segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
CASOS CASA(RÕES) & seus detalhes misteriosos ???
QUEM VIVEU UMA GRANDE EMOÇÃO NESSE CASARÃO QUE TODOS CONHECEM ???
CASARÃO DA SEMANA PASSADA - o casarão da semana passada deu muito o que falar. De início, a localização muitos acertaram: Luiz Carlos Moura, Marcelo Oliveira, Alessandra Novaes Barbosa, Fernanda Macêdo, todos reconheceram a Rua José Gomes de Oliveira, morro do Hospital.
No entanto, na hora de definir a casa, muitos se confundiram, pois algumas casas daquela rua são muito parecidas. Tanto a Renée Cruz quanto a Silvana Picorone afirmaram que era a casa do Márcio Velasco.
Foi o João Alberto Bovoy que definiu os proprietários da casa; o sr. Antônio Henriques Furtado e a dona Alcina Bovoy, pais do Gilberto da mercearia. Também a Cristina Velasco Itaborahy, a Angélica Girardi, a Alice Furtado (neta do casal) e a Rita Gouvêa Knop acertaram.
Foto: Serjão Missiaggia
CASOS CASAS & mistério ???
QUE LUGAR É ESSE ???
ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Maninho Sanábio, que reconheceu, de cara, a Rua João Carlos Knop, a rua do Polivalente.
Foto: Serjão Missiaggia
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
COMO QUEM CANTAROLAVA NUM CARNAVAL QUE NÃO LEMBRO MAIS
Não consigo
mais pensar em mim
Como eu
era nos carnavais como eu era nas missas dominicais
Não consigo
mais pensar do jeito que os outros pensavam pra mim
Guardo comigo
bem dentro um rancor
Que não
sei se é benfazejo ou só um desejo
De não
ter que resistir a pressões
Ou desrespeitar
sermões ou só ser o que penso que sou.
Minha inteligência
com o passar do tempo
Já não
tem sido cerebral mas cardíaca pulsátil animal
Dialogo como
quem cantarola
A marola
do tempo já não me causa
E na
ponta dos dedos gastos com inutilidades
Cultivo unhas
garras cimitarras alfanjes falanges terçados.
Quem me
via amar como um pingo d’água
Não reconheceria
o rio que jorra lento hoje do meu coração
E que no
entanto transborda recorda antigas cachoeiras
Espalha-se
espraia-se e perene inunda leitos em cursos naturalmente límpidos.
Meu corpo
depois de tanto tempo
Encontra-se
preparado para ventos anseio ventos
Sei de
cochichos que acompanham os ares
Percebo sussurros
que dizendo-se vozes de espíritos
São na
verdade ecos de cigarras gaguejos de passarinhos
E eu
suspiro respiro... transpiro vida leve.
Meu dente
da frente é branco!
Meu café
da manhã é passarada!
Poesia:
Jorge Marin
Foto : Ruiz Poeta, disponível em https://c2.staticflickr.com/6/5130/5252038725_5962329576.jpg
Foto : Ruiz Poeta, disponível em https://c2.staticflickr.com/6/5130/5252038725_5962329576.jpg
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
TEMPOS REMOTOS
Enquanto deitado confortavelmente no velho sofá de minha casa, com um controle remoto nas mãos, fiquei a imaginar como seria hilário se, no tempo daqueles televisores antigos, já existissem os famosos suportes de girovisão. E que dificuldade seria para acessá-las, haja vista que muitos aparelhos, como o que tenho em meu quarto, encontra-se quase no teto. Por sinal, muitos entendidos dizem que essa ociosidade diante da parafernália dos eletrônicos em muito vem contribuindo com a obesidade. Mas isso é já outro assunto.
Voltando então
a lembrar das velhas e românticas televisões a válvula (quase sempre Philco ou
Phillips), quem não se lembra do trabalho físico que éramos submetidos para poder
controlá-las? Em muitas casas, e na minha não seria diferente, havia até um revezamento
pré-combinado para que não cansasse apenas uma só pessoa. Disputar no par ou ímpar
era também muito comum entre os membros da família, principalmente para ver quem,
naquela noite, seria o contemplado pra levantar menos vezes.
E como
éramos pacientes naquela época, não? Ao
ligar a TV, obrigatoriamente, tínhamos que esperar que aquecessem suas válvulas
por pelos menos dois a três minutos para que assim começasse a aparecer som e
imagem. Naquela época, havia também os que diziam que seria prudente, depois de
duas horas de funcionamento ininterrupto, desligar os televisores por, pelo
menos, dez minutos, para que, dessa forma, dessem uma boa esfriada em suas
válvulas, e não viessem a queimar.
Logo depois
de aquecidas, uma primeira levantada do sofá, de imediato, sempre acontecia, e
isso se dava em razão da necessidade de se fazer, os primeiros ajustes na
sintonia fina. Geralmente, esse procedimento era realizado ao se girar uma daquelas
imensas “rodelas” que, quase sempre, vinham sobre o seletor de canais. O negócio
era girar pra esquerda, girar pra direita, até que, finalmente melhorasse
aquele incômodo chuvisco.
Épocas em
que a energia elétrica variava muito, fazendo com que as faixas de
convergências nos tirassem muitas vezes do sofá, e do sério também! E, para
aquelas residências que não possuíam os enormes estabilizadores de energia, é
que a coisa ficava ainda mais cansativa. Lá em casa, corrigir o vertical era
minha responsabilidade, enquanto o horizontal sempre ficava por conta de minha
irmã.
Uma
levantadinha básica pra se ajustar o volume sempre acontecia, sendo que quase
nunca para se mexer no brilho e contraste. Se um vento forte nos pegasse de
surpresa, o negócio era dar uma pequena torcedela no cano externo da antena pra
redirecioná-la melhor com a torre. Chuva com relâmpagos então era um deus nos
acuda, pois, provavelmente, ficaria tudo fora do ar por pelo menos três dias.
Subir naquelas montanhas, num período em que nem estrada existia direito, não
era fácil não. Sr João com seu famoso jipe e Sr Tavinho que o digam!
Sorte
nossa que, naquele tempo, somente o sinal de dois canais de televisão chegava à
cidade, sendo um deles a TV Tupi e outro a TV Rio, mas, mesmo assim, tínhamos
obrigatoriamente que nos levantar para girar uma pequena chaveta, que, quase
sempre afixada na parede, era usada para inverter as antenas e com isso
sintonizar o outro canal.
Ô vida
cansativa ver televisão naquele tempo, sô! Pelo menos, tudo isso acontecia em
meio expediente, pois, na maioria das casas, os televisores eram ligados
somente depois das dezoito horas.
Crônica:
Serjão Missiaggia
Foto : disponível em http://y101radio.com/september-7-a-big-day-in-tv-history/
Foto : disponível em http://y101radio.com/september-7-a-big-day-in-tv-history/
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
CASOS CASA(RÕES) & detalhes misteriosos ???
QUEM CONHECE ALGUMA HISTÓRIA SOBRE ESSA CASA ???
CASARÃO DA SEMANA PASSADA - Embora seja um local por onde muita gente passa, o casarão da semana passada foi pouco reconhecido. Maninho Sanábio disse que "ouvi uma história que ali era uma alfaiataria, agora de quem eram já não tenho nem ideia".
O mistério é, então revelado pelo Antônio José Calegaro, que revela que, naquele local, casa de propriedade do sr. Naguinho, "funcionava a alfaiataria do Evair e do Antônio".
A localização é mostrada pela Angélica Girardi: Rua Dr. Francisco Zágari, ou seja, ao lado do Trombeteiros, "casa da D. Bibiana, dona Bibi".
Foto: Serjão Missiaggia
CASOS CASAS & mistério ???
DE ONDE FOI TIRADA ESSA FOTO AÍ ???
ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - NINGUÉM acertou a foto da semana passada. Maninho Sanábio chutou. A Christina Itaborahy, a Alessandra Novaes Barbosa e a Bete Knop disseram, juntas, que era a casa do sogro do José Carlos Barroso, na Rua do Sarmento. A Cléa Pessoa achou que era um dos ginásios, ou o do Sôbi ou o Augusto Glória. Na realidade, é a foto de uma casa na subida da Rua Guarda-Mor Furtado, que pertenceu ao sr. Rubens Pinton, tirada de um ângulo para dificultar a compreensão dos leitores. Ponto pra nóis!
Foto: Serjão Missiaggia
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