segunda-feira, 18 de novembro de 2013

CASOS CASAS & detalhes




Olhem só a Rua Duque de Caxias!

Quanta coisa fizemos por aqui.  Muitos vão se lembrar que, no tempo em que a "dança do acasalamento" passava pela Rua do Sarmento, era aqui na Duque de Caxias que vínhamos ensaiar os próximos passos: as meninas davam um último retoque na maquiagem e nós, rapazes, combinávamos quem ia ficar com quem.  Depois, no final das contas, subíamos até o Bar do sô Quinca do 88 e ficávamos lá falando de futebol.

A Duque de Caxias traz lembranças simples: comer um quibe da dona Conceição na hora do almoço no Bar Xodó, tirar uma foto 3x4 no Arlindo Retratista, um pão quentinho na Padaria do "Debrando", com direito a um cumprimento educado do casal Sô Canarin e Dona Nair, que ficavam na janelinha, à noite, vendo aquela nossa euforia toda.

Hoje, somos nós que ficamos observando aquela euforia toda.  A euforia continua, as ruas permanecem e nós passamos por elas...

Fotos: Serjão Missiaggia
Texto: Jorge Marin

CASOS CASAS & mistério ???


QUE PAISAGEM É ESSA AÍ?  QUEM JÁ FOI NESSE LUGAR ???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA: Muita gente acertou aquele detalhe do prédio da Fábrica de Tecidos Santa Martha (antiga Cia. Fiação e Tecidos Sarmento): Alex Silva, Marquinho Vinicius Amorim, Diego Silva SJN e o parceirão Nilson Magno Baptista.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

ESTE CHORO


Tenho em mim este choro
Que é um grito calado
Que é um nó no peito
Que é um jeito de dizer não
Que não sai.

Tenho em mim esta dor
Que é uma dor tão imensa
Uma soma de fazeres incompletos
De gozos inconclusos
E realizações não desejadas.

Tenho bem dentro de mim
Esta página quase virada
De vida controlada asséptica
De morte preparada e quitada
Antecipadamente.

Mas, da profecia autenticada
Em cartórios sagrados,
Me brota este prurido
De um amor proibido
Irrompe esta delícia
De saciar as sedes
E, sem saber, eu grito!

Meu grito é um urro e é um não
No grito, choro, e no choro explodo
O meu corpo exsuda lava
e o sexo drena o veneno
de recalques recalcitrantes.
A calma aparente que se segue
É só cansaço...

Poesia: Jorge Marin

Foto: Natural Thinker, disponível em http://www.flickr.com/photos/crazybynature/2189387168/

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

FALANDO & SÉRIO - NOSSO TRÂNSITO


Dias atrás, ao ler uma enquete que estava sendo realizada por um site aqui da cidade, juntamente com algumas noticias sobre um possível projeto de melhorias no trânsito, resolvi, na condição de simples cidadão, fazer um ou dois comentários e, entre eles, apenas pequenos questionamentos.

Mas, ainda antes de começar, abro aqui um pequeno parêntese para elogiar nossos MOTORISTAS, principalmente no que se refere às faixas de pedestres. Observa-se que, na sua quase maioria, são pessoas EDUCADAS, respeitadoras das leis e, acima de tudo, dos transeuntes. Fato  que não acontece na maioria das cidades brasileiras e que é amplamente notado por aqueles que nos visitam.  Infelizmente, não poderei dizer o mesmo quanto à totalidade de nossa imensa frota de MOTOCICLETAS.  

Voltando então ao assunto, tomarei como exemplo o CIRCUITO que abrange desde as proximidades do GRUPO CORONEL, passando pelo CORREIO, AV. ZECA HENRIQUES até o SUPER MAIS ou PRAÇA CARLOS ALVES. Por sinal, me sinto bem à vontade em opinar, pois é um percurso que fico a transitar a todo o momento.

Este CIRCUITO já vem sendo, há algum tempo, conhecido como o circuito, hora da velocidade, hora do congestionamento. Segundo alguns irônicos entendidos, o referido local faz inveja a muito autódromo famoso, principalmente devido às suas características únicas, ou seja: pista larga, várias chicanes em forma de passarela, ultrapassagens perigosas e de altíssimas velocidades, curvas sinuosas, boas retas, além é claro, de alguns pequenos acidentes. E olhem que nem estou citando as incríveis motos Kamikazes, que ali se lançam no famoso vai e vem das entregas noturnas. Ah! Já ia me esquecendo, que se trata de um antigo circuito misto de rua, onde motos e veículos correm NOS DOIS SENTIDOS ao mesmo tempo.

Brincadeiras à parte, observem na imagem acima o movimento quase que constante de veículos, juntamente com o detalhe do caminhão tendo quase que tangenciar a direita para que pudesse dar passagem ao carro que vinha no sentido contrario. (Deixo claro, que essa foto não foi em período de carnaval e nem exposição). É nítido e notório que, em função do aspecto geográfico da cidade, o espaço físico para trânsito de veículos no centro se tornou pequeno. Em contrapartida, as fábricas vão a cada dia lançando no mercado milhares de carros e motos, sendo que, somente, de janeiro a junho de 2013, a indústria nacional fabricou 1,86 milhão de veículos. Difícil imaginar como ficarão muitas cidades no futuro!

