segunda-feira, 31 de agosto de 2015

BELEZAS DA TERRINHA



CÉUS DE SÃO JOÃO NEPOMUCENO

Foto: Serjão Missiaggia

CASOS CASARÕES & seus detalhes misteriosos ???


QUEM CONHECE ALGUMAS HISTÓRIA SOBRE ESSA CASA ???

CASARÃO DA SEMANA PASSADA - a casa na esquina da Rua Domingos Henriques de Gusmão com a Ibrahim Camilo Ayupe foi reconhecida por vários leitores. Os três primeiros a acertar foram: Maninho Sanábio (que disse que lá funcionou a loja Bete Joias), Marcelo Oliveira e Rita Knop Messias.

Foto: Serjão Missiaggia

CASOS CASAS & mistérios ???


DE QUE CASA É ESSE TELHADO ???

ACERTADORES DA SEMANA - a gloriosa águia do Novo Clube Trombeteiros de Momo foi reconhecida por: Maninho Sanábio (sempre em primeiro lugar), Evanise Rezende e Raquel Bertolini.

Foto: Serjão Missiaggia

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

REVENDO O PEQUENO PRÍNCIPE


Acho que, como sempre, o meu filho tem razão. Constrangido por assistir a um filme não compatível com a sua idade (10 anos), recusou-se a ir comigo ao cinema ver O Pequeno Príncipe, filme francês dirigido pelo americano Mark Osborne. Realmente, o desenho animado não é para crianças.

Ambientado num bairro de uma cidade americana, o filme conta o drama de uma mãe (dublada pela atriz Rachel McAdams) obcecada, como o são grande parte das mães atuais, em colocar a sua filhinha (Mackenzie Foy) numa escola de elite, daquele tipo que “dá para passar direto no vestibular” como se diz no Brasil.

Administradora de empresa, a mãe estabelece um rigoroso fluxograma de estudos para a filha seguir durante as férias de verão com o objetivo de atingir a sua meta considerada, pela mãe, como “essencial”. Mas, o essencial, como sabemos nós, leitores do Pequeno Príncipe original, é invisível aos olhos.

Assim, vizinho à casa da menina, um velho aviador (Jeff Bridges) vai subverter toda aquela ordem e organização, introduzindo o lúdico na vida da menina. Porque ocorre que aquele velho, descobrimos quando tenta decolar no seu antigo avião estacionado no jardim, é aquele mesmo aviador que viveu as aventuras com o Pequeno Príncipe no deserto do Sahara.

À medida que o aviador vai se fazendo presente na vida da garotinha, o filme adquire um tom extremamente poético, pois a animação, até então do tipo 3D gerada em computador, transforma-se num tipo de stop motion em que as aquarelas originais de Antoine de Saint-Exupéry adquirem uma projeção em massinhas de modelar com as cores características do livro que lemos quando crianças. Os movimentos da Raposa (James Franco) são impressionantes.

Quando, na segunda metade do filme, a menininha resolve viajar até o asteroide B612, em busca do Pequeno Príncipe, as duas “realidades” se misturam e enxergamos o que há de mais triste do mundo dos adultos mostrado no livro, confrontado pelo que (ainda) há de belo no nosso mundo.

E o que há de belo em nosso mundo de reis, exibicionistas e apegados ao dinheiro, pode ser: um riso de criança ao longe, tratar nossos filhos como crianças e não como adultos (como era feito até o século XIX), cativar pessoas a quem não conhecemos, ou, simplesmente, chorar no cinema.

Crônica: Jorge Marin
Foto     : frame do filme O Pequeno Príncipe  

MÚSICAS QUE O PITOMBA ESCUTAVA


Do tempo das brincadeiras dançantes.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

BRINCADEIRA DANÇANTE NO TERREIRO DO BELÁSQUEZ


Certa vez, cismamos em tocar no terreiro da casa de nosso contrabaixista Belásquez. Por sinal, uma tarefa nada fácil haja vista a topografia do lugar, que não nos era muito favorável. Na verdade, era totalmente desfavorável em função do acentuado declive do terreno.

Foi quando, em função desse detalhe, tivemos a infeliz ideia de montar o palco com o velho tablado da mãe de nosso guitarrista. O objetivo seria tentar nivelar o pequeno lugar em que ficaríamos juntamente com os instrumentos, mas, naquela pressa, esquecemos de apoiá-lo direito no chão. O palco se transformou numa verdadeira balança, onde ninguém poderia mexer. Se tal acontecesse, a turma que estivesse na linha de frente, de imediato subia, e os que estivessem na retaguarda, simultaneamente desciam e vice-versa.  Pra alguns, já meio etílicos saturados, foi um sobe e desce de causar vertigem.

Modéstia à parte, aquela noite foi uma sensação e motivo de comentário por muitas semanas. Tudo foi superorganizado, apesar do nosso descuido em deixar que os cachorros nadassem na bacia dos copos. Imaginem vocês que, enquanto era servida a batida de limão sobre a mesa, o cãozinho da casa e sua família se esbaldavam embaixo dela. Mas, naquela atura do campeonato, prevaleceu mesmo a velha máxima que dizia: “o que os olhos não veem o coração, digo, o paladar, não sente”.

Mas, voltando ao baile, chegamos até a adaptar vários spotlights nas árvores, deixando o terreiro todo colorido e o ambiente num belo visual. O lugar ficou lotado e, se tivéssemos cobrado ingressos naquela noite, teríamos faturado uma boa grana. Veio gente de tudo enquanto lugar e até um barzinho foi improvisado pouco abaixo do pé de ameixa.

Mesmo reconhecendo que fizemos uma tremenda “baruiada”, e que a batida de limão tava mais do que “braba”, entre vivos e desfalecidos, todos se salvaram. 

Semana que vem, terminarei esta série de postagens, contando aquela que teria sido a brincadeiras das brincadeiras ou, pelo menos, o pouco que existiu dela.

O indigitado tablado nunca mais foi devolvido e a coisa ficou feia pro nosso lado. Contarei numa outra oportunidade.

Crônica: Serjão Missiaggia
Foto     : acervo do autor

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

BELEZAS DA TERRINHA


ESSE VERDE QUE EU ADORO

Foto: Serjão Missiaggia

BRIGADU, GENTE!

BRIGADU, GENTE!
VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL