segunda-feira, 10 de outubro de 2016
TODA CASA TEM UM CASO
QUEM CONTA ALGUMA HISTÓRIA SOBRE ESSA CASA???
CASA DA SEMANA PASSADA - Ana Emília Silva Vilela foi a primeira a acertar e deu a descrição completa: "Em frente ao Center Modas, no início, após a casa onde hoje é o Escritório Paroquial da Sagrada Família. Nos fundos, temos a casa das nossas queridas professoras Maria do Rosário Knop e Militina Marta de Oliveira Knop". Márcio Velasco e Cida Mendonça também acertaram.
Zezé do Couto Ciscoto lembrou-se de uma caso: "Casa da dona Iracema. Ela fazia dosces maravilhosos. Frequentei muito essa casa por ocasião do Movimento das Bandeirantes, que existia nesta cidade. Maria do Rosário era nossa chefe e morava nessa casa. Que saudades desse tempo tão bom...".
Foto de hoje: Serjão Missiaggia
CASOS CASAS & mistério ???
QUEM EXPLICA ESSA PAISAGEM ???
ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Os primeiros a reconhecer a torre da Igreja Metodista na Rua Daniel Sarmento foram: Dodora Barbosa Cúrcio, Fernanda Macêdo e Maninho Sanábio.
Foto de hoje: Serjão Missiaggia
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
APOSENTADOS E (AINDA) VAGABUNDOS
Ainda não
refeito do impacto do meu aniversário, fico pensando na vida. Digo impacto
porque caminho a passos largos para os sessenta.
- Já
posso entrar de graça no ano que vem? – pergunto à trocadora.
- Só com
sessenta e cinco! O senhor está mesmo muito folgado.
Folgado
eu já estou desde os 50, quando me aposentei oficialmente. “Vagabundo!”, escuto
Fernando Henrique Cardoso gritar.
Mas,
estarei folgado mesmo? Será que algum colega aposentado pela previdência
oficial está folgado?
Quando
começamos a trabalhar, escutamos de nossos pais o sábio conselho de que quanto
mais cedo começássemos a trabalhar, mais cedo nos aposentaríamos. Ralamos,
perdemos muitos dos folguedos da juventude, atravessamos anos ora difíceis ora
insuportáveis, ditados pelas políticas econômicas mais esdrúxulas do planeta.
Até que,
enfim, completamos os nossos tão sonhados 30 anos de carteira assinada. Mas,
então, uma surpresa! Não poderíamos mais nos aposentar com 80% dos rendimentos.
O presidente de plantão, o citado FHC achava um absurdo que as pessoas se aposentassem
tão jovens e, de uma canetada, cortou o nosso barato. Teríamos que ir até os 35
anos.
Buscando
um advogado trabalhista, este explicou que nada se podia fazer pois existe uma
diferença entre a EXPECTATIVA DE DIREITO e o DIREITO EXPECTADO. O meu sonho –
aposentar aos 44 anos com 80% dos rendimentos – era apenas isso mesmo que
falei, um sonho, pois, para ocorrer, precisaria que fossem cumpridos todos os
requisitos exigidos por lei. Eu ainda não completara os 30 anos e, como o FHC
foi mais esperto, mudou a lei antes que eu chegasse lá.
Quando eu
estava prestes a completar os tais 35 anos de contribuição, outro grande,
aliás, enorme susto: o “querido” FHC, o meu Lex Luthor, o meu Coringa, tentou
acabar com a aposentadoria aos 35 anos de contribuição, exigindo, além disso,
idade mínima de 60 anos para homens.
A votação
foi histórica: o time do Darth Vader da Sociologia precisava, na época, de 308
votos a favor da medida. Quando chegaram a 307 votos, comecei a me desesperar e
xingar o meu pai, que me dera aquele conselho agora à beira de se tornar
estúpido.
O próximo
votante era o deputado do PSDB Antônio Kandir. Governista e autor da ideia de
confiscar a poupança na época do Collor, o seu voto só poderia ser a favor do
governo e contra nós, sonhadores de aposentadoria. Escutando aquela
movimentação, transmitida ao vivo pela TV, chorávamos, xingávamos e nos descabelávamos.
Lembrando
dos apertos que passava com o Botafogo, cruzei os dedos e comecei a gritar:
- Erra,
erra, erra...
- Está
louco, Jorge? Isso não é cobrança de pênalti! – diziam.
E o tal
do Kandir caminhou triunfalmente para o painel de votação e... ERROU! Apertou,
sem querer, o botão de abstenção.
Por esse
erro maravilhoso, melhor do que aquele do Roberto Baggio em 1994, vou caminhando
para os 60, se Deus quiser, no ano que vem, quando espero também completar, a
marca de 8 anos de aposentado.
E já tem
gente começando a se preparar para sonhar em se aposentar aos 75!
Crônica:
Jorge Marin
Foto : disponível no site http://cinemabh.com/filmes/red-aposentados-e-perigosos
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
AOS NOVOS ELEITOS
E assim
mais uma eleição municipal se passou!
Os ânimos,
antes exaltados, vão aos poucos dando lugar à tranquilidade, enquanto a euforia
dos vitoriosos segue contrastando com a tristeza dos não vencedores.
Muitas e
atraentes propostas nos foram colocadas ao longo desses quase dois meses, principalmente
no que se refere aos pilares básicos de uma boa administração, como SAÚDE,
EDUCAÇÃO, SANEAMENTO BÁSICO e SEGURANÇA. Mas, o que muito chamou nossa atenção
foi a escassez de conceitos mais incisivos voltados para o TRÂNSITO, MOBILIDADE
URBANA, POLUIÇÃO SONORA, POLÍTICA DE ARBORIZAÇÃO, ou mesmo um aceno mais explícito
no que tange a um relacionamento mais estreito com nosso CÓDIGO DE POSTURAS
MUNICIPAL.
A cidade
vem crescendo e, com ela, o número considerável de veículos automotores e
ciclomotores por suas ruas. Podemos observar, nitidamente, o caos que já se instalou
em alguns pontos da cidade. Tem esquinas que, em determinados horários, em nada
ficam a dever aos famosos cruzamentos de Xangai e Mumbai. Isso pra não falar
dos abusos e falta de respeito no que tange aos EXCESSOS DE VELOCIDADE e
POLUIÇÃO SONORA. Por sinal, aplausos pela INICIATIVA de se instalar o primeiro
SEMÁFORO na cidade, cuja TENTATIVA por si, já basta. O tempo dirá!
Da mesma
forma, ao contrário da maioria das cidades do planeta, estamos vindo perdendo ÁRVORES
em nossas ruas e praças a cada ano, e o REPLANTIO não vem acompanhando esta
triste realidade. Enquanto isso, as TRANSFORMAÇÕES CLIMÁTICAS seguem nos
agradecendo e nos maltratando a cada verão que passa.
Um
cuidado especial com nossos rios e nascentes é outro assunto indigesto. Podemos
observar que ainda temos córrego a céu aberto, bueiros exalando odor nada
agradável no centro da cidade, e que alguns de nossos rios, onde há captação de
água, estão começando a ficar poluídos.
Um tanto
estranho é quando, com muita naturalidade, deparamo-nos em nossas calçadas com a
prática de se colocar bebedouros e comedouros destinados aos nossos irmãozinhos
cães. Por sinal, um ato mais do que NOBRE, se não fosse o fato de que o correto
mesmo seria não termos tantos cães ABANDONADOS E ESPALHADOS por nossas ruas.
E é dessa
forma, pensando apenas na QUALIDADE DE VIDA e numa São João melhor PRA SE VIVER,
que parabenizamos aqueles que terão a difícil missão a partir de 2017, de comandar
nossa querida Garbosa. Aos prefeitos
anteriores, em especial ao Célio Balainho, fica o respeito e reconhecimento pelo
legado deixado ao longo de suas administrações.
Se, por
um lado, não podemos esquecer o tanto que já foi feito, por outro, temos que
reconhecer que ainda há muito que fazer. Na política, a palavra “fim” não
existe e haverá sempre um recomeço.
Crônica e foto: Serjão Missiaggia
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
SE ESSA RUA FOSSE A MINHA
QUEM MAIS SE LEMBRA DE HISTÓRIAS VIVIDAS NESSA RUA???
Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin
TODA CASA TEM UM CASO
CASOS DESSA CASA, ALGUÉM SABE???
CASA DA SEMANA PASSADA - Luiz Carlos Moura foi o primeiro a reconhecer a casa dos Colettas e do Paulinho Javali (que homenageamos aqui no mês passado). Ana Emília Silva Vilela, que havia errado na primeira resposta, confirmou e deu mais detalhes: "é a casa da Talma Girardi, lá no bairro Santa Terezinha, perto da casa do Renatinho da Casa das Frutas". Finalmente a Ana Coletta, moradora da casa, confirmou: "nossa linda casa".
Foto de hoje: Serjão Missiaggia
Trat.imagem: Jorge Marin
CASOS CASAS & mistério ???
QUE LUGAR É ESSE ???
ACERTADORES DA SEMANA PASSADA - Ana Emília Silva Vilela lascou logo: "Rua do Buraco. Já fui muitas vezes comprar pirulito na casa do sr. Quinquim. No final do morro tinha o sr. Onofre". Logo em seguida, acertaram Maninho Sanábio e Luiz Carlos Moura.
Mas, não podemos deixar de registrar também a resposta (correta) do Camilo Pontes: "à esquerda, uma árvore".
Foto de hoje: Serjão Missiaggia
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