Voltando um pouco mais ao referido circuito, o negócio seria tentar pelo menos desafogar um pouco o trânsito no local. Afinal de contas, para o local também convergem todos os veículos oriundos da região de Descoberto com destino a Juiz de Fora, ou seja, são aqueles que estão indo ou voltando e que optam sempre em fazer uso da passagem do antigo leito ferroviário ou mesmo a entrada principal.

Achei, sinceramente, que a construção do ANEL VIÁRIO, se não fosse resolver, iria pelo menos amenizar um pouco a situação, mas infelizmente, parece que essa IMPORTANTE OBRA ainda precisa de algo mais para decolar de vez. Como agravante, os veículos que chegam à cidade pela entrada principal, são também direcionados para estas bandas ou, se não, para uma pequena retenção que ainda acontece na Praça Carlos Alves. As ruas desse circuito se tornaram uma verdadeira BR, inclusive com veículos PESADOS transitando a todo o momento pelo lugar.  (Nossa centenária rede de esgoto e pluvial que o diga!). Por sinal, a construção de um PORTO SECO na cidade pareceu-me uma excelente IDEIA. Bem! Mas este é outro assunto!

Para terminar, fico sempre impressionado, enquanto faço minhas caminhadas, a velocidade que alguns motoristas e motoqueiros se lançam naquele trecho de asfalto que vai do inicio do Center Modas ao fim da Avenida.  Sinceramente, ainda não consegui entender como nunca ouve algum acidente mais grave ali. Ou já?

Enfim, apesar do esforço constante de nossas autoridades, na busca constante de uma solução para o trânsito da terrinha, qualquer boa intenção ou ideia, de pouco ou quase nada adiantará, se não vier antes de tudo acompanhada de uma MAIOR FISCALIZAÇÃO, CONSCIENTIZAÇÃO e uma melhor EDUCAÇÃO DE TRÂNSITO.


Crônica e foto: Serjão Missiaggia

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

CASOS CASAS & detalhes



DE CARA NOVA, hoje, a Pracinha do Chafariz (Praça Carlito Guazzi) é um local MULTIUSO, onde, pela sua localização privilegiada, convergem pessoas de diversas idades. Nela podemos encontrar APARELHOS DE GINÁSTICA GRATUITOS, PARQUINHO INFANTIL, ESPAÇO AMPLO PARA ATIVIDADES DO PESSOAL DA MELHOR IDADE, NAMOROS, PROSAS, ALÉM DE BOAS SOMBRAS.  Devido à sua importância no contexto social, ela vem, aos poucos, sendo reformada pela administração municipal, visando maior aconchego e SEGURANÇA a seus usuários, muito dos quais crianças e idosos. 

Texto e fotos: Serjão Missiaggia


CASOS CASAS & mistério ???


QUE LUGAR É ESSE? É NA TURQUIA OU É EM SÃO JOÃO?

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - muita gente acertou o "mistério" da semana passada (casa na Rua do Descoberto): Paulo Roberto Gruppi, Antônio Araújo Pinto Jr., Sebastião Luiz Costa, Icko Velasco, Eliane Fajardo, Luiz Carlos Moura, Dione Paes, Maninho Sanábio, Cleverson Cabral e Diego Silva SJN.  Este último deu o endereço completo, só faltou o CEP.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

MULHERES... ESSAS DANADAS!


As mulheres, essas danadas
Fadas... safadas
Esposas ou namoradas
Usam o tempo como algo de bom
Mas jamais percebem essa benesse
E por não serem julias d’aiglemont        
Não nos permitem ser um vandenesse

Já não são mais coquetes
E nem usam anáguas
Mas, que mágoa!
Que saudade dos leques
Dos broches dos camafeus
Mas, meu Deus, e o leite de rosas?
As garotas vaporosas
Banhadas à Cashemere Bouquet?

Pois veja você!
Essas gatinhas, as cocotas de outrora
São essas belas senhoras
Com seus lares bonitos
Que até dispensam o agito
Mas não a satisfação
Que sabem que a dependência
Não é submissão
E já sabem que o amor
Não é só coração

Meu reino por uma balzaquiana!
Pois ela é tudo de bom
É o licor do bombom
É um louis vuitton
Ou christian loubotin
Mas acima de tudo
Seja ela o que for
É uma mestra do amor
É ardor e feitiço
Menos grito mais cochicho
Menos nova mais capricho

Poesia: Jorge Marin

Foto: cartaz do musical Mamma Mia, disponível em http://stuttgart.arcona.de/en/offer/musical-mamma-mia

BRIGADU, GENTE!

BRIGADU, GENTE!
VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL