 - DICAS


Mesmo sem querer ser nostálgico ou saudosista, vem porque quer a palavra “ufanismo” em meu texto e acho que tem a ver com uma publicação que fiz recentemente em meu Facebook. Explico: sabendo que, dos 6.193.565 estudantes que fizeram a redação do Enem-2014, apenas 250, ou seja, 0,004% do total, tiraram a nota máxima, fiquei meio besta. Mas, ao saber que, dos 250 que fizeram os 1.000 pontos, um é de Juiz de Fora, senti um certo patriotismo mineiro e divulguei a reportagem com o nome do brilhante garoto.

No entanto, bastou ler a reportagem completa que um certo desconforto tomou conta da minha alma. Se 0,004% dos candidatos fizeram 1.000 pontos, 8,54% deles tiraram ZERO! Isso me assustou muito porque confirma uma implicância que nós, coroas, temos em relação aos mais jovens: eles não sabem mais escrever, quando muito juntam letras e tentam transformá-las em sons.

Quem nunca recebeu uma mensagem no celular dizendo “aki naum tá legal,  bjos”? Aí vão dizer: é implicância, pois é uma forma de simplificar. Mas, se é pra reduzir, por que “naum” com 4 letras ao invés de “nao”, assim mesmo sem acento e com 3?

Fato é que a educação aqui neste nosso Brasil tem andado de mal a pior. E o pior, no caso, é que os investimentos estão sendo feitos, mas, por muita politicagem e modismo, a coisa não funciona. Querem um exemplo? Perguntem a uma professora qual é o sistema utilizado pela escola? Provavelmente, ela vai responder: olha, neste ano passado, nós voltamos a Piaget, mas, no ano anterior, era Vygotsky. No segundo semestre, pois, no primeiro, era Montessori. E por aí vai.

Outro complicador do sistema educacional tem sido as famílias, mais especificamente as mães. Quando estas não estão trabalhando fora de casa então, a coisa é feia, pois as escolas são obrigadas a ter que lidar com neuroses, frustrações e muito narcisismo. Vai aí outro exemplo: se uma professora chegar, como ocorria no meu tempo de estudante, e disser que vai aplicar uma prova surpresa, no mesmo dia umas trocentas mães vão estar esperando a coitada na saída. Lembram que, antigamente, os alunos esperavam o outro na saída pra brigar? Pois é: a essa altura, todos os anjinhos, via celular, já acionaram as mamães que estarão esperando a mestra armadas de paus e pedras. Em algumas escolas, literalmente.

Por isso, a minha grande referência, para os meus três filhos, não é de nenhum educador russo nem espanhol, mas de uma sanjoanense, a minha primeira professora Renée Cruz. E qual era o grande segredo da Dona Renée? NÃO CONVERSAR NA AULA! Ela, desde muito jovem, partiu dessa premissa, que pode parecer óbvia, mas que hoje em dia parece uma heresia, pois chamar a atenção de um aluno, ou aluna, que está conversando, é considerado repressão. Alguns ficam até publicando no Facebook durante a aula.

Portanto minha gente, além de estimular a leitura (que é fundamental), se quisermos ensinar às nossas crianças a voltar a escrever, repitam as palavras de minha sábia mestra quando começava aquele tititi na sala de aula: CALA A BOCA !!!

Crônica: Jorge Marin

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

CEM MIL ACESSOS !!!


ATENÇÃO, PESSOAL!

Hoje NÃO é um dia especial, nem feriado, nem motivo para nenhum tipo de celebração.

Hoje, como fazemos todos os dias, EU E O SERJÃO chegamos aqui na nossa Birosca Virtual, publicamos um texto que, para variar, contava uma história sobre São João Nepomuceno. E assim como quem se senta na Barbearia do Odilon, ou num daqueles bancos da Pracinha do Coronel, ficamos proseando, lendo notícias sobre o Botafogo ou marcando uma sinuquinha para mais tarde.

E, da mesma forma como acontece na vida real, passa um amigo, e outro, e mais outro. Pra rir um pouco, reclamar do governo, ou apenas trocar figurinhas.

Pois bem, na data de hoje, 14 de janeiro de 2015, ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo (como diziam as atas dos vicentinos), ESSAS VISITAS DE AMIGOS ATINGIRAM A MARCA DE 100.000. CEM MIL VISITAS!

É como se, de repente, TODA a população da cidade viesse nos visitar quatro vezes!

Podemos afirmar, com orgulho, que o Pitomba BLOG é o maior empreendimento de nossas vidas. Sei que alguns dirão: esses dois coroas são loucos pois não recebem nada pelo trabalho deles!

Aí, copiando aquele comercial de cartão de crédito, dizemos: AMIZADE, ADMIRAÇÃO, EMOÇÃO E CIDADANIA NÃO TÊM PREÇO! E isso nós recebemos, TODO DIA, de cada um de vocês.

Obrigado por dar significado ao nosso BLOG! Até os 200.000!


Jorge Marin

CAUSOS DO STIDUM - Parte 1: Um Resgate Musicado!!!


Foi deparando-me recentemente no Facebook com uma postagem feita por Jaqueline Girardi Reis, que vinha acompanhada por essa relíquia de foto acima, dos anos setenta, que eu, na condição de morador há mais de cinquenta anos do local, resolvi contar alguns causos pitorescos ali acontecidos. E o primeiro deles é mais ou menos assim:

Meu pai, já bem doente no final de mil novecentos e oitenta e oito, resolveu construir uma escada de madeira pra mim. Por sinal, uma escada incrivelmente pesada para que eu pudesse, segundo meu velho, alcançar alguns pontos de difícil acesso de nossa centenária casa. Jamais imaginaria e, com certeza, meu pai também não, que aquela escada seria tão útil no futuro.

Já no ano seguinte, mal haviam se passado duas semanas de seu falecimento, quando um corre-corre na rua, em direção ao córrego, nos dizia que algo muito estranho teria acontecido.  E não deu outra.

Ao chegar à sua beirada, visualizei de imediato que um carro havia caído lá dentro, e que,  tombado e posicionado de lado com o som ainda ligado, parecia estar com seu condutor preso ou desmaiado em seu interior.

Meio que desesperado diante da dificuldade dos mais de cinco metros que nos separavam do veículo, a única coisa que me veio à cabeça naquele momento foi buscar a tal escada que meu saudoso pai havia me deixado de herança. Coincidentemente, seu comprimento correspondia mais ou menos com a altura do muro, ou seja, em torno de seis metros.

E assim fui eu, desajeitado pela rua com aquele imenso peso nos ombros, tentar posicionar da melhor maneira a referida escada, o mais próximo possível do veiculo.  Tudo embalado com boas músicas vinda do interior do carro que, com seu som a toda altura, ainda permanecia ligado. Literalmente, um resgate com fundo musical.

O pior foi que eu não conseguia de forma alguma, devido à altura do muro, dispor a escada no leito do córrego, pois, infelizmente, ela era um pouco menor que a altura do muro. Como única alternativa, na tentativa de ajeitá-la com mais segurança, procurei com a ajuda de alguns voluntários que se prontificaram a firmar minhas pernas, debruçar sobre aqueles murinhos jogando metade de meu corpo para baixo. Esta seria a única maneira de conseguir alcançar e continuar a firmar a escada.

Naquele instante, sem que ninguém estivesse esperando (principalmente eu), eis que me sai de dentro do carro, com todo gás, nosso amigo acidentado. Para meu espanto e desespero, em função de não ter ainda acabado de acomodar a escada, ele começou a subir os degraus como um relâmpago. Enquanto isso, com a ajuda da galera da superfície, que continuava agarrada em minhas pernas, eu tentava a todo custo firmar a escada, que, ainda perigosamente reta paralela ao muro, ficava insistindo em querer tombar para o lado oposto.  Foi quando percebi que algo acabara de passar como foguete por cima de mim e que, usando meu corpo como degrau, somente não me jogou lá dentro devido à ajuda daqueles que permaneciam segurando  minhas pernas.Do contrário, meu amigo, eu teria  também mergulhado com escada e tudo pra dentro do STIDUM!

Por ironia do destino, apenas duas semanas depois daquele ocorrido, começou a obra de cobertura do córrego, hoje Pracinha do Chafariz. Fazê o quê, né!

Crônica: Serjão Missiaggia
Foto     : Face da Jaqueline Girardi Reis

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

BELEZAS DA TERRINHA


Este lugar aí, de manhã cedinho, é um espetáculo!

Foto: Serjão Missiaggia

CASOS CASA(RÕES) & seus detalhes misteriosos


QUEM CONHECE ALGUMA HISTÓRIA SOBRE ESSE CASARÃO ???

CASARÃO DA SEMANA PASSADA - Começando por todos nós, pitombenses, muita gente reconheceu a casa inesquecível do Sílvio Heleno Picorone. No entanto, a Dona Renée Cruz parece ter resumido melhor do que ninguém a definição: "esta casa é patrimônio de São João! O patriarca é uma figura inesquecível! Grande figura, grandes casos. Seus filhos herdaram o bom humor e o sarcasmo dele. Saudoso Anginho Picorone (com G porque vem de Ângelo). Sempre com X no lugar de S nos fins das palavras!"

Também se lembraram o Luiz Carlos Moura, Marcelo Oliveira, Maria de Fátima Oliva (sobrinha da dona Celeste e do dr. Heraldo, vizinhos da casa), Graça Lima e Lucilene A. C. Paulo.

A Cristina Velasco Itaborahy lembrou-se do "sequestro" do tablado da dona Mariana, que já contamos aqui no BLOG em http://grupopitomba.blogspot.com.br/2011/12/releituras-festivais-e-futebol.html

Rever aquela casa é quase como voltar à nossa infância e adolescência. Se não foi a casa da nossa família, foi, com certeza, a casa da família que mais curtíamos, e ainda curtimos.

Foto          : Serjão Missiaggia
Texto final: Jorge Marin

BRIGADU, GENTE!

BRIGADU, GENTE!
VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL