segunda-feira, 20 de julho de 2015

CASOS CASAS & mistério???


ONDE FICA ESSA CASA COM A IMAGEM DE NOSSA SENHORA APARECIDA NA FACHADA ???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - A casa que pertenceu a Dra. Consuelo Sarmento, na Rua Capitão Braz, ao lado da residência do Sílvio Heleno Picorone, foi, de cara, reconhecida pelo nosso especialista Nilson Magno Baptista. Também acertaram: Antônio José Capanga, Maninho Sanábio, Solange Silva, João Bosco Torres, Cristina Velasco Itaborahy, Silvana Picorone, Reneé Cruz, Ilka Matta Gruppi e Emília Batuta.

Foto: Serjão Missiaggia

sexta-feira, 17 de julho de 2015

EU QUERO QUE O POVO SE EXPLODA!


A frase acima foi um bordão usado por um personagem de Chico Anysio, o Senador Justo Veríssimo, que odiava pobres e adorava propinas.

O problema é que, passados três anos da morte do seu criador, o lema parece ter sido levado a sério por todos, ou quase todos, os políticos que escolhemos para nos governar.

E o pior é que discutimos política no Facebook, pensamos que entendemos de ideologia, ficamos “de mal” com os amigos. E tudo isso por quê? Porque, no fundo, acreditamos que um dia (que parece não chegar nunca, e não vai chegar mesmo!), teremos governantes honestos, e um país sem corrupção.

O que não conseguimos perceber, dentro de nossa ingenuidade (ou burrice mesmo, eu inclusive), é que a ÚNICA e exclusiva preocupação do político é estar no poder. Só isso!

Antigamente ainda se dava uma lustradinha nos propósitos e o mandatário fingia se preocupar com algumas causas: a ecologia (que, na mão dos políticos, vira um assunto esotérico), a saúde (quando assistem a alguma reportagem no Jornal Nacional), ou mesmo a educação (tema impossível, pois a maioria dos políticos tem se revelado totalmente sem educação, começando pelos candidatos à Presidência da República).

Hoje, a coisa funciona assim: numa cidade pequena, como a nossa, um prefeito consegue uma verba para construir um hospital. Ora, nós sabemos, na pele, que falta faz um bom hospital público. Porém, antes de concluir a obra, termina o seu mandato, e ele não consegue se reeleger. Aí o que faz o seu substituto? Conclui o hospital e o inaugura junto com o adversário que o iniciou para o bem da população? Não! Ele para a obra, deixa aquela estrutura ao relento apodrecer e estragar, e começa a batalhar por mais verba para a saúde para construir o SEU hospital.

Percebem que não há NENHUM interesse público? E que ninguém pensa em POVO em momento algum?

Então, o que fazer? Se esperar por uma lei que PROÍBA que todos os ocupantes de cargos públicos, TODOS, se reelejam é um sonho que jamais se realizará, podemos decidir fazer essa lei nós mesmos. Como? Adotando a postura de somente votar em quem não está ocupando o cargo hoje, seja, presidente, governador, prefeito, vereador, qualquer um.

Assim há garantia de que a coisa vai melhorar? Não, não há, mas, pelo menos, haverá um revezamento de pessoas no poder. Melhor a ilusão de um equilíbrio do que a certeza de uma violência!

Crônica: Jorge Marin

MÚSICAS QUE O PITOMBA ESCUTAVA


Mais uma, do "nosso" tempo, essa música vai dar o que falar no ano que vem, como tema do filme do Coringa. Aguardem.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

O VELHO RELÓGIO


Já andei escrevendo aqui no Blog sobre nosso pé de caqui, o galinheiro e seus empenados, meu inesquecível pássaro preto e até mesmo um simpático gambá que por estas bandas certa vez resolveu aparecer. Achando, até então, ter cumprido minha difícil e prazerosa missão literária doméstica, qual não teria sido a minha surpresa quando, dias atrás, ao receber um e-mail de meu estimado mano, fui questionado sobre os motivos de não ter ainda escrito uma única linha sobre nosso velho RELÓGIO de parede. Relógio este que vem passando, há quase um século, de pai para filho e do qual, atualmente, tenho a honra de ser o guardião.

Cheguei certa vez a apelidá-lo de EL RELOJ em homenagem àquele famoso bolero de Roberto Cantoral, que inicia sua letra dizendo: POR QUE NÃO PARAS RELÓGIO.  Verdade seja dita, se acaso o saudoso compositor possuísse na época uma preciosidade como essa, com certeza, a música fatalmente teria começado de maneira um pouquinho diferente, ou seja, POR QUE PARAS TANTO RELÓGIO?

Sei apenas que essa relíquia, que até pouco tempo vinha passando meio que despercebida, hoje é persona grata, membro honorário da família e com lugar privilegiado na casa.

Semanalmente, tenho que dar-lhe corda, e se tal não acontecer, o danado empaca feio e nos deixa na mão. Pra ser mais preciso, terei que executar exatamente dezesseis giros completos, sentido anti-horário em uma de suas borboletas laterais, mais precisamente a da direita. Se acaso nos distrairmos ao contar as voltas, basta somente observar quando uma forte pressão dificultar os movimentos. Nesse momento, é  hora de parar, pois a próxima, com certeza, será a décima sétima. A borboleta da esquerda, bem mais suave e fácil de manejar, pouco é acionada, e somente é usada para fazê-lo despertar.

E já que falamos em despertador, diria que esse seu mecanismo é tão poderoso e traumático, que sempre aconselhamos ao dorminhoco de plantão despertar antes para desativá-lo. Melhor sair da cama dez minutos adiantado que acordar apavorado. Literalmente, um desperta dor!

Sistemático como alguns membros da família, não aceita qualquer lugar pra cumprir sua rotineira missão. Tem que ser superfície lisa, e num prumo que, às vezes, levo horas pra encontrar. Já cheguei a furar algumas dezenas de vezes uma mesma parede, somente para tentar encontrar um lugar de seu agrado.

Seu cheiro sempre me seduziu. Cheguei até a criar uma agradável mania que consiste em, ao terminar de lhe dar corda ou no final de cada manutenção, ainda antes de fechá-lo, dar uma boa cafungada no interior de seu gabinete. Incrível como um mesmo aroma permanece impregnado por tanto tempo. Algo assim misterioso, fazendo lembrar o mesclar de madeira nobre, lubrificantes, óleo de peroba e outras coisas mais. Genuíno e puro bálsamo que, forjado no tempo, me faz, a cada cheirada, ser transportado, por fração de segundos, a algum lugar desconhecido.

É sempre prudente acertar seus ponteiros deixando-o com dez minutos adiantados, pois sempre teve o terrível hábito de ficar atrasando pouco mais de um minuto por dia.  Aí eles vão se acumulando, para, quando chegar o final de semana, acontecer aquele estrago, ou seja, muita gente chegando atrasado a algum compromisso. 

Mas, o gostoso mesmo é acertar suas batidas, que, por sinal, sempre foi o meu grande sonho de criança. Quantas vezes eu ficava a olhar admirado meu pai a fazê-lo. Este era pra mim outro grande mistério (talvez o maior deles) e que também me fascinava. Não via a hora em que pudesse me tornar adulto e, assim como meu velho, poder também executá-lo. Era mágico ficar observando quando, ao enfiar uma das mãos em seu interior, alcançava um lugarzinho misterioso bem atrás das engrenagens. Por sinal, somente ele sabia chegar nesse ponto e assim acionar um determinado mecanismo.

E os anos se passaram até que meu dia chegaria. E qual não teria sido minha felicidade ao descobrir o tal lugarzinho e poder acionar pela primeira vez o referido pino.  Enquanto criança, já havia tentado algumas vezes escondido do velho, mas não sei se, pela pressa ou medo, nunca havia conseguido.

Confesso que, em muitos momentos, aquela manobra se torna uma tarefa bastante enjoativa e demorada, pois, dependendo do acerto, teremos que ficar escutando infinitas e repetitivas badaladas, até que se chegue ao número de batidas desejada.

Falando em batidas, interpretá-las não era pra qualquer um não, sendo que, somente depois de muito estudo, doutorado e incansáveis explicações do Sr. Tuninho, que conseguíamos. A coisa então funcionava mais ou menos desta maneira, segundo o velho:

“Quando o relógio bater duas vezes, isso quer dizer que serão três horas, ou melhor, três e dez, pois, dependendo do dia da semana, possivelmente ele já deverá ter atrasado aqueles dez minutos.” E, se acaso estiver arrastando as batidas entre uma hora e outra, é porque está começando a pedir socorro.

Enfim, esse nosso velho relógio se tornou mesmo um objeto de estimação que, apesar da insistência de alguns cupins em querer atacá-lo, e de um Tic e Tac pendular que fica a incomodar algumas pessoas, segue fielmente em seu rotineiro trabalho de atravessar o TEMPO, sem deixar, por um SEGUNDO sequer, de nos mostrar a HORA.


Crônica e foto: Serjão Missiaggia, junho de 2013.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

BELEZAS DA TERRINHA


SÃO JOÃO: TERRA E CÉU!

Foto: Serjão Missiaggia

CASAS CASARÕES & seus detalhes misteriosos ???


QUEM JÁ CURTIU, E TEM CURTIDO, BONS MOMENTOS NESSE CASARÃO ???

CASARÃO DA SEMANA PASSADA - Se ninguém acertou o "mistério" da semana passada, o "casarão" foi reconhecido até no Paraguai. De cara, Márcio Velasco, de Luque, já declarou: "era a casa da Quinha nos bons tempos da Pracinha do Botafogo".

A Quinha (Ilka Matta Gruppi), avisada pela Cristina Velasco Itaborahy (que falou do terreirão e do pé de abiu), também curtiu: "saudade da casa onde nasci e passei minha infância e adolescência". E a Cristina completou: "e ainda tinha o vô Quinca  cantando aqueles hinos lindos... como é bom recordar tudo isto!!!"

Agradecemos também a todos os que acertaram e comentaram: José Carlos Barroso, Guaraci Barroso, Arycélio Barroso Silva, Luiz Carlos Moura, Marcelo Oliveira, Marcelo S. Barroso (sobrinha da dona Anézia e filho do Arycélio), Mirian Knop, Rita Knop Messias, Maiza Knope, Oneida Gruppi, Martz Leila, Rogério Bete Joias, Júlio Gruppi, Jacques Ângelo Rigolon e, finalmente, a Sônia Maria Itaborahy que concluiu:
- "Hoje é nosso escritório".

Mas fica a curiosidade: e o pé de abiu?

Foto: Serjão Missiaggia

CASOS CASAS & mistério ???


ONDE FICA ESSA PAISAGEM SANJOANENSE ???

ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - NINGUÉM! Pela primeira vez, ninguém reconheceu a foto que publicamos.

Você precisam ler mais o BLOG, gente. Pois, no dia 24 de junho, publicamos a foto completa do lugar: aquela casa maravilhosa ao lado do Fórum que hoje, infelizmente, encontra-se em ruínas e foi colocada à venda.

Foto: Serjão Missiaggia

BRIGADU, GENTE!

BRIGADU, GENTE!
VOLTEM SEMPRE, ESTAMOS ESPERANDO... NO MURINHO DO ADIL