segunda-feira, 24 de setembro de 2018

SE ESSA RUA FOSSE A MINHA


QUEM SE LEMBRA DE EMOÇÕES VIVIDAS AQUI???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

Maria Do Rosário Geraldi Furtado Casa da Riza na parte de cima e marcenaria Sr.Alferedo e do Sr.Joao marido do dona Doca.



ESSE LARGO QUE EU NÃO LARGO


BELEZAS DO LARGO DA MATRIZ.

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério???


ONDE FICA ESSA TORRE???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

Jovina de Freitas Por acaso é a igreja do São José
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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

FILHOS DESAJUSTADOS



Tenho corrido de política como o diabo da cruz. Não que eu seja apolítico, ou daqueles que dizem “eu não vou votar em ninguém porque ninguém presta”. Quanto a isso me considero até otimista. Se é mesmo verdade que ninguém presta, esta é a hora de mudarmos totalmente a cara dos nossos representantes. E, se não mudarmos, então a responsabilidade será inteiramente nossa.

Mas a minha evitação da política tem sido quanto ao debate. Agora idoso, faltam-me estupidez e falta de educação que têm sido uma tônica nas discussões. Ainda assim, gosto de acompanhar as falas dos candidatos e até aceitado a oportunista amizade de alguns no meu Facebook, só pra ver o nível da campanha, mas confesso que me falta também a paciência para ler aqueles textões de promessas.

No entanto, a declaração de um candidato a vice-presidente, na última segunda-feira, me tirou um pouco do sério. Disse ele que as famílias POBRES “sem pai e avô, mas com mãe e avó” são “fábricas de desajustados” a fornecer mão de obra ao narcotráfico.

Ora, minha gente, como sou de família pobre, isso quer dizer que só não sou traficante por sorte: meu pai e meu avô morreram depois que eu já era adulto.

No entanto, tenho muitos parentes e amigos, igualmente pobres, que estão naquela situação de terem sido criados pelas suas mães e avós, seja porque os pais e avôs faleceram, seja porque se separaram de suas mulheres. Dessa turma, que eu saiba, nenhum está no narcotráfico.

Mas o que me indignou nessa fala é porque conheço essas mulheres que foram obrigadas a tomar para si a responsabilidade de criar seus filhos e netos sem seus companheiros, e sabem o que eu acho da maioria delas? Elas foram admiráveis!

Nós, homens, temos a mania de querer enquadrar tudo, explicar tudo, projetar um ideal e querer que os filhos sigam. As mulheres, ao contrário, têm essa capacidade extraordinária de saber exatamente o que é possível e o que não é. Até falam de feitos impossíveis umas com as outras, mas sempre fazem o que é possível. E olha que o fazem com extrema competência!

Dirão que há de se impor limites aos filhos. Essa é a chamada função paterna, e, neste ponto, eu concordo com aquele político: o pai é o responsável por educar, moldar, controlar e limitar. Porém, e isso é muito IMPORTANTE: não é necessariamente o pai-pessoa que tem que fazer isso, nem que seja um homem. A função paterna pode ser exercida por qualquer pessoa na qual o filho reconheça uma figura de autoridade.  

Então, minha gente, muita calma nessa hora. Da mesma forma que exijo respeito à minha mãe e às minhas avozinhas, vamos respeitar as genitoras. Até mesmo daquelas pessoas que acham um ato supremo de macheza desrespeitar a mãe dos outros.

Crônica: Jorge Marin

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

OS PELADÕES DO MANGUEIRA



Após depararmos com essa fotografia em nossos arquivos, e ainda pegando a rapinha do tacho no ano das comemorações do centenário de fundação e glória do Mangueira F.C., iremos lembrar mais uma vez daquelas famosas PELADAS de vôlei que aconteciam na década de setenta, quase todas as tardes e noites em sua quadra, tendo como protagonistas Adil Pimenta, Quirino e companhia. Como também podemos observar na imagem, vez ou outra nossa eterna campeã do vôlei Helenize Freitas, comparecia pra dar aquela canja à rapaziada e aos ávidos assistentes.

Falando em assistentes, era somente perceber que os holofotes da quadra estariam acesos para que uma pequena plateia, já posicionada na sinuca do Cida, descesse em direção à galeria do clube e assim pudesse se divertir com as confusões armadas por eles. Raríssimas vezes em que uma partida terminava em paz! Bola, então, duvidosa próxima a linha era um deus no acuda. Já vi partida terminar sem que soubéssemos até hoje se a bola havia caído dentro ou fora.

Uma apostinha simbólica, geralmente casada nas mãos de algum assistente, sempre acontecia, sendo que, não muito raro, em função das rotineiras discussões, serem devolvidas os seus respectivos donos antes mesmo que a partida terminasse e que houvesse vencedores.

Por sinal, as brincadeiras quase sempre terminavam pela metade e em meio a um tumulto generalizado, que muitas vezes se estendia até à Coronel José Dutra. Na verdade, uma grande FESTA entre amigos, que com certeza ali estariam no outro dia pra recomeçar tudo de novo.

Assim tão bem descreveu Silvio Almeida:

                                       "PELADAS

Os melhores momentos do vôlei eram nas chamadas ‘peladas’, que aconteciam principalmente nas férias de verão e sempre depois das 4h da tarde. Adil encerrava seu turno no consultório e ia direto para a quadra, onde os outros já o esperavam.

Eram momentos de amizade, de pura diversão e descontração, mais ainda pela presença do Sô Osmar, com quem a turma gostava de implicar.
Aí está ele, M
auro Girardi, Adil Pimenta, Silvio Almeida, Paulinho Barbosa, Heloisio Rodrigues, Toniquinho Marcelos, Téo Atherino Jr. (do Rio), Helinho Cunha e Ricardo Medina.

Isso já foi por volta de 1974, pouco antes da partida do Paulinho.”

Crônica: Serjão Missiaggia com texto de Sílvio Almeida
Foto     : Facebook

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

BELEZAS DA TERRINHA


NA ESTAÇÃO...

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

TODA CASA TEM UM CASO


QUEM SABE CASOS DESSE CASARÃO???

Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin

Irene Chaves Parece um prédio na rua Dr Laureano,onde funciona uma igreja Evangélica

BRIGADU, GENTE!

BRIGADU, GENTE!
VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL