segunda-feira, 8 de julho de 2013

CASOS CASAS & detalhes




Essa é a Rua Cavalheiro Verardo.  Como é o nosso avô, reunimos para lembrar alguns causos.  E aquilo que era pra ser só um texto para acompanhar as fotos, virou uma "conversa pra mais de metro".  Aí resolvemos juntar tudo, fazer uma "ata" e publicar aos poucos.  É uma história fascinante!

Para os leitores de CASOS CASAS, queremos dizer que essa casa amarela foi ele mesmo - o vô Cavalheiro - que desenhou e construiu com as próprias mãos, e que a referida Rua somente EXISTE por ele ter cedido uma faixa de seu terreiro.  Dizem que era realmente uma sumidade.

O que podemos garantir, sem querer puxar a sardinha para o nosso lado, é que, mesmo naqueles tempos, pouquíssimas pessoas possuíam a honestidade, a simplicidade, a generosidade, a criatividade, a inteligência e a sabedoria de nosso avô materno.

O passeio, hoje, termina aqui, mas não deixem de ler, em breve, os relatos da vida desse desbravador, um dos grandes empreendedores de nossa cidade.

Fotos: Serjão Missiaggia
Texto: Missiaggias, os netos.  

CASOS CASAS & mistério


MAIS UM DESAFIO DE SEGUNDA-FEIRA: aí, pessoal!  Que lugar é esse?

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA: Heloísio Rodrigues, Maria Augusta Mendonça, Edna Missiaggia Picorone e, como não podia deixar de ser, Nilson Batista acertaram o desafio anterior: a antiga torrefação de café do ex-prefeito Marcelino Barbosa, onde funcionou, mais tarde, a fábrica de tampinhas em que trabalhou nosso saudoso baterista Zé Neli.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

E O VENTO VAI LEVANDO - Comentários

Serjão, dou a sugestão para vc substituir a placa da rua do devedor por essa abaixo:


com abraço de,
César Brandão 

E O VENTO VAI LEVANDO - parte I


Nesta desgastante tarefa de ficar andando por nossa terrinha fotografando para o blog, algo bastante curioso vem, ultimamente, chamando minha atenção. O fato é que comecei a descobrir, in loco, quão o tempo é veloz e que este profundo dito popular que diz “A FILA SÓ VAI ANDANDO” é bem mais sério que imaginava. Por sinal, é a única FILA na qual ninguém importa de esperar e que, quanto mais lenta estiver, melhor será.

E como é estranho ficarmos percorrendo ruas e vielas nos deparando a todo o momento com nomes de parentes, vizinhos, amigos ou, simplesmente, antigos conhecidos nossos, estampados nas diversas placas espalhadas pelo bairro!  Confesso que era bem mais leve e agradável quando, num passado não muito distante, além de não sermos pessoalmente conhecidos ou íntimos dos ilustres homenageados, no mínimo, cem anos nos separavam deles.

Pra terem uma ideia, existe um busto na pracinha em frente à minha casa que foi erguido em justa homenagem à memória de um ilustre médico são-joanense. Profissional competente e dedicado, que não só me viu nascer, como também, por muitas vezes, ainda criança, fui a ele me consultar.  Se antes havia uma enorme sensação de temporalidade me separando da totalidade dos homenageados de nossas praças e afins, hoje percebe-se nitidamente o começo das exceções.  

Com o devido respeito, cheguei certa vez a passar por uma rua cujo nome era o de um freguês meu que, mais ou menos há uns trinta anos, havia levado uma enceradeira (bons tempos dos tacos!) em caráter de urgência para que eu pudesse arrumar. Alegando, ou melhor, implorando, pedia pra que eu quebrasse seu galho, pois estaria chegando visita em sua casa.  E, com a mesma urgência em que consertei, ele sumiu e nunca mais apareceu pra me pagar. O famoso DEUS LHE PAGUE, literalmente!
(conclui na semana que vem)

Crônica: Serjão Missiaggia

quarta-feira, 3 de julho de 2013

CONVERSA FIADA


Ainda sobre as manifestações.  Um amigo se preocupa: começam a surgir vítimas inocentes.  Sei disso: meu compadre, tentando cumprir seu trabalho antes que uma avenida fosse interditada em Conselheiro Lafaiete, teve seu caminhão apedrejado.  Um menino foi baleado por engano em Santa Luzia.  Coisas desse tipo, tudo muito triste.

Verdade seja dita: antes das manifestações, vítimas inocentes também tombavam...  Nas filas de espera dos postos de saúde sem médico, nas esquinas da periferia dominada pelo tráfico, nos apartamentos solitários de aposentados com seus salários aviltados.

A diferença é que, no segundo caso, nada disso é noticiado.  É normal.

É normal viver assim com sobras, com esmolas, com caridade.  E, das migalhas de um sistema que, até o momento em que estou escrevendo esta crônica, arrecadou R$ 793.934.773.926,18 !

Assusta ver muitos aventureiros e loucos (muitos até contratados) quebrando e arrasando tudo.  Mas assusta muito mais uma presidenta dizendo que vai fazer um plebiscito.  Um plebiscito pra quê?  Será que não está muito claro que o povo JÁ disse NÃO?

NÃO à situação atual, aos desmandos, à corrupção, ao clientelismo político.  Enfim, à conversa fiada!!!

E assim, entre o medo de uma pedrada e o horror do SUS, vamos levando a vida.  É claro que não desejamos o caos e as manifestações fanáticas que, por exemplo, levaram Collor ao poder.  Mas também não queremos a conversa fiada, o blá-blá-blá, o atestado de idiotice cívica.

Um amigo pitombense defende a ideia de uma lei propondo a proibição da reeleição em TODOS os níveis no país.  Já seria um bom começo.  E que esse projeto seja votado no Congresso, com voto aberto e transmitido pela TV Globo.  Quem sabe?

Ah, aquele valor dos impostos já bateu a marca dos R$ 793,960 trilhões.

Crônica: Jorge Marin

segunda-feira, 1 de julho de 2013

CASOS CASAS & detalhes






Não há nada mais sanjoanense do que descer e subir a Rua do Sarmento.

Desde que o grande empresário Daniel Sarmento veio de Rio Novo e abriu a Casa Sarmento & Companhia, até os dias de hoje, não há como sair de casa e não dar, pelo menos, uma passadinha lá na Rua do Sarmento.

O pessoal, às vezes, tem mania de chamar as ruas de artérias.  Mas, no caso da Rua do Sarmento, ela não é artéria: é o próprio coração de São João Nepomuceno!

Quem não se lembra dos bancos da praça, do Bar Central, do Santinho, do Hudson, da Tipografia, da Casa Leite?

E quem aí, com mais de 40, não frequentou a Sinuca do Cida e não deu aquela esticada de olho pra ver as meninas que passavam ali em frente à Galeria do Mangueira?

A Rua do Sarmento foi, é e, se Deus quiser, sempre será assim: alegre, charmosa, romântica e agitada.  Quem vive aqui, sabe.

Fotos: Serjão Missiaggia
Texto: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério


QUE LUGAR É ESSE, GENTE?

ACERTADOR DA SEMANA PASSADA - Nilson Magno Batista (de novo!) reconheceu o adro da Igreja Matriz.

BRIGADU, GENTE!

BRIGADU, GENTE!
VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL